<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389</id><updated>2012-02-07T02:36:34.849-08:00</updated><category term='artigos'/><category term='Psicomotricidade'/><category term='Educador'/><category term='Educação'/><category term='Livros'/><category term='Brincando se aprende'/><category term='Plano de Aula'/><category term='Cursos'/><category term='Video'/><category term='Esportes'/><title type='text'>Educação Física Escolar</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>385</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6398152751106885756</id><published>2012-02-07T02:36:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T02:36:35.160-08:00</updated><title type='text'>Bons amigos na infância pode aumentar sentimento de bem estar ao longo da vida</title><content type='html'>&lt;br&gt;Ter amigos por perto é uma das melhores maneiras de manter o nível de bem estar na infância, confirma uma pesquisa feita com meninos e meninas de idade média entre 10 e 11 anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A presença "bons amigos" – como afirmaram os participantes – influenciou diretamente o modo como essas crianças enfretavam experiências negativas. Sentimentos de baixa autoestima e os níveis de estresse, como já se sabia anteriormente, dependem muito do ambiente social onde se está inserido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Fazer uma grande amizade têm um impacto imediato na mente e na saúde física dessas crianças", diz Willian Bukowski, pesquisador da Universidade de Concórdia, nos EUA, e cujo estudo foi publicado no periódico Developmental Psychology.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com os pesquisadores, as crianças mais isoladas e que se viam em alguma situação, como problemas com um professor ou uma briga verbal com um colega de classe, tinham maiores níveis de cortisol – o hormônio do estresse – no sangue e piores níveis de autoestima.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Estes níveis elevados de estresse em crianças podem levar a diminuição da eficácia do sistema imunológico, problemas de formação óssea e influenciar outras questões relativas ao crescimento. Estudos anteriores também apontam que crianças em círculos de amizades de qualidade estão mais protegidas contra transtornos mentais e comportamento social no futuro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Esses estudos nos levam a enxergar a forma como a identidade dos adultos é formada. Se sentimentos negativos fazem parte da infância com muita frequência, é possível que isso nos acompanhe na vida adulta", indicam os autores, apontando para a importância das boas amizades quando se é criança.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-&lt;br&gt;&lt;br&gt;por Enio Rodrigo&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Leia mais: &lt;a href="http://www.oqueeutenho.com.br/21409/bons-amigos-na-infancia-pode-aumentar-sentimento-de-bem-estar-ao-longo-da-vida.html#ixzz1lgfSHyfZ"&gt;http://www.oqueeutenho.com.br/21409/bons-amigos-na-infancia-pode-aumentar-sentimento-de-bem-estar-ao-longo-da-vida.html#ixzz1lgfSHyfZ&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6398152751106885756?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6398152751106885756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/bons-amigos-na-infancia-pode-aumentar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6398152751106885756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6398152751106885756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/bons-amigos-na-infancia-pode-aumentar.html' title='Bons amigos na infância pode aumentar sentimento de bem estar ao longo da vida'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3251265067524363188</id><published>2012-02-07T02:04:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T02:04:49.174-08:00</updated><title type='text'>Importância da Educação Física Escolar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.wallstreetfitness.com.br/imgs/Fotos/educacao_fisica_escolar_nao_e_suficiente_para_combate_a_obesidade_infantil.jpg" src="http://www.wallstreetfitness.com.br/imgs/Fotos/educacao_fisica_escolar_nao_e_suficiente_para_combate_a_obesidade_infantil.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;A prática da atividade física é importante para a promoção da saúde dos indivíduos, ao ser aplicado na escola tal prática vai além desse benefício, pois é possível trabalhar os inúmeros aspectos relacionados ao desenvolvimento, crescimento, características motoras, cultura corporal, questões de sociabilidade, afetividade, cooperação, aptidões físicas, formação do cidadão e outros. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A educação física na escola deve promover uma aprendizagem significativa para os alunos, sobre a importância da sua prática e o que esta contribui para a vida do indivíduo. É preciso que os nossos alunos compreendam a sua importância, para que possamos formar cidadãos autônomos, participativos e críticos. No entanto o que observamos hoje nas escolas é que nas aulas de educação física o maior foco consiste nas práticas esportivas e na competitividade, onde as questões pedagógicas do ensino-aprendizagem e até mesmo os elementos voltados para a humanização perdem espaço em seu conteúdo curricular. Segundo Guimarães, et al (2001) as aulas de educação física estão mais voltada para as práticas esportivas e suas técnicas, e quando se trata da formação da criança, esta acaba se tornando fragmentada, onde os elementos essenciais da base para viver em sociedade como respeito cooperação e afetividade, acabam não sendo trabalhadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Soares (1996) ainda afirma que a aula de educação física é "um lugar de aprender coisas e não apenas o lugar onde àqueles que dominam técnicas rudimentares de um determinado esporte vão "praticar" o que já sabem, enquanto aqueles que não sabem continuam no mesmo lugar". Faggion (2000) também ressalta que não basta somente praticar as atividades nas aulas de educação física só por praticar, nem tão pouco competi por simplesmente competir. É necessário transmitir aos alunos os conhecimentos que o levam a compreender o porquê que estão realizando determinada atividade. Sendo assim o aluno poderá entender e vivenciar o seu aprendizado, levando-o, portanto a uma mudança de comportamento e assumir novas atitudes. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Faggion (2000) ainda aponta que o professor é uma ferramenta essencial para propor tal visão nos seus alunos, pois a partir do momento que o professor adequar os conteúdos as faixas etárias, quando deixar de trabalhar os conteúdos que enfoque um ou outro esporte, podendo então permitir que os alunos compreendam que a educação física na escola não se resume apenas no esporte e que existem outras formas de atividade física além do esporte, e por fim quando o professor trabalhar o que tem de melhor em sua ação pedagógica para levar esses alunos a uma reflexão de sua prática, poderá assim proporcioná-los a obterem uma visão crítica, criativa e participativa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;É preciso resgatar a importância das aulas de educação física na escola de ensino básico, para que os nossos  alunos compreendam o valor de suas aulas, onde o professor tem o papel de ser mediador do ensinoaprendizagem, usufruindo de seus conhecimentos para se obter uma boa metodologia, podendo trabalhar seus conteúdos atingindo a todos, propondo assim a formação do aluno. &lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com a LDB 9.394/96 a educação física possui as seguintes finalidades específicas: consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no ensino fundamental; possibilitar o prosseguimento dos estudos; preparar para o trabalho e cidadania desenvolver habilidades como continuar a prender, capacidade de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação e aperfeiçoamento; aprimorar o educando como ser humano, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; e compreender os fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando teoria e prática.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando os alunos ingressam no ensino médio trazem uma bagagem de conhecimentos relacionados ao corpo, aptidão física, saúde, esportes, danças e outros sendo que a escola tem a responsabilidade de ampliar tais conhecimentos. Mattos et al (2008) diz que o professor deve trabalhar esses conhecimentos de forma que levem os alunos a solucionarem problemas por meio do plano estratégicos, plano motor ( se o tema for a ginástica) ou plano conceitual ( análise de tema cientifico). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Hoje percebemos que na escola as aulas de educação física não são ministradas de acordo com o que estabelece a legislação, na maioria das vezes os professores não seguem uma metodologia que levem os alunos a sentirem interesses pelas aulas. Observamos que ainda existe um predomínio do ambiente esportivocompetitivo sobre o escolar-educacional, resultando assim em uma aula voltada para o treinamento e aperfeiçoamento de habilidades desportivas e não voltado para as questões da cultura  orporal, elementos pedagógicos e questões voltadas para a humanização.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Neste contexto os elementos pedagógicos acabam se distanciando dos objetivos a serem alcançados pela educação física na escola, tornando assim em um espaço de lazer para os alunos (daqueles que tem habilidades). É necessário que professor seja mediador de informações e transmissão de conhecimentos, estando aberto para as mudanças que poderão ocorrer no seu planejamento, conscientizando os alunos de que a aula é um espaço para a aprendizagem, e que esta possa ser de fato significativa para os alunos, e que este possa ter uma participação efetiva nas aulas. Mattos et al (2008, p. 33) relata que: &lt;br&gt; &lt;br&gt;"A partir do momento em que o processo de ensino-aprendizagem for caracterizado pela participação efetiva do aluno e do professor, e que haja trocas de experiências, este&lt;br&gt;relacionamento trará muitas contribuições para o desenvolvimento da autonomia do educando, e o professor estará desempenhado seu papel de educador e não de ditador de&lt;br&gt; ordens e regras". &lt;br&gt;&lt;br&gt;Em quanto componente curricular a educação física deve introduzir e integrar o aluno na cultura corporal de movimento, formando assim o cidadão que vai produzi-la, reproduzi-la e transformá-la. É função da educação física preparar o aluno para ser um praticante lúcido e ativo, que incorpore o esporte e os componentes da cultura corporal em sua vida, para deles tirar o melhor proveito possível (BETTI, 2002). &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3251265067524363188?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3251265067524363188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/importancia-da-educacao-fisica-escolar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3251265067524363188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3251265067524363188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/importancia-da-educacao-fisica-escolar.html' title='Importância da Educação Física Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-5672759308906061095</id><published>2012-02-02T05:58:00.001-08:00</published><updated>2012-02-02T05:58:16.998-08:00</updated><title type='text'>Plano de aula: Introdução ao vôlei</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="texto"&gt; &lt;div id="pagination_0"&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Objetivos&lt;/span&gt; &lt;br&gt; - Desenvolver técnicas do vôlei. &lt;br&gt; - Reconhecer habilidades e dificuldades em si e nos colegas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Conteúdo&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  Fundamentos básicos do vôlei (saque, manchete e toque). &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Anos&lt;/span&gt; &lt;br&gt; 2º ao 5º ano. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Tempo estimado&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Sete aulas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Material necessário&lt;/span&gt; &lt;br&gt;   Papel, canetas, cartolinas, bolas grandes e macias (ou de vôlei), rede  ou elástico esticado entre duas paredes, tabela de monitoramento &lt;em&gt;(abaixo)&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;div class="caixa-sem-fio"&gt;&lt;div class="img-sem-caixa"&gt;&lt;img alt="tabela de monitoramento" src="http://revistaescola.abril.com.br/img/ed-fisica/tabela-monitoramento.jpg"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Flexibilização&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Para alunos com deficiência física&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;  Para incluir alunos cadeirantes proponha que o vôlei seja jogado com  todos os alunos sentados em cadeiras e com a rede colocada em altura  compatível. Quando o aluno cadeirante estiver avaliando os colegas, a  partida pode ser jogada com os demais alunos em pé. Organize desafios  com diferentes graus de dificuldade para o aluno - como jogar a bola com  uma das mãos, depois com as duas ou fazer uma manchete - e amplie o  tempo de realização de cada uma das etapas, caso julgue necessário.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Desenvolvimento&lt;/span&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;1ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;   Avalie o que as crianças já são capazes de fazer, dividindo a classe em  grupos de três ou quatro alunos - que são os times. Siga estratégias  criteriosas de constituição das equipes (misture meninos e meninas e  crianças mais e menos habilidosas, por exemplo). Organize a aula de  forma que seja possível realizar mais de um jogo simultaneamente. Ajuste  o número de participantes de cada time de acordo com o tamanho da  classe. Uma parte da turma será responsável pela avaliação dos colegas.  Os alunos que estiverem nesse momento fora do jogo deverão anotar todos  os contatos com a bola que um de colegas realizar. Para isso, deverão  utilizar a tabela de monitoramento. Cada fundamento deverá ser  registrado em papel. Antes da aula, confeccione tabelas para que cada  aluno faça seus registros sobre o colega. Para diminuir a possibilidade  de erros de avaliação, envolva-os na construção dos critérios que  acharem mais adequados para o que chamarão de &amp;quot;certo&amp;quot; e &amp;quot;errado&amp;quot;.  Inverta os papéis de jogadores e avaliadores. Ao fim desse diagnóstico,  planeje os próximos passos da sequência didática com base nos  conhecimentos prévios de seus alunos. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;2ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  Organize aulas em que os aspectos mais desafi adores do vôlei possam  ser trabalhados e aperfeiçoados. Organize um jogo, em que cada aluno, de  posse de sua tabela de monitoramento (avaliação realizada pelo colega  na primeira etapa), deverá identifi car quais são suas dificuldades.  Supondo que ele constate que suas manchetes são ainda pouco frequentes e  a proporção de erro ainda é alta, proponha um critério de pontuação  diferente para cada manchete que esse aluno fi zer. Se um fundamento  qualquer vale um ponto, toda vez que o aluno realizar uma manchete, sua  possibilidade de pontuação duplicará. O objetivo é envolver os alunos na  sua própria aprendizagem. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;3ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  Divida o espaço disponível de modo que quatro ou seis times joguem ao  mesmo tempo e organize o ambiente por fundamentos. Combine com a turma  que cada time vai treinar um fundamento. O fundamento combinado valerá  determinado ponto pela simples realização ou tentativa de executá-lo.  Esse jogo pode ser realizado em três aulas. Se achar necessário, amplie o  número de aulas da sequência.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Avaliação&lt;/span&gt; &lt;br&gt;  Retome os procedimentos do diagnóstico. Reorganize os times e os  avaliadores para identificar os avanços e discuta com os alunos esses  resultados. Também vale fazer as suas anotações sobre os alunos em  situação de jogo. Compare os resultados do diagnóstico com a avaliação. O  número de fundamentos realizados, a habilidade de manter a bola em jogo  e os acertos e os erros mostrarão a evolução da turma. Houve avanços?  Quais foram eles?&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div id="box-solida"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Consultoria: &lt;a href="mailto:novaescola@atleitor.com.br"&gt;Rodrigo Paiva&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Professor de Educação Física e mestre em Psicologia da Educação&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;   		&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-5672759308906061095?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/5672759308906061095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/plano-de-aula-introducao-ao-volei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/5672759308906061095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/5672759308906061095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/plano-de-aula-introducao-ao-volei.html' title='Plano de aula: Introdução ao vôlei'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6349420029771116458</id><published>2012-02-02T05:54:00.001-08:00</published><updated>2012-02-02T05:54:29.025-08:00</updated><title type='text'>O que priorizar na Educação Física para 1º e 2º anos?</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div id="conteudo"&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;div id="pagination_0"&gt;&lt;p&gt;As crianças dessa etapa de ensino estão em pleno vigor de seu  desenvolvimento psíquico, físico e motor. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como explica o professor Fábio  D'Angelo, selecionador do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10, elas  chegam à escola com um repertório de cultura corporal do movimento que  pode ser usado como ponto de partida para o planejamento. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na hora de  organizar as aulas, leve em conta esses conhecimentos que podem ser  socializados e programe atividades em que a turma trabalhe habilidades  motoras, capacidades físicas e orientações espacial e temporal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Evite  exercícios mecânicos e automatizados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Priorize o jogo, a brincadeira e o  lúdico. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pular corda, por exemplo, é uma maneira de trabalhar  coordenação, resistência e força. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jogos com bola, atividades rítmicas e  danças são outras ideias.&lt;strong&gt;&lt;a title="Veja outras questões sobre sala de aula respondidas por Heloisa Ramos" href="http://revistaescola.abril.com.br/heloisa-responde/"&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6349420029771116458?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6349420029771116458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/o-que-priorizar-na-educacao-fisica-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6349420029771116458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6349420029771116458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/o-que-priorizar-na-educacao-fisica-para.html' title='O que priorizar na Educação Física para 1º e 2º anos?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4853049452347751047</id><published>2012-02-02T05:51:00.001-08:00</published><updated>2012-02-02T05:51:54.859-08:00</updated><title type='text'>Plano de Aula: como analisar o esporte sob a perspectiva cultural</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;div id="pagination_0"&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; Em um bar, ex-jogadores de futebol se encontram para relembrar histórias  do tempo em que ainda atuavam como profissionais. Entre episódios  tristes, engraçados e reflexivos, eles traçam um panorama do esporte  mais popular do Brasil sob o olhar ingênuo do passado. &amp;quot;O grande barato  de &lt;em&gt;Boleiros - Era uma Vez o Futebol...&lt;/em&gt; é valorizar o futebol na  nossa cultura&amp;quot;, afirma Fábio Luiz D&amp;#39;Angelo, coordenador pedagógico do  Instituto Esporte &amp;amp; Educação, em São Paulo. Ele reflete que há no  esporte atualmente uma valorização demasiada do profissionalismo,  enquanto o prazer e a diversão ficam em segundo plano. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Objetivo&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Analisar o futebol por uma perspectiva cultural e com base nos elementos  que o compõem, como os próprios jogadores, os técnicos, os jornalistas  esportivos e os torcedores. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Conteúdos&lt;/span&gt; &lt;br&gt; História do futebol brasileiro e formas como ele era jogado e aprendido antigamente. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Trechos selecionados&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Uma cena marcante do filme está no episódio contado por um dos  ex-jogadores sobre um menino pobre que ganha a chance de treinar com ele  em uma escolinha, onde era treinador. Enquanto os outros garotos  aprendiam driblando cones, ele já sabia todos os passes (30m00s a  39m35s). Esse episódio é contado por um ex-jogador do São Paulo Futebol  Clube e chama a atenção justamente por trazer uma criança como  protagonista. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Atividade&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Exiba o trecho destacado e, em seguida, organize um debate com os alunos  sobre como se aprende a jogar futebol hoje e como era antigamente.  Comente que o futebol não se aprende só com táticas e treinos técnicos,  mas também entre amigos. Na quadra, apresente brincadeiras tradicionais  com a bola, como bobinho, artilheiro e caixote, e estimule o prazer de  jogar apenas pela atividade física. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Avaliação&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Incentive a troca de experiências entre os alunos sobre as brincadeiras  que eles conhecem que envolvem o futebol e verifique se ampliaram seu  universo futebolístico. A avaliação pode ser feita então pelo  envolvimento em um jogo em quadra.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div id="box-solida"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Professor &lt;a href="mailto:novaescola@atleitor.com.br"&gt;Fábio Luiz D&amp;#39;Angelo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; coordenador pedagógico do Instituto Esporte &amp;amp; Educação, em São Paulo&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;   		&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4853049452347751047?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4853049452347751047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/plano-de-aula-como-analisar-o-esporte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4853049452347751047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4853049452347751047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/02/plano-de-aula-como-analisar-o-esporte.html' title='Plano de Aula: como analisar o esporte sob a perspectiva cultural'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8465361645571822090</id><published>2012-01-30T06:34:00.001-08:00</published><updated>2012-01-30T06:34:50.631-08:00</updated><title type='text'>Saiba identificar se seu filho tem transtorno de aprendizagem</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p&gt; Enquanto os alunos ainda estão de férias, a educadora Nadia Bossa dá  aulas à distância para ensinar os professores a lidar com as novas  dificuldades das crianças nas salas de aula. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Doutora em psicologia e educação pela USP e pesquisadora da Universidade  de Turim, Bossa conta como os pais podem saber e o que fazer quando os  filhos têm transtornos de aprendizagem. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;b&gt;Folha - Como os pais podem identificar o transtorno?&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Nadia Bossa&lt;/b&gt; - Sugiro que façam uma espécie de laboratório com os  filhos. Não é preciso aplicar uma prova em casa, mas colocar a criança  diante de situações que exijam raciocínio matemático, interpretação de  texto ou habilidades motoras [veja abaixo].&lt;br&gt; Serve para acender um sinal de alerta. Se o sinal obtido for vermelho, é  preciso procurar ajuda de um psicólogo, psicopedagogo ou de um  neuropediatra. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;O professor sabe quando o aluno tem algum transtorno?&lt;/b&gt;&lt;br&gt; É difícil que o professor não saiba que algo vai mal. O que acontece  mais frequentemente é o professor ver que o aluno tem dificuldade e  tentar aplicar os métodos tradicionais, que funcionam muito bem em  crianças sem transtornos de aprendizagem, mas não com as que têm o  problema. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt; &lt;b&gt;O problema está aumentando ou há uma banalização do diagnóstico?&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Há as duas coisas. Existem diagnósticos precipitados e malfeitos e até  pais que decidem que a criança tem uma coisa que nenhum médico disse que  ela tinha, mas o problema de fato é crescente. Hoje as pesquisas  apontam que algo entre 5% e 10% dos alunos apresentam algum transtorno  específico da aprendizagem. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;Por que esses transtornos estão crescendo?&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Parece que é por conta de um tipo de criação que prioriza o desenvolvimento de algumas habilidades e negligencia outras.&lt;br&gt; A rotina das crianças é muito privada de atividades motoras mais amplas.  Elas não correm na rua. Hoje, o brinquedo faz tudo, a criança só olha  ele dançar, piscar luzinhas. O brinquedo faz coisas demais e a criança  termina por fazer coisas de menos.&lt;br&gt; Antes elas montavam a casinha, separavam os objetos, eram atos  classificatórios, era interação com objetos reais, desenvolvia noção de  espaço. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;Brincar no iPad, por exemplo, não pode desenvolver novas habilidades?&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Sim, mas elas não são as mesmas necessárias nas tarefas acadêmicas. O  excesso de uso de tablets e computadores acaba atrofiando justamente as  habilidades que serão exigidas no início da vida escolar: habilidades  motoras, criatividade produtiva, manusear materiais e construir coisas a  partir deles. O excesso de contato com iPads, computadores e videogames  gera na criança uma dificuldade em equilibrar a atenção difusa e a  atenção concentrada. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;Mas essas tecnologias estão também na sala de aula...&lt;/b&gt;&lt;br&gt; A escola pode ser um ambiente tecnológico, nada de errado com isso desde  que ela valorize o desenvolvimento físico com a mesma atenção. O que  vem acontecendo é que tanto em casa quanto na escola todos se esquecem  de que a criança tem um corpo e que esse corpo precisa aprender coisas,  precisa se exercitar tanto quanto o cérebro. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;Transtorno de aprendizagem é doença? Tem tratamento?&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Não é uma doença, é um tipo de funcionamento cerebral diferente que nós  tratamos com uma espécie de &amp;quot;fisioterapia cerebral&amp;quot;, que são atividades,  jogos e desafios específicos para desenvolver as áreas em que a criança  encontra mais dificuldade.&lt;br&gt; Frequentemente precisamos tratar com uma equipe multidisciplinar, com  neurologista, psicólogo e psicopedagogo. Quem procura ajuda até a  criança chegar aos oito anos provavelmente vai conseguir resolver o  problema. &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8465361645571822090?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8465361645571822090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/saiba-identificar-se-seu-filho-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8465361645571822090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8465361645571822090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/saiba-identificar-se-seu-filho-tem.html' title='Saiba identificar se seu filho tem transtorno de aprendizagem'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-7602656302830137980</id><published>2012-01-23T02:12:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T02:12:58.627-08:00</updated><title type='text'>5 atividades para Educação Física Escolar</title><content type='html'>&lt;font class="texto"&gt;&lt;br&gt;São 5 atividades &amp;quot;relâmpago&amp;quot;, para serem usadas com crianças dentro da escola. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Espero que ajude:&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;Jo-Quei-Pô Gigante	&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;     Os participantes deverão ser divididos em três equipes, e dispostos  de modo que cada equipe fiquei de frente para outra, formando um  triângulo. &lt;br&gt;     Ao sinal do monitor, cada equipe deverá virar de costas para as  outras e escolher um dos três &amp;quot;símbolos&amp;quot;: &amp;quot;CAÇADOR&amp;quot;, &amp;quot;LEÃO&amp;quot; e  &amp;quot;ESPINGARDA&amp;quot;. Feito isso, todas as equipes devem se posicionar em seus  lugares, formando colunas (um participante ao lado do outro). &lt;br&gt;     Ao novo sinal do monitor, todas as equipes deverão virar-se e  mostrar o &amp;quot;símbolo&amp;quot; escolhido - IMPORTANTE: todos os participantes da  equipe deverão colocar o mesmo &amp;quot;símbolo&amp;quot;.&lt;br&gt;     Mas quem ganha de quem ??? O &amp;quot;LEÃO&amp;quot; ganha do &amp;quot;CAÇADOR&amp;quot; - O &amp;quot;CAÇADOR&amp;quot;  ganha da &amp;quot;ESPINGARDA&amp;quot; - A &amp;quot;ESPINGARDA&amp;quot; ganha do &amp;quot;LEÃO&amp;quot;... &lt;br&gt;     Vence a equipe que marcar o maior número de pontos.&lt;br&gt;    Uma variação dessa atividade, é que o monitor poderá fazer apenar  duas equipes com os participantes, a disposição será de uma equipe de  frente para outra, com um determinado espaço entre elas. A atividade  seguirá como na explicação acima, com a diferença de que a equipe que  ganhar o ponto, deverá correr atrás da equipe que perdeu o ponto, e  todos os participantes que forem pegos passará para a equipe adversária.  Vence a equipe que tiver com maior quantidade de participantes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt; Gruda aranha	&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Um pegador (aranha) no centro de um círculo formado pelos outros  fugitivos (mosquinhas). Ao sinal do monitor que gritará "GRUDA ARANHA",  as moscas devem fugir até um local pré-determinado e a aranha deve  tentar pegá-las. As moscas que forem pegas transformar-se-ão em aranhas  também (pegadores). É considerada a "mosquinha" campeã, a ultima a ser  pega.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt; Girafa - Elefante (Girafante)	&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Todos os participantes devem ficar em círculo e um dos participantes no centro.&lt;br&gt;    O participantes que estará no centro do círculo deverá apontar um dos  participantes do círculo e falar o nome de um dos dois bichos: GIRAFA  ou ELEFANTE, automaticamente o aluno apontado devera imitar o bicho com a  ajuda de seu colega da esquerda e da direita.&lt;br&gt;    Para imitar a GIRAFA, o participante apontado deverá erguer os braços  como se fosse o pescoço da girafa, os participantes da esquerda e da  direita deverão abrir os braços ao longo do corpo do participante do  meio (aquele que está com os braços erguidos).&lt;br&gt;    Para imitar o ELEFANTE, o participante apontado deverá colocar suas  mãos abertas uma na frente da outra na frente do seu nariz como se fosse  a tromba do elefante, os participantes da esquerda e da direita deverão  fazer o mesmo gesto com as mãos, mas na orelha do participante do meio,  como se fosse as orelhas do elefante.&lt;br&gt;    Quem errar dos três que deveriam imitar a Girafa ou o Elefante, deverá ir para o meio do círculo.&lt;br&gt;    &lt;br&gt;&lt;b&gt; João bobo	&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Os participantes devem-se formar em trios: dois alunos na ponta e um  no meio, este deverá soltar o peso do corpo na frente e para trás, e  seus companheiros apoiá-lo.&lt;br&gt;    Revesa-se até que os três participem.&lt;br&gt; OBS: o monitor deverá tomar o máximo de cuidado para com os  participantes, pois essa atividade não poderá ser feita com crianças  muito novas, pelo fato de elas não conseguirem segurar seus  companheiros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt; O caçador, o pardal e a abelha	&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Todas as crianças fazem um círculo de mãos dadas, com exceção de 3 participantes, que serão o caçador, a abelha e o pardal.&lt;br&gt;    Dado o sinal de início, o caçador deve perseguir o pardal. O pardal  deve perseguir a abelha. E a abelha deve correr atrás do caçador.&lt;br&gt;    Podendo correr por dentro ou por fora do círculo.&lt;br&gt;    Quando alguém for pego, troca-se o caçador, o pardal e a abelha.&lt;br&gt;      &lt;br&gt;&lt;b&gt; Nunca 3	&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Forma-se um grande círculo com duplas, onde uma criança ficará atrás  de seu respectivo par, de frente para o centro do círculo. No centro  haverá o pegador e o fugitivo. Ao sinal do monitor o pegador deve  procurar apanhar o fugitivo, que deve fugir e nunca sair de dentro do  círculo, ou seja, não vale correr por fora ou por trás das duplas, que  estarão sentadas.&lt;br&gt;    O fugitivo, quando desejar, pode sentar-se atrás de uma dupla  qualquer e quando isto acontecer, o pegador será agora o novo fugitivo e  a criança que estava sentada (a criança da frente da dupla) será o novo  pegador. E assim conseqüentemente.&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-7602656302830137980?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/7602656302830137980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/5-atividades-para-educacao-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/7602656302830137980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/7602656302830137980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/5-atividades-para-educacao-fisica.html' title='5 atividades para Educação Física Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6371103126012599081</id><published>2012-01-18T05:33:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:33:58.780-08:00</updated><title type='text'>Agressividade de crianças não pode ser recompensada</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;                 &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt; 	Há momentos em que ignorar uma criança é a melhor maneira de evitar que  ela se torne violenta. A premissa é de Brian Iwata, da Universidade da  Flórida, nos EUA, especialista em comportamentos problemáticos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	"O que consideramos comportamento problemático é a agressividade e as  autoagressões", explica o pesquisador, que veio ao Brasil para  participar do congresso "Avanços na Pesquisa e no Tratamento do  Comportamento Autista", da Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA).&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Iwata não trabalha apenas com crianças autistas, mas elas são parte  importante do grupo que é estudado. Ele estima que cerca de 15% dos  autistas apresentem comportamento agressivo, e que outros 15% pratiquem  autoagressões – "eles se batem, se mordem e se arranham", esclarece.&lt;/p&gt; &lt;div class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; 	&lt;strong&gt;Recompensa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; 	"Há uma tendência na psicologia e na psiquiatria de colocar a causa do  comportamento dentro da pessoa. Nós [da corrente de pesquisa de Iwata]  tendemos a procurar fora da pessoa e descobrir o que, no meio ambiente,  está mantendo esse comportamento. Quase sempre há algo no meio  ambiente", aponta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; 	Para Iwata, o que faz com que a criança continue com o comportamento problemático é o que ele chama de "recompensa".&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	"Quando as crianças se machucam, os pais têm que dar atenção. O que os  pais professores fazem com frequência é dar atenção demais em resposta a  esse comportamento. E dão outras coisas: lanches, histórias, jogos",  conta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Além da recompensa, existe outro processo, que Iwata chama de &amp;quot;fuga&amp;quot;.  Se a criança não quer fazer uma ação, pode se tornar agressiva ou se  machucar para não ter que obedecer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	"Em geral, ou é algum tipo de recompensa ou é algum tipo de fuga", diz o  especialista. "Nós tentamos descobrir qual é o caso para depois  descobrir qual deve ser o tratamento".&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Segundo Iwata, os métodos de tratamento estão cada vez mais precisos e  específicos para cada tipo de comportamento e local onde é apresentado –  em casa ou na escola. Ele considera também que as avaliações estão  sendo feitas com mais rapidez, o que faz com que o comportamento das  crianças seja tratado com mais facilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: G1&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6371103126012599081?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6371103126012599081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/agressividade-de-criancas-nao-pode-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6371103126012599081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6371103126012599081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/agressividade-de-criancas-nao-pode-ser.html' title='Agressividade de crianças não pode ser recompensada'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-670322666051599185</id><published>2012-01-18T05:13:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:13:07.393-08:00</updated><title type='text'>Educação Física Pré-escolar e Escolar: Uma Abordagem Psicomotora</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="www.submarino.com.br/produto/1/23932562/educacao+fisica+pre-escolar+e+escolar:+uma+abordagem+psicomotora/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/23932562.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/23932562.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br&gt;     &lt;p align="justify"&gt;    Em linguagem clara, simples e  objetiva, este livro apresenta uma consistente fundamentação teórica em  sua primeira parte e, na segunda e última, 1600 objetivos  comportamentais ou finais, devidamente estabelecidos por níveis de idade  e por categorias de taxonomia psicomotora, consoante os conteúdos  próprios da Educação Física que, certamente, se constituirão em valioso  subsídio didático-pedagógico para o professor ou especialista atuante  com crianças de 4 a 12 anos de idade.  Os conteúdos programáticos  abordados neste livro servem como parâmetros para o estudo, diagnóstico,  acompanhamento e tratamento de distúrbios de aprendizagem e anomalias  psicomotoras por profissionais ligados à área da Educação, Educação  Especial e Reabilitação Motora.  Também os pais de crianças portadoras  de distúrbios psicomotores, deficientes educáveis e/ou treináveis e  correlatos terão neste livro um valioso instrumento de conhecimento,  acompanhamento e reforço dinâmico do processo integrado de reeducação no  meio familiar.    &lt;br&gt;&lt;br&gt; 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;EDIPA 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;JOHANN G.G. MELCHERTS HURTADO 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2011 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;5 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;156 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;a href="www.submarino.com.br/produto/1/23932562/educacao+fisica+pre-escolar+e+escolar:+uma+abordagem+psicomotora/?franq=172965"&gt;				 &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/23932562/educacao+fisica+pre-escolar+e+escolar:+uma+abordagem+psicomotora/?Franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-670322666051599185?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/670322666051599185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/educacao-fisica-pre-escolar-e-escolar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/670322666051599185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/670322666051599185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/educacao-fisica-pre-escolar-e-escolar.html' title='Educação Física Pré-escolar e Escolar: Uma Abordagem Psicomotora'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-964702840567008211</id><published>2012-01-16T03:48:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T03:48:36.313-08:00</updated><title type='text'>Planejamento na Educação Física Escolar</title><content type='html'>&lt;h1&gt; &lt;/h1&gt;    &lt;div id="body"&gt;&lt;br&gt;&lt;div id="main"&gt;&lt;div id="content"&gt;&lt;p class="style3" align="justify"&gt;INTRODUÇÃO &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Na construção de um  planejamento nos  deparamos com alguns equívocos comuns que precisam ser  superados se  quisermos construir uma educação de qualidade. O primeiro equívoco  diz  respeito à concepção de que planejamento deve ser feito apenas no início  do  ano. Ora, se entendermos que a função do planejamento é organizar a  ação  docente veremos que a idéia de se construir o mesmo somente no  início do ano  esconde uma visão do planejamento como algo pontual.  Entendemos que isso seja  um erro, pois, na verdade, o vemos como um  processo e como tal orienta a  organização da ação docente que acontece  durante todo o ano e está sujeita a  alterações impostas pela realidade  cotidiana. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Um outro equívoco é a falta de   percepção de que o planejamento está estreitamente relacionado à  dinâmica da  prática cotidiana. Assim, ao restringir sua construção ao  início do ano o  professor não considera, no processo de aprendizagem,  questões decorrentes de  seu próprio trabalho e muitas vezes copia o que  utilizou no ano anterior. Em  decorrência disto, o ensino fica cada vez  mais destacado de uma realidade que é  rica e que se transforma a cada  dia. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Mais um engano que tem  ocorrido na  confecção do planejamento é sua construção ocorrer de forma isolada   pelo professor. Como resultado ou causa desta atitude temos um  isolamento que  faz com que cada um trabalhe por si só sem que se  construa um projeto coletivo  de escola, de educação e de formação. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Um último equívoco é o que  descola o  planejamento de um projeto político pedagógico. Quando isso ocorre, o   planejamento perde o referencial, pois é utilizado sem se ter clareza de  onde  se quer chegar, ou seja, em que sociedade se quer viver e em  função disto que  homem precisa ser formado. Aqui neste ponto nos  detemos para discutir a  importância de se relacionar o planejamento com  os objetivos da formação do  sujeito na escola e em função disso que  escola devemos ter. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;POR QUE PLANEJAR? &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Se for para organizar o  trabalho do  professor e da escola precisamos saber que objetivos buscamos com  esta  organização. Nesse sentido, entendemos que restringir o planejamento a  um simples  instrumento capaz de melhorar a qualidade do nosso trabalho é  destituí-lo do  seu papel político e revesti-lo de uma suposta  neutralidade. Ao fazermos isso  estaríamos imersos na ilusão de que o  trabalho pedagógico é neutro e não  interfere nas características do  sujeito que estamos formando. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Libâneo (1994), ao falar da   importância do planejamento, afirma que este é um processo que visa a  articular  o trabalho da escola com a realidade social e que tudo que  ocorre no interior  da escola está atravessado de significados  políticos, econômicos e culturais  característicos da sociedade em que  vivemos. Prosseguindo, o autor frisa que se  não refletirmos sobre estes  significados e não atuarmos sobre os mesmos,  tentando transformá-los  de acordo com as nossas concepções, estaremos apenas  reproduzindo o que  já existe e assim mantendo a estrutura social intacta. Ora,  se  concordamos que a sociedade deve continuar do jeito que ela é hoje não  temos  que nos preocupar em alterar os significados sociais que  perpassam o nosso  cotidiano, mas se nos encontramos insatisfeitos com o  que presenciamos é  fundamental empreendermos ações que modifiquem as  características desta  sociedade. É como nos diz Libâneo: &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;o planejamento é uma atividade  de  reflexão acerca das nossas opções e ações; se não pensarmos detidamente   sobre o rumo que devemos dar ao nosso trabalho, ficaremos entregues aos  rumos  estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade (1994, p.  222). &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;No mesmo sentido, Luckesi  (1998)  afirma que planejar implica uma escolha e envolve juízos e valores sobre   uma determinada realidade. Ele ressalta que o planejamento é uma  atividade-meio  orientada para uma finalidade e que esta contém opções  políticas e filosóficas  acerca da sociedade na qual vivemos. O autor  faz ainda uma crítica àqueles que  defendem o planejamento como uma  técnica neutra que deve ser utilizada somente  para racionalizar a ação,  pois entende que agindo assim &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;pouco ou nada se discute a  respeito  do significado social e político da ação que se está planejando. Não  se  pergunta pelas determinações sociais que estão na base do problema a  ser  enfrentado, assim como não se discutem as possíveis conseqüências   político-sociais que decorrerão do projeto em pauta (LUCKESI, 1998, p.  107). &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Luckesi (1998) deixa claro que  não  está negando a importância de considerarmos o lado técnico do  planejamento,  pois reconhece que a necessidade de organizar o trabalho  de uma melhor forma  para que os objetivos possam ser alcançados é  facilitada pelo ato de planejar.  Defende que o planejamento deve ser ao  mesmo tempo técnico e políticofilosófico  garantindo uma ação eficiente  para alcançar os objetivos, definidos  anteriormente, que deverão estar  de acordo com os valores relacionados a uma  concepção de sociedade. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Devemos planejar então nossa  ação  pedagógica tendo como balizadores o tipo de Homem que queremos formar e a   sociedade que pretendemos ajudar a construir. Esses balizadores nos  ajudarão a  definir os objetivos a serem atingidos e que, por sua vez,  serão os norteadores  dos conteúdos com os quais iremos trabalhar e dos  procedimentos de ensino que  iremos utilizar. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;PARA ONDE DESEJAMOS IR &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Nosso caminho tem início na discrição   sucinta da definição de sociedade e de Homem que queremos, para  posteriormente  apresentarmos um planejamento específico à disciplina  Educação Física que ao  nosso ver entrelaça nossas intenções com nossa  ação pedagógica. Neste processo  precisamos, de acordo com Luckesi  (1998) e Libâneo (1994), avaliar as  características da sociedade e do  homem que temos para poder visualizar as  mudanças que gostaríamos de  efetivar nesta sociedade e neste homem. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;A sociedade &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Vivemos em uma sociedade  extremamente  desigual onde uma minoria privilegiada tem possibilidade de  usufruir  os bens advindos da mais alta tecnologia enquanto que a grande maioria   não tem sequer atendidas as suas necessidades básicas de alimentação,  saúde e  moradia. Com o desenvolvimento tecnológico alcançado, toda  sociedade poderia  ter condições de usufruir um alto padrão de qualidade  de vida, o que, no  entanto, não acontece. Isso, ao nosso ver, é  extremamente injusto e precisa ser  mudado. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Assim, avaliamos que é  necessário  construir uma sociedade alternativa a esta, e para isso dois  conceitos  são primordiais: igualdade e justiça social. Entendemos que essa   igualdade deve garantir aos indivíduos uma condição de vida mais digna,  na qual  todos possam se apropriar e usufruir os bens produzidos pela  humanidade.  Atrelado a este conceito, pensamos a justiça social como  uma necessidade que  temos de acabar com a fome, com a miséria, com a  ignorância, e buscar uma  condição de vida igual para todos. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Partindo dessa visão, nos  juntamos a  Frigotto (1995), o qual, apoiado nas idéias de Oliveira (1992),   Coutinho (1984 e 1991) e Hobsbawm (1992), defende que o caminho para uma   sociedade alternativa deve ser &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;o da radicalização da  democracia, por  uma democracia revolucionária (WEFFORT, 1984). Este tipo de  democracia  é tido como subversiva, pois contesta a idéia de que o poder vem   naturalmente de cima para baixo, seja esse poder político ou econômico.  Assim,  para que a democracia seja revolucionária, ela deve conter uma  predominância  dos mecanismos de participação, de democracia direta,  onde se dê uma intensa  participação popular. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Dessa forma, pensamos que o   planejamento deve privilegiar objetivos de trabalho, conteúdos e métodos  que se  enquadrem nessa visão de democracia e que auxiliem na formação  de um sujeito  participativo. Fica claro aqui que intimamente associada à  visão de sociedade está  a idéia de homem, assim, acreditamos ser  importante falarmos desta estreita  relação entre o homem que  perseguimos na busca da sociedade que almejamos. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;O homem &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;No decorrer da História, as   diferentes sociedades têm concedido características aos homens que dela  fazem  parte no que se refere a sua forma de pensar, de viver, de se  relacionar com a  natureza, com os outros homens e com os bens  produzidos através do trabalho.  Nas sociedades capitalistas como a  nossa, podemos destacar como características  marcantes do homem o  individualismo e a competitividade exacerbada. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Essas características são  marcantes  porque na sociedade em que vivemos predomina a idéia de que os  direitos  são o resultado do esforço individual, e não a de que é a sociedade   que deve garantir esses direitos às pessoas. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Guattari (1987) chama atenção  para a  própria noção de indivíduo, a qual é uma construção que serve à lógica   capitalista e ao seu modo de produção e estabelece uma diferenciação  entre  indivíduo e subjetividade1. Esse autor esclarece que a primazia  do indivíduo  sobre o campo social é um instrumento de redução das  relações de produção da  sociedade capitalista. Portanto, deixamos de  perceber as relações de conjunto,  o todo, o grupo, a classe para  observar os indivíduos isoladamente, o que é  fundamental para a  captação e subordinação da força de trabalho. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Assim, baseado nessas idéias,  pode-se  inferir que o predomínio do individual sobre o coletivo aponta a forma   como os homens se relacionam com os outros e com a sociedade. Cada um  existe  por si e para si mesmo, e deve conquistar os bens necessários à  sua  sobrevivência. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;A relação que resulta deste   comportamento é a competição, pois para alcançar uma posição melhor na   sociedade o homem tem, muitas vezes, que sobrepujar um outro. Está  conformada  assim uma relação de oposição entre os indivíduos, cada um  tem que provar que é  mais capaz para poder obter mais dinheiro e mais  direitos. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Essa lógica acaba sendo tão   internalizada que mesmo quando não existe uma posição em disputa os  homens  acabam estabelecendo entre si uma relação de competição. Dessa  forma, ao invés  de perceber o seu semelhante como alguém que pode  contribuir para construir um  espaço comum melhor, nos acostumamos a  competir com ele na busca do que é  melhor para nós. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Guattari (1987) fala de uma   "participação inconsciente" dos sujeitos, a qual se dá a partir do  momento em  que esses sujeitos reproduzem, seja ativamente ou  passivamente, os modelos  dominantes da sociedade capitalista. Assim, o  autor aponta exemplos do que ele  chama de objetos institucionais  alienantes, ou seja, a família conjugal e sua  repressão intrafamiliar, o  patriotismo e seu cunho racista e o machismo. Esses  objetos, dentre  outros, geram no homem todo um ideal de comportamento  imaginário que  deve ser seguido e valorizado. Na garantia de efetivação desse   comportamento atua não só uma repressão de fora para dentro, mas também  um juiz  interno, talvez mais eficaz do que qualquer outra instituição  de controle, já  que produz angústia e sentimento de culpa do próprio  sujeito por não seguir de  acordo com a "normalidade". Esse controle  funciona também se valendo da  sugestão coletiva, atualmente muito  baseada na força da mídia, que transforma  comportamentos particulares  em ideais universais e faz com que todos busquem se  adaptar a esta  universalidade para assegurar sua aceitação pela sociedade. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Nesta perspectiva, Guattari  (1987)  aponta a necessidade de unir dois tipos de luta para a transformação da   sociedade. A primeira é a busca de uma sociedade mais justa em que  todos tenham  acesso aos bens nela produzidos. Já a segunda diz respeito  ao que o autor  denomina de lutas do desejo2 e está mais ligada à  questão da subjetividade. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Nesta segunda luta, o objetivo  é que o  sujeito passe a não mais tomar como referência a individualidade e a   subjetividade burguesas, mas que possa, a partir da liberação do seu  próprio  desejo, construir uma nova subjetividade, uma vez que esta está  sempre em  construção e segue as múltiplas possibilidades de ligações  que o desejo pode  encontrar, sendo assim subversiva, pois romperia com a  moral burguesa e todas  as suas institucionalizações. Neste caminho nos  diz que não devemos nos  contentar &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;em questionar a forma das  relações  entre exploradores e explorados, nós atacamos a raiz, a matéria da   exploração capitalista-burocrática, isto é, o trabalho assalariado, a  aceitação  passiva de um corte entre o trabalho e o desejo, o  investimento do trabalho  como droga de abolição de todos os desejos  abertos do mundo (GUATTARI, 1987, p.  61). &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Para esse autor, o desejo é   revolucionário, agente de construção de um novo devir, de novas  possibilidades,  o que pode provocar rupturas com as personalidades e  subjetividades  institucionalizadas pelo capitalismo. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Nesse sentido, acreditamos que  a  transformação deve estar em nós o tempo todo e que este novo homem deve  estar  aberto para a diferença e não pode tomar para si, nem cobrar dos  outros, que  tenham como referencial um modelo de homem instituído pela  moralidade burguesa.  Se desejamos uma realidade diferente não podemos  continuar nos relacionando uns  com os outros nos moldes instituídos  pela sociedade capitalista. A questão do  desejo é fundamental para que  não fiquemos à mercê dos consumismos, racismos,  machismos e outros  preconceitos que nos fazem adaptados às condições impostas  pela  sociedade em que vivemos. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Esta opção deve estar contida  no  planejamento como mais um elemento de transformação, já que, a formação  de  um sujeito que questione a "normalidade" da subjetividade  capitalista é uma  condição importante para a transformação da  sociedade. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;A Educação Física &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Cabe agora definir o nosso  caminho  por dentro da Educação Física na busca da construção de uma nova   sociedade e de um novo tipo de homem. Sabemos que este deve ser forjado  no  cotidiano das relações interpessoais, sendo assim, não podemos  perder de vista  que o trabalho na escola deve passar, entre outras  possibilidades, pelo  interior de cada disciplina. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Nesse sentido, entendemos que  o  paradigma da Aptidão Física, bastante presente nas nossas escolas, está   diretamente ligado a uma visão de mundo que corrobora com a  desigualdade, com o  individualismo e com a exacerbação da competição,  características da sociedade  e do homem capitalista que queremos  transformar. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Nesta concepção, a educação  física é  vista como uma prática neutra capaz de desenvolver aptidões e   habilidades de acordo com a capacidade individual. Seus princípios se  refletem  na disciplina através de uma incessante busca por melhorias de  desempenho  baseadas nos avanços científicos nas áreas de fisiologia,  biomecânica,  treinamento desportivo, entre outras. O desporto de alto  nível é muito  valorizado tanto na sua lógica de exacerbar o espírito  competitivo como para  gerar melhores desempenhos. Na verdade, essa  exacerbação do espírito  competitivo está bem de acordo com a sociedade  capitalista, já que por  intermédio dela surgem indivíduos mais ou menos  capazes para ocupar postos na  sociedade, servindo assim como  justificativa das desigualdades existentes. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Além disso, a concepção da  Aptidão  Física, de acordo com Coletivo de Autores (1992) preconiza a formação   de um homem adaptado, disciplinado, respeitador das normas e da  hierarquia bem  de acordo com os estereótipos ideais para o  desenvolvimento da sociedade  capitalista. Com &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;o "corpo fortalecido" o  indivíduo  poderá desempenhar aquilo que se espera dele nesta sociedade:  competir  com seus iguais por uma melhor posição na escala social, e assim   aumentar a produtividade do sistema.&lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Os esportes são muito utilizados   porque além de permitirem o exercício do alto rendimento já tem os seus  modelos  amplamente divulgados pela mídia. Além disso, a prática desses  esportes se dá  por meio de uma mecanização dos gestos que cria modelos,  institucionaliza uma  disciplina, tolhendo um livre conhecimento do  próprio corpo. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Para se contrapor a esta  visão,  procuramos uma concepção de educação física que possa servir como   referência em nosso cotidiano, e seja um instrumento de transformação da   sociedade capitalista. Optamos, então, por utilizar como base a  concepção  Crítico-superadora, uma vez que esta entende que a sociedade  em que vivemos não  é neutra, mas que favorece uma classe social, a  burguesia, em detrimento da  maioria, os trabalhadores. Essa concepção  tem como propósito encaminhar ações  educativas que possibilitem, em  última instância, a formação de sujeitos  comprometidos com a superação  desta sociedade. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Na busca de alteração dessa   realidade, a concepção Críticosuperadora aponta a necessidade de uma  luta pela  hegemonia das idéias, neste caso, das idéias da classe  trabalhadora, buscando  redimensionar os conceitos morais, políticos e  intelectuais de acordo com os  interesses desta classe, ou seja, a busca  de uma sociedade igualitária3. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Em relação à concepção de  homem, a  tendência crítico-superadora defende que na busca de uma nova  sociedade  novos valores devem ser afirmados. Assim, a solidariedade deve   substituir o individualismo, a cooperação deve vencer a competição, a   distribuição deve prevalecer sobre a apropriação, a liberdade de  expressão deve  levar à emancipação superando assim a dominação e a  submissão do homem pelo  homem. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Em relação à educação física,  a  concepção Crítico-superadora, presente no trabalho conhecido como  Coletivo de  autores (1992), defende a idéia, abraçada por nós em nosso  planejamento, de que  a educação física é uma disciplina que aborda os  conhecimentos produzidos pelo  homem acerca da cultura corporal e  pretende &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;desenvolver uma reflexão  pedagógica  sobre o acervo de formas de representação do mundo que o homem tem   produzido no decorrer da história, exteriorizadas pela expressão  corporal:  jogos, danças, lutas, exercícios ginásticos, esporte,  malabarismos,  contorcionismo, mímica e outros, que podem ser  identificados como formas de  representação simbólica de re-alidades  vividas pelo homem, historicamente  criadas e culturalmente  desenvolvidas (COLETIVO DE AUTORES, 1992, p. 38). &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Ou seja, entendemos que existe  uma  série de atividades que utilizam a expressão corporal como linguagem,  que  foram historicamente produzidas pelo homem e que devem ser  socializadas pela  escola. Essa concepção deve servir de instrumento  para uma forma diferente de  se apropriar desse conhecimento e também  para uma outra forma de se relacionar  com esses conteúdos que permitam  realizar uma ruptura com as subjetividades  instituídas pelo  capitalismo. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;O PLANEJAMENTO DA EDUCAÇÃO  FÍSICA &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Aqui construiremos um  planejamento  baseado nas concepções apresentadas anteriormente, iniciando-se  pelo  contexto em que iremos implementar este planejamento e atuar na busca da   transformação. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;A Escola em Foco &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;A escola em que atuamos é uma  escola  pública, administrada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e atende   majoritariamente aos moradores de uma favela que fica em frente à  escola e,  também, moradores de baixa renda de outras localidades  vizinhas. Assim, os  alunos dessa escola em sua maioria são de classe  baixa e classe média-baixa. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;A escola atende ao 3o e 4o  ciclos (5a  a 8a séries) do ensino fundamental e ao ensino médio. A maioria dos   alunos está na faixa entre 15 e 20 anos, muitos já trabalham ou buscam  inserção  no mercado de trabalho. Grande parte desses alunos vê na  escola apenas uma  possibilidade de obter um diploma que lhe permita  conseguir um trabalho melhor. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;A escola não possui um  trabalho  pedagógico coletivo sistemático. Isso se dá, entre outros motivos,   principalmente pelas condições de trabalho a que estão submetidos seus   profissionais. A escassez de material também é um problema que atinge a  escola,  assim como a falta de funcionários administrativos como  inspetores, porteiros,  vigias e serventes. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;A educação física sofre com  todos os  males que atingem a escola começando pela falta de material. Os   professores têm disponível uma quadra e uma sala para atividades  corporais  também utilizada para outros fins. Segundo nossas  observações, a visão que os  alunos, de um modo geral, têm da disciplina  é a de um espaço para o exercício  corporal, voltado para a prática dos  esportes, para a melhoria da condição  física, e até mesmo um simples  espaço para divertimento. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Diante disto, entendemos que  devemos  buscar ampliar a visão que os alunos possuem da educação física e,   interferir na visão que têm da realidade. Afinal, para construir uma  nova  sociedade é necessário que o aluno analise criticamente o mundo  que o cerca.  Para efeito, iremos apresentar nosso planejamento para a  1a série do ensino  médio. Escolhemos esta série porque é a que agrupa o  maior número de turmas na  escola, além de ser a série inicial do  ensino médio, uma nova etapa no processo  de formação, na qual o aluno  começa, mais claramente, a lidar com temas ligados  ao mundo do  trabalho. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;Objetivos &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;OBJETIVOS GERAIS &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Os objetivos gerais estão  diretamente  ligados às concepções de sociedade e de homem que apresentamos   anteriormente. Assim, o nosso objetivo é contribuir para a formação de  um  indivíduo autônomo, capaz de atuar criticamente e transformar o  contexto em que  vive. Nesse sentido, entendemos que é necessário o  aluno se perceber enquanto  sujeito pertencente a uma determinada classe  social, pois essa noção é  fundamental para que as transformações que o  mesmo ajude a imprimir na  sociedade venham ao encontro das  necessidades do grupo ao qual pertence. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;OBJETIVOS ESPECÍFICOS &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Como objetivos específicos  para a 1a série, intencionamos levar &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;o aluno a uma reflexão acerca  do  significado da educação física. A partir daí buscamos que o mesmo comece  a  ter condições de analisar criticamente a relação entre a disciplina e  a  realidade social. Pretendemos que o aluno tenha condições de  analisar e posicionar-se  frente à relação entre a nossa disciplina e a  educação; questionar o peso  exacerbado que a competição tem na educação  física e na sociedade; analisar o  papel que o esporte (mais  especificamente o futebol na sociedade brasileira)  desempenha no mundo  atual; compreender criticamente o processo de  institucionalização dos  jogos e a importância deste tipo de atividade para a  conformação da  identidade cultural do nosso país e incentivar a valorização de  outras  formas de comunicação, mais especificamente a expressão corporal. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;Conteúdos e Estratégias &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;No primeiro bimestre  pretendemos  iniciar discutindo a relação entre a educação e a educação física.   Buscamos questionar a concepção que os alunos têm da disciplina e  mostrar que a  mesma desempenha um papel importante na formação, pois  possui conhecimentos  importantes para a compreensão da realidade.  Apresentaremos diferentes  concepções de educação e educação física,  mostrando como essas diferenças se  apresentam nas aulas e tentaremos  provocar o questionamento acerca dos  pressupostos em que essas aulas se  baseiam, utilizando como conteúdo os  esportes. Assim, nos valeremos  das diferentes formas de trabalhar com suas  manifestações, por exemplo,  o basquete, a fim de debater o entendimento dos  alunos em relação à  disciplina. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Ainda nesse bimestre  discutiremos o  peso exacerbado que a competição tem na disciplina. Faremos isso   utilizando o conteúdo jogo, procurando demonstrar a oposição entre os  jogos  competitivos e cooperativos, fazendo os alunos vivenciarem os  dois tipos e  debaterem sobre os pressupostos presentes em cada tipo de  aula, em cada tipo de  jogo. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Para o segundo bimestre,  pretendemos  trabalhar mais uma vez o esporte e mais especificamente o futebol.  Isso  porque entendemos que, além de projetar elementos da nossa cultura e   valores da nossa sociedade, este é um conhecimento sempre presente no  interesse  de nossos alunos. Assim jogando, vivenciando as questões que  surgem no jogo,  poderemos discutir sobre os elementos presentes no  mesmo. Por meio da prática  poderemos analisar as relações estabelecidas  entre os participantes e  discuti-las. Desta forma, questões como o  machismo, a tendência a se excluir  aqueles que não sabem jogar, a  competitividade exacerbada e a lógica presente  na competição que  reflete àquela presente na sociedade capitalista poderão ser  refletidas  e debatidas com os alunos. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Faremos um tribunal onde poderemos   discutir questões que surgem sobre o futebol, mas que estão relacionadas  com a  sociedade. Com isso pretendemos ampliar a visão que os alunos  têm do futebol e  da sua relação com a sociedade e estimular uma análise  crítica não só do  futebol, como também do esporte em geral e da  sociedade como um todo. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Acreditamos que a partir de um  olhar  mais aprofundado acerca dos fenômenos que cercam o futebol no Brasil   poderemos observar, analisar e compreender o esporte como um fenômeno  social e  histórico importante na nossa sociedade. Assim, a partir deste  entendimento,  queremos deixar claro que a transformação do esporte por  meio da atuação de  cada um de nós, professores e alunos, faz parte da  transformação da sociedade. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;No terceiro bimestre  pretendemos  trabalhar os jogos não desportivos. Nosso intuito é que os alunos   possam analisar comparativamente os elementos presentes nesse tipo de  jogo e  naqueles chamados desportivos. Através da prática iremos alterar  as regras dos  esportes e dos jogos populares de acordo com os nossos  interesses, demonstrando  que essas atividades devem se adaptar às  nossas necessidades, e não o  contrário. Esta estratégia nos permite  provocar a reflexão sobre o processo de  institucionalização dos jogos e  de construção das regras e estimular o  entendimento de que esta  institucionalização é fruto da ação dos indivíduos.  Estendendo esta  percepção para o contexto social podemos questionar a  construção das  regras, das leis na nossa sociedade e refletir se essas  regulamentações  são favoráveis ou não à maioria da população. Ao mesmo tempo,   poderemos questionar as necessidades criadas pelo mercado, que acabam   determinando as regras (como no caso das regras do vôlei, alteradas  pelas  necessidades da televisão) e definindo quais as atividades que  ganham status e  assim podem participar de eventos como as Olimpíadas.  Contra esta determinação  do mercado, devemos estimular o debate acerca  das nossas reais necessidades, e  da possibilidade de transformar os  jogos, os esportes e a sociedade de acordo  com os nossos interesses. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Buscamos ainda nesse bimestre   estimular um maior conhecimento da nossa cultura trabalhando com os  jogos  populares e discutindo seus significados. Pediremos aos alunos  que tragam para  a aula jogos e brincadeiras realizados por eles e por  seus parentes para que os  pratiquemos, fazendo assim um apanhado de  jogos de regiões do país, seus nomes,  formas de jogar, regras, etc.  Assim, poderemos perceber o quanto essas  atividades vêm passando de  geração em geração, e socializar um conhecimento que  apesar de pouco  valorizado é importante para a constituição da nossa  identidade. Aqui  estaremos incentivando a percepção do aluno como um  produtor/reprodutor  da cultura e valorizando aquilo que parte dele em oposição  às  necessidades criadas pelo mercado. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;No quarto bimestre nossa  intenção é  realizar atividades que proporcionem um contato maior com a  expressão  corporal. Nesse sentido, &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;o conteúdo priorizado será a  dança e  teremos como tarefa para a série a construção de uma coreografia. Aqui   queremos valorizar uma outra forma de comunicação, além de mostrar uma  das  experiências corporais produzidas historicamente pelo homem. Com a  construção  de uma coreografia vamos estimular o aluno a vivenciar a  possibilidade de  transmitir uma mensagem através de uma linguagem que  não é a falada nem a  escrita. Assim os alunos poderão escolher uma  música e construir uma seqüência  de movimentos que transmitam uma  mensagem a partir da interpretação que fazem  da música selecionada. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Buscamos estimular a  criatividade do  aluno e proporcionar a ele a vivência de um processo de  construção  coletiva. Neste processo, objetivamos exercitar o respeito à  diferença  de opiniões e a busca do consenso, sem o qual será impossível  construir  a coreografia. Uma reflexão acerca das relações estabelecidas durante  o  processo é um elemento importante para discussão e para a compreensão  de que  as questões que aparecem nos grupos são um reflexo dos valores  dos  participantes e da sociedade e devem ser transformadas quando não  contribuem  para que possamos viver melhor. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;A avaliação &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Ao nosso ver os princípios que  regem a  avaliação devem estar em consonância com a sociedade e o homem que se   quer formar. Assim consideramos o aluno como participante, e não como um   objeto, realizando uma avaliação compartilhada. Nesse sentido,  entendemos que  as informações devem estar acessíveis não só para o  professor, mas também para  o aluno, que assim possui instrumentos para  ser sujeito do seu próprio processo  de transformação. A avaliação deve  ser considerada um processo que se dá a todo  momento e que sempre nos  fornece informações para alterações no nosso percurso.  Não podemos  deixar que ela seja pontual, reduzida aos momentos de "prova". Ela  deve  ser diagnóstica, e não classificatória, porque não pretendemos   classificar, nem tampouco criar hierarquias entre os alunos, mas  observar a  todo instante se eles estão caminhando na direção dos  objetivos propostos. Isso  possibilita que possamos mudar as estratégias  se entendermos que não estamos  avançando na direção desejada. A  avaliação não deve ser punitiva, mas um  estímulo à busca da melhoria de  uma forma permanente. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Diante do que foi exposto para   cumprir com a obrigação burocrática de dar ao aluno uma nota ou  conceito, pretendemos  valorizar a participação do aluno nas aulas e nas  tarefas e, junto com ele,  discutir como está essa participação. Nesse  caminho, pretendemos estimular e  valorizar a reflexão crítica do aluno  sobre a sua participação, sobre a  disciplina e as relações que esta  estabelece com a escola e com a sociedade.  Sendo assim, em todos os  momentos, inclusive naqueles que fazem parte do  cumprimento da  obrigação da nota, estaremos propondo que o aluno exercite a sua   reflexão crítica e que juntos possamos avaliar os seus avanços na  compreensão  da realidade. Faremos isso sem perder de vista que o  momento de cada um deve  ser respeitado, assim como as características  individuais, valorizando mais o  empenho e disposição em avançar. &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;Construindo o planejamento  desta  forma, entendemos que estamos atendendo os pressupostos que defendemos   desde o início deste texto. Mostramos a importância de basear o nosso  trabalho  nos nossos referenciais de sociedade e homem. Por isso eles  estão presentes nos  objetivos, nos temas que escolhemos, na forma em  que pretendemos abrangê-los,  nas atividades propostas e na avaliação. &lt;/p&gt;&lt;p class="style3" align="justify"&gt;NOTAS &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;* Texto construído a partir do   trabalho final do Curso de Especialização em Educação Física Escolar da   Universidade Federal Fluminense orientado pela professora mestre Neyse  Luz  Muniz. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;** Mestre em Administração  Pública pela Fundação Getúlio Vargas e Professor das redes Municipal e Estadual  do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;1 A diferença entre indivíduo  e  subjetividade afirmada por Guattari e Rolnik (1986) estabelece que no   primeiro caso existe uma produção em série, uma modelização, uma  centralização  no corpo que totaliza determinadas características  "dentro de si". Já a subjetividade  é uma multiplicidade, não é passível  de ser totalizada, centralizada, pois é  essencialmente social,  circulante em todos os processos de produção sejam eles  sociais ou  econômicos. Para o autor, a maneira como os indivíduos se relacionam   com a subjetividade pode variar entre dois extremos: "uma relação de  alienação  e opressão, na qual o indivíduo se submete à subjetividade  tal como a recebe,  ou uma relação de expressão e criação, na qual o  indivíduo se reapropria dos  componentes da subjetividade", produzindo a  singularização (1986, p. 33). &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;2 Para o autor, as lutas do  desejo  são aquelas ao "nível do indivíduo, do casal, da família, da escola, do   grupo militante, da loucura, das prisões, da homossexualidade, etc."  (GUATTARI,  1987, p. 20). &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;3 Para Gramsci, uma classe  mantém o  seu domínio sobre outra não só pelo uso da força, mas também pela   capacidade de criar um consenso em torno de suas idéias que as tornam  idéias de  toda a sociedade. Segundo Bottomore (2001, p. 177), Gramsci  afirma que a classe  dominante é capaz de "ir além de seus interesses  corporativos estreitos,  exercendo uma liderança moral e intelectual e  fazendo concessões, dentro de  certos limites, a uma variedade de  aliados unificados num bloco social de  forças [...] esse bloco  representa uma base de consentimento para uma certa  ordem social, na  qual a hegemonia de uma classe dominante é criada e recriada  numa teia  de instituições, relações sociais e idéias". &lt;/p&gt; &lt;p class="style3" align="justify"&gt;REFERÊNCIAS &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;BOTTOMORE, Tom. Dicionário do  Pensamento Marxista. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;COLETIVO DE AUTORES.  Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;COUTINHO, Carlos Nelson.  Democracia e  socialismo no Brasil hoje. In: IBASE (Org.). A democracia como   proposta. Rio de Janeiro: Ibase, 1991. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;____. A democracia como valor  universal e outros ensaios. Rio de Janeiro: Salamandra, 1984. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação  e crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;GUATTARI, Felix. Revolução  Molecular: pulsações políticas do desejo. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;GUATTARI, Felix &amp;amp; ROLNIK,  Sueli. Micropolítica cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes, 1986. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;HOBSBAWM, Eric. Adeus a tudo  aquilo e  Renascendo das cinzas. In: BLACKBURN, Robin. Depois da queda. Fracasso   do comunismo e o futuro do socialismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra,  1992.  LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo, Cortez, 1994. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;LUCKESI, Cipriano C. Avaliação  da aprendizagem escolar. 8. ed. São Paulo: Cortez, 1998. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;OLIVEIRA, Francisco de. O  surgimento  do antivalor: capital, força de trabalho e fundo público. Revista  Novos  Estudos – CEBRAP. São Paulo, n. 22, p. 8-28, out. 1998, e Collor – A   falsificação da ira. Rio de Janeiro: Imago, 1992. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="justify"&gt;WEFFORT, Francisco C. Por que  democracia? São Paulo: Brasiliense, 1984. &lt;/p&gt; &lt;p class="style1" align="right"&gt;MARCELO NUNES SAYÃO**&lt;br&gt;   NEYSE LUZ MUNIZ*** &lt;br&gt;   Endereço para correspondência:&lt;br&gt;   Travessa Pepe 10/503 Botafogo  – Rio de Janeiro – RJ CEP 22290-020&lt;br&gt;   E-mail: &lt;a href="mailto:msayao@montreal.com.br"&gt;msayao@montreal.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-964702840567008211?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/964702840567008211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/planejamento-na-educacao-fisica-escolar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/964702840567008211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/964702840567008211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/planejamento-na-educacao-fisica-escolar.html' title='Planejamento na Educação Física Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8699041813688545426</id><published>2012-01-11T09:10:00.001-08:00</published><updated>2012-01-11T09:10:50.039-08:00</updated><title type='text'>Principais tendências pedagógicas da Educação Física escolar a partir da década de 80</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;ABORDAGEM DESENVOLVIMENTISTA&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;O  modelo desenvolvimentista é explicitado, no Brasil, principalmente nos  trabalhos de Tani et alii (1988) e Manoel (1994). A obra mais  representativa desta abordagem é &lt;u&gt;&amp;quot;Educação Física Escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista&lt;/u&gt;  (Tani et alii, 1988). Vários autores são citados no trabalho exposto,  mas dois parecem ser fundamentais; D. Gallahue e J. Connoly. Para Tani  et alii (1988) a proposta explicitada por eles é uma abordagem dentre  várias possíveis, é dirigida especificamente para crianças de quatro a  quartoze anos, e busca nos processos de aprendizagem e desenvolvimento  uma fundamentação para a Educação Física escolar. Segundo eles é uma  tentativa de caracterizar a progressão normal do crescimento físico, do  desenvolvimento fisiológico, motor, cognitivo e afetivo-social, na  aprendizagem motora e, em função destas características, sugerir  aspectos ou elementos relevantes para a estruturação da Educação Física  Escolar (p.2).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os autores desta abordagem defendem  a idéia de que o movimento é o principal meio e fim da Educação Física,  propugnando a especificidade do seu objeto. Sua função não é  desenvolver capacidades que auxiliem a alfabetização e o pensamento  lógico-matemático, embora tal possa ocorrer como um subproduto da  prática motora.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É, também, feita a ressalva de que  a separação aprendizagem do movimento e aprendizagem através do  movimento é apenas possível a nível do conceito e não do fenômeno,  porque a melhor capacidade de controlar o movimento facilita a  exploração de si mesmo e, ao mesmo tempo, contribui para um melhor  controle e aplicação do movimento.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Habilidade  motora é um dos dos conceitos mais importantes dentro desta abordagem,  pois é através dela que os seres humanos se adaptam aos problemas do  cotidiano, resolvendo problemas motores. Grande parte do modelo  conceitual desta abordagem relaciona-se com o conceito de habilidade  motora. Para a abordagem desenvolvimentista, a Educação Física deve  proporcionar ao aluno condições para que seu comportamento motor seja  desenvolvido através da interação entre o aumento da diversificação e a  complexidade dos movimentos. Assim, o principal objetivo da Educação  Física é oferecer experiências de movimento adequadas ao seu nível de  crescimento e desenvolvimento, a fim de que a aprendizagem das  habilidades motoras seja alcançada. A criança deve aprender a se  movimentar para adaptar-se as demandas e exigências do cotidiano em  termos de desafios motores. Os conteúdos devem obedecer uma sequência  fundamentada no modelo de taxionomia do desenvolvimento motor, proposta  por Gallahue (1982) e ampliada por Manoel (1994), na seguinte ordem:  fase dos movimentos fetais, fase dos movimentos espontâneos e reflexos,  fase de movimentos rudimentares, fase dos movimentos fundamentais, fase  de combinação de movimentos fundamentais e movimentos culturalmente  determinados.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tais conteúdos, devem ser  desenvolvidos segundo uma ordem de habilidades, do mais simples que são  as habilidades básicas para as mais complexas, as habilidades  específicas. As habilidades básicas podem ser classificadas em  habilidades locomotoras (por exemplo: andar, correr, saltar, saltitar), e  manipulativas (por exemplo: arremessar, chutar, rebater, receber) e de  estabilização (por exemplo: girar, flexionar, realizar posições  invertidas). Os movimentos específicos são mais influenciados pela  cultura e estão relacionados à prática dos esportes, do jogo, da dança  e, também, das atividades industriais.&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;ABORDAGEM CONSTRUTIVISTA-INTERACIONISTA&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;No  Brasil e, mais especificamente, no Estado de São Paulo, a proposta  construtivista-interacionista vêm ganhando espaço. É apresentada  principalmente nas propostas de Educação Física da Coordenadoria de  Estudos e Normas Pedagógicas (CENP) que tem como colaborador o Professor  João Batista Freire. Seu livro &amp;quot;Educação de corpo inteiro&amp;quot;, publicado  em 1989, teve papel determinante na divulgação das idéias  construtivistas da Educação Física. Esta abordagem tem se infiltrado no  interior da escola e o seu discurso está presente nos diferentes  segmentos do contexto escolar. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A proposta  denominada interacionista-construtivista é apresentada como uma opção  metodológica, em oposição às linhas anteriores da Educação Física na  escola, especificamente à proposta mecanicista, caracterizada pela busca  do desempenho máximo, de padrões de comportamento sem considerar as  diferenças individuais, sem levar em conta as experiências vividas pelos  alunos, com o objetivo de selecionar os mais habilidosos para  competições e esporte de alto nível. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para  compreender melhor esta abordagem, baseada principalmente nos trabalhos  de Jean Piaget, utilizaremos as próprias palavras da proposta: &amp;quot;No  construtivismo, a intenção é construção do conhecimento a partir da  interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples  exercício de ensinar e aprender...Conhecer é sempre uma ação que implica  em esquemas de assimilação e acomodação num processo de constante  reorganização&amp;quot; (CENP; 1990, p. 9). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A principal  vantagem desta abordagem é a de que ela possibilita uma maior integração  com uma proposta pedagógica ampla e integrada da Educação Física nos  primeiros anos de educação formal. Porém, desconsidera a questão da  especificidade da Educação Física. Nesta visão o que pode ocorrer com  certa frequência, é que conteúdos que não tem relação com a prática do  movimento em si poderiam ser aceitos para atingir objetivos que não  consideram a especificidade do objeto, que estaria em torno do eixo  corpo/movimento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A preocupação com a aprendizagem  de conhecimentos, especialmente aqueles lógico matemáticos, prepara um  caminho para Educação Física como um meio para atingir o desenvolvimento  cognitivo. Neste sentido, o movimento poderia ser um instrumento para  facilitar a aprendizagem de conteúdos diretamente ligados ao aspecto  cognitivo, como a aprendizagem da leitura, da escrita, e da matemática,  etc. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A abordagem teve o mérito de levantar a  questão da importância da Educação Física na escola considerar o  conhecimento que a criança já possue, independentemente da situação  formal de ensino, porque a criança, como ninguém, é uma especialista em  brinquedo. Deve-se, deste modo, resgatar a cultura de jogos e  brincadeiras dos alunos envolvidos no processo ensino-aprendizagem, aqui  incluídas as brincadeiras de rua, os jogos com regras, as rodas  cantadas e outras atividades que compõem o universo cultural dos alunos.  Na proposta construtivista o jogo enquanto conteúdo/estratégia tem  papel privilegiado. É considerado o principal modo de ensinar, é um  instrumento pedagógico, um meio de ensino, pois enquanto joga ou brinca a  criança aprende. Sendo que este aprender deve ocorrer num ambiente  lúdico e prazeiroso para a criança. &lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;ABORDAGEM CRÍTICO-SUPERADORA&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também  em oposição ao modelo mecanicista, discute-se na Educação Física, a  abordagem crítica-superadora, como uma das principais tendências. Esta  proposta tem representantes nas principais Universidades do país e é,  também, a que apresenta um grande número de publicações na área,  especialmente em periódicos especializados.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A  proposta crítico-superadora utiliza o discurso da justiça social como  ponto de apoio, e é baseada no marxismo e néo-marxismo, tendo recebido  na Educação Física grande influência dos educadores Libaneo e Saviani. O  trabalho mais marcante desta abordagem foi publicado em 1992, no livro  intitulado &lt;u&gt;&amp;quot;Metodologia do ensino da Educação Física,&amp;quot;&lt;/u&gt; publicada por um coletivo de autores. Isto porém, não quer dizer que outros trabalhos importantes, como por exemplo, &lt;u&gt;&amp;quot;Educação Física cuida do corpo ...e mente&amp;quot;&lt;/u&gt; (Medina, 1983), &amp;quot;&lt;u&gt;Prática da Educação Física no primeiro grau: Modelo de reprodução ou perspectiva de transformação?&amp;quot; &lt;/u&gt;(Costa, 1984), &amp;quot;&lt;u&gt;Educação Física e aprendizagem social&amp;quot;,&lt;/u&gt; (Bracht,1992), não tenham sido publicados antes desta data.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Esta  pedagogia levanta questões de poder, interesse, esforço e contestação.  Acredita que qualquer consideração sobre a pedagogia mais apropriada  deve versar, não somente sobre questões de como ensinar, mas também  sobre como adquirimos estes conhecimentos, valorizando a questão da  contextualização dos fatos e do resgate histórico. Esta percepção é  fundamental na medida em que possibilitaria a compreensão, por parte do  aluno, de que a produção da humanidade expressa uma determinada fase e  que houve mudanças ao longo do tempo. inda de acordo com Coletivo de  autores (1992), a pedagogia crítico-superadora tem características  específicas. Ela é diagnóstica porque pretende ler os dados da  realidade, interpreta-los e emitir um juízo de valor. Este juízo é  dependente da perspectiva de quem julga. É judicativa porque julga os  elementos da sociedade a partir de uma ética que representa os  interesses de uma determinada classe social. Esta pedagogia é também  considerada teleológica, pois busca uma direção, dependendo da  perspectiva de classe de quem reflete. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esta  reflexão pedagógica é compreendida como sendo um projeto  político-pedagógico. Político porque encaminha propostas de intervenção  em determinada direção e pedagógico no sentido de que possibilita uma  reflexão sobre a ação dos homens na realidade, explicitando suas  determinações. Até o momento, pouco tem sido feito em termos de  implementação dessas idéias na prática da Educação Física, embora haja  um esforço neste sentido.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quanto à seleção de  conteúdos para as aulas de Educação Física os adeptos da abordagem  propõem que se considere a relevância social dos conteúdos, sua  contemporaneidade e sua adequação às características sócio-cognitivas  dos alunos. Enquanto organização do currículo, ressaltam que é preciso  fazer com que o aluno confronte os conhecimentos do senso comum com o  conhecimento científico, para ampliar o seu acervo de conhecimento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A  Educação Física é entendida como uma disciplina que trata de um tipo de  conhecimento denominado de cultura corporal que tem como temas, o jogo,  a ginástica, o esporte e a capoeira. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;ABORDAGEM SISTÊMICA&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma quarta concepção de Educação Física escolar vem sendo ainda elaborada por Betti (1991, 1994). O livro &amp;quot;&lt;u&gt;Educação Física e sociedade&amp;quot;,&lt;/u&gt;  publicado em 1991, levanta as primeiras considerações sobre a Educação  Física dentro da abordagem sistêmica. Nos trabalhos realizados pelo  autor notam-se as influências de estudos nas área da sociologia, da  filosofia e, em menor grau, da psicologia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Betti  (1991) considera a teoria de sistemas, defendidas em grande medida por  Bertalanffy e Koestler, como um instrumento conceitual e um modo de  pensar a questão do currículo de Educação Física. Como na teoria de  sistemas proposta por Bertalanffy, o autor trabalha com os conceitos de  hierarquia, tendências auto-afirmativas e auto-integrativas. Betti  entende a Educação Física como um sistema hierárquico aberto uma vez que  os níveis superiores como, por exemplo, as Secretarias de Educação  exercem algum controle sobre os sistemas inferiores como, por exemplo, a  direção da escola, o corpo docente e outros. É um sistema hierárquico  aberto porque sofre influências da sociedade como um todo e ao mesmo  tempo a influencia. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para a abordagem sistêmica  existe a preocupação de garantir a especificidade, na medida em que  considera o binômio corpo/movimento como meio e fim da Educação Física  escolar. O alcançe da especificidade se dá através da finalidade da  Educação Física na escola que é segundo Betti (1992) de integrar e  introduzir o aluno de 1º e 2º graus no mundo da cultura física, formando  o cidadão que vai usufruir, partilhar, produzir, reproduzir e  transformar as formas culturais da atividade física (o jogo, o esporte, a  dança, a ginástica...)&amp;quot; (p.285).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O autor ressalta  que a função da Educação Física na escola não está restrita ao ensino  de habilidades motoras, embora sua aprendizagem também deva ser  entendida como um dos objetivos, e não o único, a serem perseguidos pela  Educação Física Escolar. Para isto não basta aprender habilidades  motoras e desenvolver capacidades físicas que, evidentemente, são  necessárias em níveis satisfatórios para que o indivíduo possa usufruir  dos padrões e valores que a cultura corporal/movimento oferece após  séculos de civilização. Os conteúdos oferecidos na escola para integrar e  introduzir o aluno na cultura corporal/movimento não diferem das demais  abordagens: o jogo, o esporte, a dança e a ginástica. Diferem, todavia,  da abordagem crítica, segundo a qual o essencial é o aluno conhecer a  cultura corporal. enquanto Betti (1994) prefere utilizar o termo;  vivências do esporte, jogo, dança, ginástica. Quando utiliza o termo  vivência, o autor pretende enfatizar a importância da experimentação dos  movimentos em situação prática, além do conhecimento cognitivo e da  experiência afetiva advindos da prática de movimentos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alguns  princípios derivados desta abordagem foram apresentados por Betti  (1991). O mais importante é denominado princípio da não exclusão,  segundo o qual nenhuma atividade pode excluir qualquer aluno das aulas  da Educação Física. Este princípio tenta garantir o acesso de todos os  alunos às atividades da Educação Física. O princípio da diversidade  propõe que a Educação Física na escola proporcione atividades  diferenciadas e não privilegie apenas um tipo, por exemplo, futebol ou  basquete. Além disso, pretende que a Educação Física escolar não  trabalhe apenas com um tipo de conteúdo esportivo. Garantir a  diversidade como um princípio é proporcionar vivências nas atividades  esportivas, atividades rítmicas e expressivas vinculadas à dança e  atividades da ginástica.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.motricidade.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=111:as-principais-tendencias-pedagogicas-da-educacao-fisica-escolar-a-partir-da-decada-de-80&amp;amp;catid=48:docencia&amp;amp;Itemid=90"&gt;&lt;b&gt;FONTE&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8699041813688545426?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8699041813688545426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/principais-tendencias-pedagogicas-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8699041813688545426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8699041813688545426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/principais-tendencias-pedagogicas-da.html' title='Principais tendências pedagógicas da Educação Física escolar a partir da década de 80'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-5242427212227209899</id><published>2012-01-10T03:50:00.001-08:00</published><updated>2012-01-10T03:50:04.674-08:00</updated><title type='text'>Reflexões da Iniciação ao Basquetebol Escolar</title><content type='html'>&lt;div class="entry"&gt; 				&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.brasilwiki.com.br/fotos/noticia_196.jpg" src="http://www.brasilwiki.com.br/fotos/noticia_196.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existe por parte de professores responsável iminente preocupação  com a participação de crianças em modalidades esportivas, especialmente o  basquetebol, então, se faz necessário orientar e tecer alguns  comentários com relação a esse assunto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pois bem, se você tem filhos com idade de até de 06 a 12 anos, e, ele  já está levando a prática esportiva com seriedade é melhor ter cuidado.  De acordo com pesquisadores no que se refere à aprendizagem motora, a  modalidade esportiva, por competição ou na fase do treinamento, não  combina com crianças na faixa etária de até 12 anos, pois, o risco de  lesões neste período é maior pelo fato do corpo dessas crianças estar em  desenvolvimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dessa forma, quando temos a disposição um grupo de crianças, (futuros  jogadores ou jogadoras), tem-se a oportunidade de exercer como  profissional da Educação Física duas grandes responsabilidades:  formá-los e dirigi-los.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cada dia mais crianças *(meninos e meninas) incentivadas pela mídia  praticam esporte, sejam eles individuais ou coletivos, e, atualmente  nunca se questionou tanto a importância do esporte e da recreação na  vida da criança, mas o mais importante é fazer com que as crianças  desfrutem da atividade física em benefício da saúde, e que seja adultos  futuramente ativos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No caso da iniciação ao basquetebol, chama-se atenção dos professores  que iniciam crianças, isto é, proporcionam o primeiro contato com esse  esporte coletivo, então, pontua-se procedimentos importantes que se deve  levar em consideração:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• O desenvolvimento de crianças de 6 a 12 anos, notando, ou  percebendo que os meninos ou meninas não são pequenos adultos, pois eles  não pensam como adultos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Os iniciadores devem estar cientes de que as crianças não têm a mesma idéia do jogo como os adultos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Temos que ser exemplos para as crianças, como professores, lideres, e até mesmo confundindo-se como seus pais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• As crianças entendem que sempre estaremos por perto para  incentivá-los, motivá-los e parabenizá-los no desenvolvimento das  atividades, portanto, tomem atitude.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Nós professores devemos entender que as crianças naturalmente procuram a vitória, mas devemos interferir quando da derrota.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Por mais que queremos iniciá-los no basquetebol, há a parte lúdica  da iniciação, o prazer em realizar os movimentos, e o prazer em estar  com os amigos (as).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro ponto importante é que todas as crianças necessitam do apoio de  seus pais, e se os pais apoiarem está em muito ajudando os professores  ou iniciadores, pois, normalmente o grupo que o professor trabalha é  heterogêneo, necessitando as crianças, não só do auxilio do professor  mas, também, dos pais, e , muitos pais se perguntam: de que maneira  posso ajudar? Como posso ajudar meu filho (a) a ter sucesso no esporte?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As crianças se desenvolvem de maneira tão diferente, especialmente  quando iniciamos um grupo, pois, a tendência é que este seja totalmente  heterogêneo, e se forem, cabe ao professo/iniciador, o desenvolvimento  das atividades para igualar o grupo e isso pode ser confrontado através  de testes, pois, há na literatura uma infinidade de testes já validados  que se pode realizar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como os pais podem ajudar no desenvolvimento de seus filhos: Sempre  que possível consulte o professor/iniciador para perguntar de seu filho  (a), como ele está se desenvolvendo e como está progredindo. Cada  professor, e que seja organizado deverá ter os dados de cada  iniciante/criança, e que poderão ser destinado à verificação pelos pais,  dessa forma os pais saberão a real situação dos seus filhos (as) dentro  daquele grupo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto, observa-se que os objetivos da iniciação ao basquetebol,  primeiramente não é de fazer campeões, mas iniciar a todos  indistintamente, focalizando a promoção da saúde quando adulto, e que  seja adulto fisicamente ativo. Proporcionar prazer às crianças  permitindo-lhes desfrutar do manancial benéfico que é a prática  esportiva, em especial o basquetebol.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/index.php/category/educacao-fisica-escolar-e-basquete-escolar"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-5242427212227209899?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/5242427212227209899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/reflexoes-da-iniciacao-ao-basquetebol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/5242427212227209899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/5242427212227209899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/reflexoes-da-iniciacao-ao-basquetebol.html' title='Reflexões da Iniciação ao Basquetebol Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3732426953013822623</id><published>2012-01-07T02:59:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T02:59:45.322-08:00</updated><title type='text'>Como a Educação Física inserida na escola</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Educação Física &lt;span style="text-decoration:underline"&gt;está&lt;/span&gt; na escola. Ela &lt;span style="text-decoration:underline"&gt;é&lt;/span&gt;  uma matéria de ensino e sua presença traz uma adorável,    uma benéfica  e restauradora desordem naquela instituição.    Esta sua desordem é  portadora de uma ordem interna que lhe é peculiar    e que pode criar,  ou vir a criar uma outra ordem na escola.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para realizar esta tarefa, a Educação Física deve sobretudo,     preservar, manter e aprofundar a sua especificidade na escola. Deve,  evidentemente,    fazer isto sem isolar-se ou colocar-se à parte e  alheia. E como se preserva    o que é seu? Sabendo, sobretudo, o que é  seu e assim, certamente,    exacerbando muito mais conflitos e dores.  Nosso ponto de partida são    algumas certezas, poucas e provisórias.  Elas são como vórtices    para impulsionar vôos mais audaciosos. A  partir delas podemos tomar posse    do que é nosso e negar, reconstruir,  superar, diferenciar, adequar...    criar e brincar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Parece-me sobretudo importante não acreditar que tudo o que há    em  nossa formação vai se transformar em conhecimento a ser ensinado    aos  alunos de uma escola. Há campos e níveis de conhecimento que    dão  suporte, base, apoio, sustentação àquilo que    o professor ensina, mas  que não se constituem em conteúdo de ensino.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;quot;Não considere seus alunos tolos&amp;quot;,&lt;/em&gt; observa Snyders[6].     Este alerta é importante, especialmente quando se trata de Educação     Física. Crianças e jovens quando chegam a escola (desde que não     possuam nenhuma deficiência mental) andam, correm, saltam. Os atos de     andar, correr, saltar, são atos da vida diária, da vida em sociedade,     são traços da cultura que já inscreveu nos corpos estas    ações.  Todavia, estes atos da vida diária foram codificados    ao longo da  história do homem em universos de saber: técnico,    científico e  cultural. Esta codificação sim poderá    ser objeto de ensino da  Educação Física. Por exemplo: o    ato de andar será para a ginástica o  conjunto de passos como por    exemplo o &amp;quot;passo picado&amp;quot;, &amp;quot;cruzado&amp;quot;,  &amp;quot;passo valsa&amp;quot;, etc.; o ato de correr será    uma prova para o Atletismo  como a corrida de velocidade, de meio-fundo, de fundo,    com barreiras,  etc.; o ato de saltar será o salto com vara, o salto triplo,    em  extensão, em altura; ou na ginástica o salto sobre o cavalo,    o salto  grupado, salto afastado, salto carpado[7], etc. O ato de executar    um  arremesso se vincula ao Atletismo, a Ginástica, aos jogos e jogos     esportivos com bola ou outros materiais. É possível afirmar que    este  ato isolado já foi um dia, na história do homem, um ato de     sobrevivência, de defesa, de ataque e se inscreveu em seu corpo, um  corpo&lt;/p&gt; &lt;p&gt;...que não é somente a expressão biológica do    nosso ser atual, mas  a expressão significativa da história do    corpo do homem entre os  homens. Cada homem é em si a história    do Homem, resíduos e vestígios  de sua longa e plural história[8].&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As prática físicas fora do mundo do trabalho sistematizadas em torno   da Ginástica, do Atletismo, dos Jogos, dos Jogos Esportivos, da Dança,   possuem características especiais e específicas. Modificam-se pela   técnica, pela ciência e, sobretudo, pelas dinâmicas culturais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto, estas práticas formam um interessante acervo da história   do homem e constituem-se em objeto de ensino, são pedagogizadas. Não   podem merecer o desprezo que o olhar superficial sugere. Não se esgotam   nos clichês: &amp;quot;são movimentos estereotipados&amp;quot;, &amp;quot;são repetitivos&amp;quot;,  &amp;quot;são  técnicos&amp;quot;, &amp;quot;são para poucos&amp;quot;. Quero tentar aqui, pela  abordagem  histórica, aprofundar a questão da especificidade, daquilo  que é do  domínio do professor de Educação Física.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SEGUNDA PARTE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Educação Física Escolar tal como a concebemos hoje -    como  matéria de ensino - têm suas raízes na Europa de fins    do século XVIII  e início do século XIX. Com a criação    dos chamados Sistemas  Nacionais de Ensino, a Ginástica, nome primeiro    dado à Educação  Física e com caráter bastante    abrangente, teve lugar como conteúdo  escolar obrigatório[9].&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;QUADRO DO MOVIMENTO DO PENSAMENTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA      ESCOLAR&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A EDUCAÇÃO FÍSICA E SEU CONTEÚDO DE ENSINO      NO TEMPO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;table style="border:0pt solid #000000" border="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;MOVIMENTO DO PENSAMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;CRONOLOGIA&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;CONTEÚDO A SER ENSINADO NA ESCOLA&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;MOVIMENTO GINÁSTICO EUROPEU&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;SÉCULO XIX E INÍCIO DO SÉCULO        XX&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;- GINÁSTICA QUE COMPREENDIA  &lt;p&gt;EXERCÍCIOS MILITARES; JOGOS; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;DANÇA; ESGRIMA; EQUITAÇÃO; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;CANTO.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height="88" valign="top" width="29%"&gt;MOVIMENTO  ESPORTIVO&lt;/td&gt; &lt;td height="88" valign="top" width="29%"&gt;AFIRMA-SE A PARTIR DE 1940&lt;/td&gt; &lt;td height="88" valign="top" width="42%"&gt;- ESPORTE - HÁ AQUI UMA         HEGEMONIZAÇÃO DO ESPORTE NO  CONTEÚDO DE ENSINO.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;PSICOMOTRICIDADE&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;AFIRMA-SE A PARTIR DOS ANOS 70 ATÉ OS DIAS        DE HOJE&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;- CONDUTAS MOTORAS&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;CULTURA CORPORAL        &lt;br&gt; &lt;p&gt;CULTURA FÍSICA&lt;/p&gt; &lt;p&gt;CULTURA DE MOVIMENTO&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;TEM INÍCIO NO DECORRER DA DÉCADA        DE 80 ATÉ NOSSOS DIAS&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;- GINÁSTICA, ESPORTE, JOGO,  &lt;p&gt;DANÇA, LUTAS, CAPOEIRA...&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;p&gt;A Ginástica compreendia marchas, corridas, lançamentos,    esgrima,  natação, equitação, jogos e danças[10].    Surgiu na sociedade ocidental  moderna como um movimento de caráter popular    e sem qualquer relação  com a instituição escolar.    Este movimento, bastante vigoroso em todo o  século XIX, teve sua denominação    definida a partir do país de origem  e ficou também conhecido como    &amp;quot;escolas&amp;quot; ou &amp;quot;métodos de  ginástica&amp;quot;[11]. Os mais conhecidos    no Brasil foram o Método francês,  alemão e sueco, sendo    o mais divulgado e que serviu de modelo para um  método nacional de ginástica    em nosso país, o Método francês[12].  Estes métodos    e/ou escolas de ginástica não pensaram a Ginástica na  escola,    mas os pedagogos e os médicos buscaram neles os princípios  básicos    para elaborar os conteúdos de ensino da escola, uma  especificidade da    Ginástica para a escola. Esta Ginástica compreendia  exercícios    individuais, em duplas, quartetos; o ato de levantar e  transportar pessoas e    objetos; esgrima; danças; jogos e  posteriormente, já no final    do século XIX, os jogos esportivos; a  música; o canto e os exercícios    militares. Durante todo o século XIX  vamos encontrar esta abrangência    e diversidade de conteúdos de ensino  e, sobretudo, uma clara especificidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://cev.org.br/biblioteca/educacao-fisica-escolar-conhecimento-especificidade/"&gt;Retirado desse texto&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3732426953013822623?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3732426953013822623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/como-educacao-fisica-inserida-na-escola.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3732426953013822623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3732426953013822623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/como-educacao-fisica-inserida-na-escola.html' title='Como a Educação Física inserida na escola'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6844093768354042843</id><published>2012-01-07T02:57:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T02:57:42.475-08:00</updated><title type='text'>Educação fisica escolar: o esporte como conteudo pedagogico do ensino fundamental</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;Este estudo trata do esporte como um conteúdo pedagógico no ensino  fundamental. Procuramos conhecer algumas experiências pertinentes, no  Brasil e no exterior, centrando nossa atenção no esporte e na Educação  Física escolar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Discutimos a Educação Física no Brasil, considerando  duas dimensões: a da pesquisa e a escolar. No âmbito da pesquisa,  focalizamos, introdutoriamente, o atual momento desta área de  conhecimento, que busca sua própria identidade. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o contexto escolar,  intencionamos definir com clareza sua função, seus conteúdos e seu  objetivo no processo educacional. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Analisando o esporte, a partir da  modernidade, passamos a compreendê-Io como um fenômeno sócio-cultural de  múltiplas possibilidades. Na perspectiva de uma interface com o  esporte, abordamos o jogo, como um conteúdo da Educação Física,  enfatizando-o como um recurso pedagógico para o ensino e o aprendizado  do esporte. Nossa pesquisa de campo voltou-se para as escolas de 10 Grau  da Rede Municipal de Ensino de Campinas.&lt;br&gt;&lt;br&gt; O objetivo da pesquisa foi  conhecer aspectos da realidade da Educação Física nas escolas públicas  municipais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A partir das reflexões oriundas dessa investigação,  sinalizamos para uma pedagogia do esporte com aplicação nas modalidades  coletivas: basquetebol, futebol, handebol e voleibol. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Considerando as  especificidades de cada uma das séries do ensino fundamental, propomos o  &amp;#39;Jogo possível&amp;quot; como principal recurso pedagógico para ensinar esportes  nas escolas de  1º Grau. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?down=vtls000113827"&gt;Faça o Download do estudo completo!&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6844093768354042843?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6844093768354042843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/educacao-fisica-escolar-o-esporte-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6844093768354042843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6844093768354042843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/educacao-fisica-escolar-o-esporte-como.html' title='Educação fisica escolar: o esporte como conteudo pedagogico do ensino fundamental'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8461782367329656246</id><published>2012-01-03T07:39:00.001-08:00</published><updated>2012-01-03T07:39:10.540-08:00</updated><title type='text'>Prematuros têm risco maior de sofrer problemas comportamentais na idade pré-escolar</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p&gt; 	Os bebês prematuros que nascem apenas três semanas antes do tempo  enfrentam um risco maior de sofrer de problemas comportamentais e  emocionais na fase pré-escolar, segundo uma nova análise.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	O estudo, publicado online na semana retrasada no &lt;em&gt;The Archives of Disease in Childhood&lt;/em&gt;,  comparou 916 bebês nascidos entre a 32ª e a 35ª semana de gestação com  543 nascidos a termo, entre a 38ª e a 41ª semana. Quando as crianças  completaram quatro anos, os pais preencheram um questionário com noventa  perguntas sobre problemas comportamentais e emocionais e uma pergunta  aberta, para o registro de problemas não mencionados no formulário.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Os meninos nascidos prematuros tinham mais problemas de atenção e de  sono do que os nascidos a termo. Nas meninas, porém, o efeito era mais  expressivo. As meninas nascidas prematuras eram significativamente mais  reativas emocionalmente, depressivas e introvertidas do que as meninas  nascidas a termo. Além disso, em geral, elas apresentavam 20% mais  dificuldades para dormir, falta de atenção e comportamento agressivo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	&amp;quot;Nós pensávamos que poucas semanas de prematuridade não eram  significativas&amp;quot;, afirmou Sijmen A. Reijneveld, autor sênior do estudo e  epidemiologista da Universidade de Groningen, na Holanda. &amp;quot;Contudo,  esses dados mostram que a criança moderadamente prematura está mais  propensa a ter problemas&amp;quot;, afirma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Ele acrescentou que, em algumas circunstâncias, talvez seja  clinicamente necessário induzir o nascimento levemente prematuro,  &amp;quot;contudo, existem riscos adicionais&amp;quot;, afirma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, mais de  12% dos bebês americanos nascem antes da 37ª semana de gestação.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8461782367329656246?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8461782367329656246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/prematuros-tem-risco-maior-de-sofrer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8461782367329656246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8461782367329656246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2012/01/prematuros-tem-risco-maior-de-sofrer.html' title='Prematuros têm risco maior de sofrer problemas comportamentais na idade pré-escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6243260510430591110</id><published>2011-12-19T02:44:00.001-08:00</published><updated>2011-12-19T02:44:35.193-08:00</updated><title type='text'>Educação Física nas séries iniciais: uma necessidade!</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Educação Física tem sido tratada através de diferentes enfoques, e por diversos autores contemporâneos, inclusive, grande parte deles com titulações no exterior, como é o caso de Brach, Kunz, Tojal, Shigunov, Go Tani, Neira e Nascimento, dentre outros. Muitos deles assinalam sobre a importância do movimento e da motricidade humana. É consenso que o professor de Educação Física é o verdadeiro responsável pelo desenvolvimento do conhecimento motriz e pela prática de movimentos do indivíduo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Afirma-se que não somente a educação intelectual tem que ser preocupação dos pais com relação aos seus filhos, mas, também a Educação Motora, tendo em vista que o repertório motor adquirido na infância (quando as crianças estão entre o 1º ao 5º ano) é carregado por toda a vida do indivíduo. Dessa forma, torna-se importante e evidente a preocupação dos pais para com a educação motora de seus filhos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Compreende-se que é no ensino fundamental, (especialmente do 1º ao 5º ano) que o professor de Educação Física deve trabalhar no sentido de fazer com que a criança adquira o gosto pela prática esportiva, ou prática de atividades físicas, orientando-a para a promoção da saúde, isso pela via da educação. Nesse sentido, as ações, atitudes e procedimentos pedagógicos dos professores de Educação Física com seus alunos, devem ser alicerçados em planejamento didático, política educacional vigente e de ação inovadora, baseada em investigação e conhecimentos científicos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na maioria das escolas brasileiras essa idéia é pactuada com os professores que consideram o movimento humano como meio para educar, utilizando-se para isso um termo um tanto quanto esquecido atualmente na Educação Física, que é a psicomotricidade. Dentre os estudos da psicomotricidade articulam-se os trabalhos de Le Boulch, e Parlebás, este último, nos ofereceu suas contribuições pela proposta denominada sociomotricidade, que surge dentre as mais contemporâneas na área da Educação Física.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A sociomotricidade é uma das correntes mais recentes que envolvem a área da Educação Física, e, para Parlebás, o termo psicomotricidade chamou a atenção no sentido da pessoa ser capaz de desenvolver suas capacidades mentais através do movimento. O mesmo autor defende uma ação psicomotriz quando não há interação com os outros, mas, na vivência de uma relação interativa, fala-se de uma ação sociomotriz.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A diferença entre a psicomotricidade e a sociomotricidade se dá no sentido de execução das ações, enquanto na primeira não há relação interativa, podendo acontecer individualmente; a segunda (sociomotricidade) há interação, pois participam dela, mais de um indivíduo cita-se como exemplo: os jogos desportivos coletivos e os jogos cooperativos (recreação), onde os resultados e a interação entre pessoas são bastante favoráveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nesse sentido há preocupação sobre a importância do professor de Educação Física (atuando do 1º ao 5º ano) na elaboração adequada das atividades, utilizando-se para isso práticas pedagógicas contemporâneas e do conhecimento científico, enfatizando, desse modo, as atividades coletivas, objetivando alcançar a personalidade de cada aluno, através do desenvolvimento de suas capacidades e habilidades: físicas, psicológicas e sociais, e, nesse processo, certamente, a inteligência motriz estará sendo desenvolvida.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entende-se que o objetivo primordial a ser alcançado pelo professor de Educação Física é dispor de novas formas de interação com base no movimento humano, pelo fato deste, ser o objeto de estudo da Educação Física e, como se afirmou: conteúdo essencial ao desenvolvimento humano, pois, desta forma, colaborar-se-á na formação dos alunos (1º ao 5º ano) no que diz respeito à personalidade, desenvolvimento da inteligência motriz, da interatividade e da sociabilidade, enfatizando a atividade física e coletiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nós professores de Educação Física sabemos o que fazer, no entanto, falta o poder público fazer a sua parte, disponibilizando aulas nas escolas onde não há professores de Educação Física, caso que acontece atualmente em algumas escolas municipais (1º ao 5º ano) de várias cidades do Brasil, isso por força da Resolução CNE-CEB Nº 7, DE 14 de dezembro de 2010. Sabe-se perfeitamente o que é legal e o que é necessário. Há alguns prefeitos que diante da legalidade da citada resolução, cumprem a lei fielmente, mas por outro lado quando têm que realmente cumprir a lei em outras oportunidades não a cumprem.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Portanto: Jogos Olímpicos ou Educação Física Escolar?; Jogos Mundiais Militares ou Educação Física Escolar?; Copa do Mundo ou Educação Física Escolar? Educação Física Escolar é importante e necessária e vocês pais devem reivindicar e fiscalizar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fiquem de olho aberto para a Educação Física e seus benefícios para as crianças!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por: Mario Roberto Guarizi &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6243260510430591110?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6243260510430591110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/educacao-fisica-nas-series-iniciais-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6243260510430591110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6243260510430591110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/educacao-fisica-nas-series-iniciais-uma.html' title='Educação Física nas séries iniciais: uma necessidade!'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4847318078648153055</id><published>2011-12-14T06:57:00.001-08:00</published><updated>2011-12-14T09:56:56.396-08:00</updated><title type='text'>O que é o Cabo de Guerra?</title><content type='html'>&lt;div id="indicacoes"&gt;&lt;a href="http://www.alunosonline.com.br/educacao-fisica/cabo-de-guerra.html#" id="enviar_para_amigo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;                 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.alunosonline.com.br/upload/conteudo_legenda/505f071a4ecf9bcc9e559434cdd703d7.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Cabo de guerra, também chamado de jogos da corda, é uma atividade esportiva onde duas equipes competem entre si para ver qual delas possui a maior força puxando um cabo. A prática, muito comum em atividades recreativas infantis, fez parte dos Jogos Olímpicos de 1900 a 1920. Atualmente, existe a Federação Internacional de Cabo de Guerra (Tug of War International Federation, TWIF), responsável por organizar torneios e campeonatos oficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as regras internacionais, são formados dois grupos compostos por 8 participantes cada um, os quais são alinhados ao longo de um cabo de 10 cm de diâmetro. Iniciada a disputa, vence o time que conseguir puxar o grupo adversário para depois da linha central. Outra forma de vencer a disputa é conseguir fazer o oponente cometer uma falta, como escorregar, por exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4847318078648153055?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4847318078648153055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/o-que-e-o-cabo-de-guerra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4847318078648153055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4847318078648153055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/o-que-e-o-cabo-de-guerra.html' title='O que é o Cabo de Guerra?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8412705654920414057</id><published>2011-12-14T06:55:00.001-08:00</published><updated>2011-12-14T06:55:57.272-08:00</updated><title type='text'>10 atividades para Educação Física Escolar</title><content type='html'>1- Cabeçobol&lt;br&gt;&lt;br&gt;Material: Bola de Volei&lt;br&gt;&lt;br&gt;Só pode marcar gol com a cabeça, a bola deve ser passada com as mãos. Quem estiver com a bola não pode andar para marcar gol tem que receber a bola de um companheiro. Utilizei e percebi que há participação de todos e inibe o fominha com meninos e meninas jogando juntos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;2 - Jogo da Memória Humano&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pode ser realizado em sala ou fora.Do grupo, dois são escolhidos para adivinhar quem serão os pares. Para isso, são levados parafora/outro ambiente, enquanto os colegas restantes se dividem em duplas e combinam umgesto/movimento/sinal comum para ambos. Organizam-se em colunas e embaralham-se paradificultar a localização dos pares (podem trocar de mesas dentro da sala).A dupla retorna e deverá adivinhar os pares, escolhendo dois por vez, os quais executarão seugesto/movimento/sinal (como quando as peças do jogo tradicional são viradas). A dupla pode jogar de modo cooperativo ou competitivo. Após um certo número de acertos/jogadas, pode-setrocar os papéis, os pares e os movimentos combinados, enriquecendo a atividade.Favorece o trabalho a respeito das diferentes características do movimento (alto, baixo, rápido,lento, na frente, orientação espacial...), a socialização entre a turma e também aspectos cognitivos(memória).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;3 -AMIGOS DE JÓ&lt;br&gt;&lt;br&gt;Objetivo do Jogo:Cantando a música &amp;quot;Amigos de Jó&amp;quot;, todo o grupo tem que deslocar-se na cadência e realizar osmovimentos propostos formando uma espécie de balé brincalhão.&lt;br&gt;Propósito:O propósito é fazer do jogo-dança um momento de união do grupo e proporcionar um espaço deadequação do ritmo grupal. Podem ser trabalhados &lt;br&gt; Valores Humanos como: Alegria e Entusiasmo pela brincadeira do grupo (diversão entre erros e acertos); Harmonia na busca do ritmo grupal; Parceria e Respeito para caminhar juntocom o outro.&lt;br&gt;Recursos:círculos no chão (bambolês, círculos desenhados de giz ou barbantes) em número igual ao departicipantes dispostos em um grande círculo.&lt;br&gt; Duração:Grupos pequenos jogam em cerca de 15 minutos; grupos maiores precisam de mais tempo para administrar a adequação rítmica.&lt;br&gt;Descrição:  Cada participante ocupa um bambolê ou círculo desenhado no chão.A música tradicional dos &amp;quot;Escravos de Jó&amp;quot; é cantada com algumas modificações:&amp;quot;aMigos de Jó joGavam caxanGá. Tira, Põe,Deixa Ficar, fesTeiros com fesTeirosfazem Zigue, Zigue, Zá (2x)&amp;quot;O grupo vai fazendo uma coreografia ao mesmo tempo em que canta a música. A cadência daspassadas é marcada pelas letras maiúsculas na música.&amp;quot;aMigos de Jó joGavam caxanGá.&amp;quot; : são 4 passos simples em que cada um vai pulando noscírculos que estão à sua frente.&amp;quot;Tira&amp;quot;: pula-se para o lado de fora do círculo&amp;quot; Põe&amp;quot;: volta-se para o círculo&amp;quot;Deixa Ficar&amp;quot;: permanece no círculo, agitando os braços erguidos &amp;quot;fesTeiros com fesTeiros&amp;quot;: 2passos para frente nos círculos &amp;quot;fazem Zigue, Zigue, Zá&amp;quot; : começando com o primeiro passo àfrente, o segundo voltando e o terceiro novamente para frente.Este jogo-dança é uma gostosa brincadeira que exige uma certa concentração do grupo paraperceber qual é o ritmo a ser adotado. É prudente começar mais devagar e se o grupo for respondendo bem ao desafio, sugerir o aumento da velocidade.O respeito ao parceiro do lado e a atenção para não machucar os pés alheios são toquesinteressantes que a pessoa que focaliza o jogo pode dar.Quando o grupo não está conseguindo estabelecer um ritmo grupal, o(a) focalizador(a) podeoferecer espaço para que as pessoas percebam onde está a dificuldade e proponham soluções.Da mesma forma, quando o desafio já tenha sido superado e o grupo queira continuar jogando, háespaço para criar novas formas de deslocamento e também há abertura para outras coreografiasnesta ou em outras cantigas do domínio &lt;a href="http://popular.se"&gt;popular.se&lt;/a&gt; o grupo estiver bem sincronizadotentar em duplas&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;4 - Eu quero, eu quero, eu quero!&lt;br&gt;&lt;br&gt;O professor diz: Eu quero, eu quero, eu quero! Os alunos têm q perguntar: O que, oq, oq? Aí o professor pede determinados movimentos:saltar de um pé... logo depois fala &amp;quot;estátua&amp;quot;..Recomeça a brincadeira: Eu quero, eu quero.... Oq, oq, oq?Aí pode pedir imitação de animais... correr de um lado para o outro, marchar...Andar igual gigante, anão, ponta dos pés, calcanhar... Batendo palma, rebolar, engatinhar, etc...&lt;br&gt; É tipo um mestre mandou, mto bom para 1ª e 2ª série...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;5 - Queimada Ameba&lt;br&gt;&lt;br&gt;A popular queimada ou carimba de uma maneira muito mais divertida e não exclusiva!Material: 1 bola leve (que possa ser arremessada sem machucar)Não há equipes ou campos de jogo divididos. Define-se apenas um espaço onde o jogo ocorreráe os alunos se espalham. É escolhido um primeiro pegador, que fazendo uso da bola, deverátentar queimar o restante. Quando conseguir que a bola encoste em alguém, o &amp;quot;queimado&amp;quot;, quese torna &amp;quot;ameba&amp;quot;, deverá se sentar e não poderá se locomover.Se a bola escapar, qualquer um em pé pode pega-la e tentar queimar outra pessoa. As amebaspodem retornar ao jogo de duas maneiras: 1, tocando algum dos jogadores que estejam em pé,inclusive quem tem a bola, quando o tocado deve se sentar como ameba; 2, caso consiga a posseda bola, lembrando que as amebas não podem sair do lugar.A dinamicidade do jogo faz com que ele seja motivador durante muito tempo!Variações: O pegador deve encostar a bola em alguém sem arremessá-la; Deve conduzir a bolade um modo diferente ex:quicando-na no chão; as amebas só voltam se conseguirem a bola; asamebas só voltam se tocarem em alguém;as amebas se movimentam na posição caranguejo(quatro apoios de bruços).&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;6 - Jogo do gato e rato&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os alunos formam um círculo, o professor escolhe um gato e um rato, o gato tem quetentar pegar o rato, se ao completar 2 voltas no círculo o gato nao conseguir pegar o rato ele devepagar um &amp;quot;mico&amp;quot; dentro do círculo, se o gato pegar o rato, então o rato paga o &amp;quot;mico&amp;quot;.Os alunos ou mesmo o professor escolhe o &amp;quot;mico&amp;quot;, depois alternam-se os alunos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;7 - Nunca 3&lt;br&gt;&lt;br&gt;Utilizo essa atividade com alunos da faixa etária entre 7 a 10 anos e eles adoram, todosparticipam! Os alunos estarão espalhados em duplas(um atrás do outro) pelo espaço disponível. Os alunospoderão estar em pé ou sentados. O professor escolhe dois alunos, um será o aluno pegador e ooutro aluno terá que fugir do pegador … O aluno que está fugindo do pegador deverá escolher uma dupla e se posicionar atrás do segundo elemento.O aluno que está na frente da dupla, por sua vez, será o novo pegador(nunca poderá existir 3elementos juntos, sempre mantendo uma dupla) e deverá sair correndo atrás do aluno que era opegador anteriormente... Esse aluno que está fugindo do novo pegador, se posicionará atrás deoutra dupla e assim a atividade continua.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;8 - Coelho sai da toca&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os alunos estarão espalhados pelo espaço disponível, separados em tocas e coelhos...As tocas são formadas por dois alunos que dão as mão formando uma espécie de casinha para ocoelho... O coelho, por sua vez, deverá ficar embaixo da toca (casinha).Se possível, o professor deverá deixar 1 coelhinho sobrando (sem toca, desabrigado).O professor combina com os alunos que ao apitar 1 vez, os coelhos deverão trocar de toca...Aítodos os coelhos correm p/ achar uma nova toca, inclusive o coelho que estava &amp;quot;desabrigado&amp;quot; noinício da atividadeSempre sobrará 1 coelhinho.O professor tb poderá fazer o inverso e combinar com os alunos que ao apitar duas vezes, astocas que deverão trocar de lugar e os coelhos, por sua vez, deverão continuar no parados nomesmo lugar!&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;9 - Meus pintinhos venham cá...&lt;br&gt;&lt;br&gt;- 1 será a galinha, outro a raposa e os demais os pintinhos;- A galinha diz: meus pintinhos venham cá;- Os pintinhos respondem: não, não, não tenho medo da raposa me pegar;- A galinha diz: podem vir que ela não pega não. Nesse momento os pintinhos correm em direçãoa raposa e quem a raposa pegar vira raposa também.- A brincadeira continua até todos virarem raposa!!!&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;10 - RABINHO DE DRAGÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Material: 1(uma) ou 2(duas) bolas.&lt;br&gt;Formação inicial: Os alunos deverão formar um círculo e no centro deste serão colocados doisalunos, um na frente que será a cabeça do "dragão", outro atrás, segurando na cintura da "cabeçado dragão" que será doravante denominado "rabinho do dragão".&lt;br&gt; Desenvolvimento: Os alunos que estiverem no círculo terão que lançar a bola para seus amigos,sem saírem do lugar para tentar queimar o "rabinho do dragão". O "dragão" terá que defender o"rabinho", movimentando-se e se postando de modo a exercer a função de barreira entre oarremessador e o "rabinho do dragão".Quando o "rabinho" é queimado, passa a ser "cabeça", já a "cabeça" se integra ao grupo, o quequeimou passa a ser o rabinho do dragão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;OBS: Os que estão no círculo não poderão locomover-se para queimar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;-Será considerado que se atingiu o alvo, na medida em que a bola atinja o "bumbum" do "dragão",outras regiões do corpo não serão válidas.Variações: Círculos menores, duas ou mais bolas &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8412705654920414057?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8412705654920414057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/10-atividades-para-educacao-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8412705654920414057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8412705654920414057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/10-atividades-para-educacao-fisica.html' title='10 atividades para Educação Física Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4323484576959864123</id><published>2011-12-13T10:23:00.001-08:00</published><updated>2011-12-13T10:23:58.417-08:00</updated><title type='text'>Atividade física melhora o aprendizado da criança</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_MeSchk29Vs4/S-WTZIKpnzI/AAAAAAAAAA8/yEtJeoSRJg8/s1600/ativfisicacrianca.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_MeSchk29Vs4/S-WTZIKpnzI/AAAAAAAAAA8/yEtJeoSRJg8/s1600/ativfisicacrianca.jpg" height="325" width="508"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/div&gt; &lt;br&gt; Crianças que praticam atividades físicas tendem a ser mais inteligentes  na adolescência e vida adulta, diz um estudo feito por cientistas da  Universidade de Illinois (EUA). Segundo os pesquisadores, a prática de  exercícios também pode melhorar a memória e os distúrbios de atenção. Os  autores ressaltam que o estudo é muito importante, já que, devido ao  uso exagerado de computador, videogame e televisão, cada vez menos  crianças buscam se divertir ao ar livre, praticando atividades físicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A  pesquisa envolveu um grupo de 490 crianças com idade entre nove e dez  anos. Elas foram submetidas a exames de ressonância magnética, testes de  aptidão física, testes ergométricos e de memória, além de responderem a  um questionário sobre a prática de atividades físicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os  pesquisadores observaram pela ressonância magnética que as crianças que  praticavam exercícios e que tinham melhor preparo físico apresentavam  maior atividade cerebral do que aquelas que eram sedentárias, um forte  indicativo de que esse grupo teria maior facilidade de aprendizado. Além  disso, as crianças que se exercitavam tiveram um resultado 12% melhor  em testes de memória do que aquelas que tinham hábitos mais sedentários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo  os autores do estudo, durante a prática de atividades físicas, a  criança recebe uma série de estímulos sensoriais que fazem o hipocampo,  área do cérebro responsável pela memória e aprendizado, ficar mais  ativo, aumentando a inteligência da criança. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Papel da família&lt;br&gt;&lt;br&gt;O  sedentarismo e a obesidade infantil são problemas que cada vez mais  preocupam os médicos. Além da prática de atividades físicas, a presença  da família é fundamental. Segundo um estudo feito pela University of  Illinois, refeições com toda a família pode ser a peça chave para evitar  distúrbios alimentares, obesidade e nutrição inadequada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A  pesquisa liderada pela University of Illinois, nos Estados Unidos,  baseou-se na revisão de 17 estudos recentes sobre padrões alimentares e  nutrição, totalizando mais de 182 mil crianças e adolescentes. Os  especialistas observaram quantas pessoas estavam acima do peso, tomavam  pílulas para controlar o peso, induziam vômitos, utilizavam laxantes e  diuréticos, ficavam em jejum, comiam muito pouco, pulavam refeições ou  ainda fumavam para enganar a fome. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os resultados mostraram que  adolescentes que faziam pelo menos cinco refeições por semana com suas  famílias tinham 35% menos chances de ter problemas ligados à  alimentação. Crianças que comiam pelo menos três vezes por semana em  suas casas apresentaram uma probabilidade 12% mais baixa de ter excesso  de peso. Além disso, as chances de consumir alimentos mais saudáveis em  refeições caseiras foi 24% maior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda que não seja possível  sentar-se à mesa com a família durante sete dias por semana, os autores  do estudo aconselham que os pais estipulem cotas mínimas para que seus  filhos comam em casa. A reunião também é essencial para que sejam  identificados sinais precoces de padrões alimentares negativos. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4323484576959864123?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4323484576959864123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/atividade-fisica-melhora-o-aprendizado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4323484576959864123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4323484576959864123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/atividade-fisica-melhora-o-aprendizado.html' title='Atividade física melhora o aprendizado da criança'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_MeSchk29Vs4/S-WTZIKpnzI/AAAAAAAAAA8/yEtJeoSRJg8/s72-c/ativfisicacrianca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-560377991162903547</id><published>2011-12-05T08:22:00.001-08:00</published><updated>2011-12-05T08:22:06.676-08:00</updated><title type='text'>Esporte x Escola: uma discussão interessante</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt; Analisando diferentes períodos da história  política brasileira é possível perceber a centralidade do Estado no  processo de organização do esporte no Brasil. Esta presença forte não  deve ser alvo de macro explicações, pois encontra-se permeada por uma  pluralidade de interesses e arranjos institucionais de natureza  cultural, ideológica, econômica e política, exigindo estudos específicos  das práticas mobilizadas em torno do esporte, em suas diversas  manifestações: o esporte de alto rendimento e sua realização; as  relações de mercado presentes no setor; a indústria de equipamentos e  materiais esportivos; o esporte como prática de lazer; a mídia  esportiva; o esporte como conteúdo da Educação Física e como prática  escolar; o sistema esportivo nacional legalmente institucionalizado,  dentre outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Problematizamos aqui as políticas nacionais para o esporte escolar: o  que pretendeu (e pretende) o Estado, pelas ações dos sujeitos e grupos  que o constituem, ao propor e realizar  programas esportivos escolares?  Tentar responder significa analisar as relações conformadas entre duas  instituições sociais distintas: a escolar e a esportiva.  Ambas possuem  lugar de centralidade no modo de organização da sociedade moderna;  permeiam a infância e a juventude da maioria das pessoas; são  socialmente valorizadas como parte do processo civilizador&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt;  e, no âmbito da organização histórica dos direitos sociais, o acesso à  escola e ao esporte têm sido reivindicados como direitos universais&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A escola e o esporte são instituições que comportam em  seu interior  múltiplas determinações e variados arranjos e, assim, vêm sendo alvo de  debates acerca de seus fins, métodos e interesses sociais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pierre Bourdieu (1983) argumenta que "a história do esporte é uma  história relativamente autônoma que, mesmo estando articulada com os  grandes acontecimentos da história econômica e política, tem seu próprio  tempo, suas próprias leis de evolução, suas próprias crises, em suma,  sua cronologia específica" (p. 137). A instituição esportiva, ao mesmo  tempo produto e produtora da modernidade, constitui campo de relativa  autonomia, conformando códigos, regras, valores e práticas que lhes são  próprias. Para Norbert Elias (1992), o esporte compõe o  longo processo  civilizador da modernidade, principalmente no que tange ao controle dos  impulsos, em especial aqueles relativos à violência e à agressividade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sobre a escola, Luciano Mendes de Faria Filho (2001) comenta  que sua  presença na vida social "faz-se sentir além de seus muros, irradiando  para o conjunto da sociedade, constituindo referência importante para a  definição de identidades pessoais e coletivas, públicas e privadas,  políticas e profissionais, entre outras."  O autor propõe que a  existência de um processo de &lt;em&gt;escolarização &lt;/em&gt;da sociedade, isto  é, "a paulatina produção de referências sociais tendo a escola, ou a  forma escolar de socialização e transmissão de conhecimento, como eixo  norteador de seus sentidos e significados" (p. 03).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim, tanto a escola como o esporte constituem práticas sociais  específicas, que comportam singularidades, com interesses e atores  também específicos. Nestes termos, pensar as relações entre o esporte e a  escola significa investigar o percurso histórico de cada um desses  campos de modo a identificar as circunstâncias nas quais os mesmos se  aproximaram, ou não.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; A gênese do que hoje denominamos esporte moderno parece localizar-se  no século XVIII, nas escolas inglesas reservadas à burguesia, as &lt;em&gt;public schools&lt;/em&gt; , onde jogos populares assumiram novos significados sustentados pelo ideário do &lt;em&gt;fair play &lt;/em&gt;e  pela busca de uma racionalidade capaz de assegurar sua previsibilidade e  calculabilidade. Este percurso inicial desdobrou-se na constituição de  um corpo de regulamentos específicos e um corpo de dirigentes  especializados&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt;.  Assim, tendo a Inglaterra como berço, podemos inferir que foi a partir  da escola que o esporte afirmou sua presença na sociedade moderna. No  século XX tornam-se plurais as possibilidades de aproximação e também de  distanciamento entre essas instituições.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A origem inglesa do esporte moderno é aqui tomada como referência,  lembrando-se que em outros países encontram-se trajetórias com  características distintas. No Brasil, esporte e escola fazem percursos  relativamente autônomos em finais do século XIX e início do século XX.  Regra geral, os exercícios ginásticos é que ocupavam lugar de  centralidade como prática corporal na escola.&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt;   Há indicações de que foi em meados da  década de 1920, a partir das  primeiras aproximações promovidas pelo Estado, que começa a acontecer a  articulação entre estes dois setores da vida social.&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; As reformas do ensino ocorridas em diferentes Estados brasileiros naquele momento parecem confirmar esta hipótese.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao debater a aproximação entre esporte e escola, há que se considerar  que nem sempre os interesses escolares se coadunam com os interesses  esportivos, ou vice-versa, na medida em que, a princípio, seus códigos,  valores, normas e funções sociais podem ser bastante distintos. O  desafio, então, é perceber na história recente desta aproximação a  existência de alguns arranjos que tendem a integrá-los de forma  substantiva. Podemos citar por exemplo a acessibilidade da escola à  lógica excludente e seletiva do esporte, ou a adoção do princípio  competitivo como estratégia de ensino-aprendizagem&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt;,  de um lado. E de outro, a ampla massificação que o esporte conquista na  sociedade moderna por intermédio de sua transposição didádica&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt;, isto é, quando é transformado em conhecimento a ser ensinado na escola (sua escolarização).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tomando de empréstimo a expressão utilizada por Guy Vicent, Bernard  Lahire &amp;amp; Daniel Thin (2001) parece razoável  especular que o  processo de expansão experimentado pelo esporte só foi possível pelo  fato dos sujeitos e grupos nele envolvidos terem  assumido a "forma  escolar"&lt;em&gt; &lt;/em&gt; como uma estratégia de socialização&lt;em&gt; &lt;/em&gt;tanto na escola como fora dela&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; Para estes autores,&lt;/p&gt; &lt;p&gt; "A emergência da forma escolar, forma que se caracteriza por um  conjunto coerente de traços – entre eles deve-se citar, em primeiro  lugar, a constituição de um universo separado para a infância; a  importância das regras na aprendizagem; a organização racional do tempo;  a multiplicação e a repetição de exercícios, cuja única função consiste  em aprender e aprender conforme as regras ou, dito de outro modo, tendo  por fim seu próprio fim -, é a de um novo modo de socialização, o modo  escolar de socialização. Este não tem cessado de se estender e de se  generalizar para se tornar o modo de socialização dominante de nossas  formações sociais." ( p.37-38)&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Nestes termos, é interessante notar que as principais  características do processo de socialização do esporte são claramente  escolares, tais como: seleção de equipes por faixas etárias; adoção de  procedimentos pedagógicos que transformam as situações de aprendizagem  em 'aulas'; presença de 'professores' especializados como requisito de  competência e, por fim, a existência das chamadas 'escolinhas' ou  escolas de esporte, cujos nomes são já reveladores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim, acreditamos ser importante investigar se as práticas escolares  contribuíram no processo de massificação/socialização do esporte,  identificando sentidos e significados produzidos neste processo. Ao  mesmo tempo, não podemos perder de vista os estudos que já expressam o  fato de que o esporte na escola tem se constituído muitas vezes como "um  braço prolongado da própria instituição esportiva"&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt;.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Poderíamos, então, perguntar: em que medida a instituição esportiva,  em seu processo de autonomização, foi influenciada pela "forma escolar"  de socialização? A 'chegada' do esporte na escola traz a essa  instituição elementos estranhos ao universo escolar?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com Guy Vicent, Bernard Lahire &amp;amp; Daniel Thin (2001), a &lt;em&gt;forma escolar&lt;/em&gt;  como estratégia de socialização não se limita aos muros da escola,  estendendo-se a outras práticas e instituições sociais. Inversamente,  outras formas de relações sociais também adentram a escola, produzindo  muitas vezes um tensionamento com  a lógica constituída pelo universo  escolar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trata-se de um tema que pode ser investigado por diferentes campos  acadêmicos. De forma mais específica, interessa-nos problematizar alguns  dos sentidos e significados historicamente construídos  para a  instituição escolar, quando a mesma se relaciona com as políticas e os  programas públicos relativos ao desenvolvimento e realização do esporte.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Constituem aqui indagações centrais: a escolarização teria sido a  intenção principal das políticas  para o esporte? Por que a escola? Que  eixos têm norteado as políticas públicas de esporte na escola? Para o  enfrentamento destas questões, muitos são os caminhos possíveis e os  estudos necessários.&lt;a href="http://www.esporteescolar.org/?canal=9&amp;amp;id=1#_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt;  A delimitação proposta para este ensaio é a de compreender alguns  indicadores da relação esporte-escola no sistema educacional brasileiro,  atentos a um duplo movimento que esta ela inaugura: o processo de &lt;strong&gt;escolarização do esporte&lt;/strong&gt;,  que conforma as práticas esportivas aos rituais, códigos e valores da  instituição escolar, pode também produzir, na tensão que institui, um  processo de &lt;strong&gt;esportivização da escola&lt;/strong&gt;, ou seja, a escola passa a incorporar em sua lógica e em suas práticas elementos próprios do universo esportivo.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-560377991162903547?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/560377991162903547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/esporte-x-escola-uma-discussao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/560377991162903547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/560377991162903547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/esporte-x-escola-uma-discussao.html' title='Esporte x Escola: uma discussão interessante'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3629256951616885805</id><published>2011-12-01T04:57:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T04:57:04.276-08:00</updated><title type='text'>7 perguntas e respostas sobre esportes coletivos</title><content type='html'>&lt;p&gt;Se bem planejadas, as aulas com esportes coletivos ajudam a ensinar  conceitos importantes, como técnicas de modalidades variadas, sua  história e a importância do trabalho em equipe. Além disso, garantem as  condições para que todos os alunos tenham acesso ao esporte e, ao  praticá-lo, desenvolvam suas competências técnicas e táticas, como  também a habilidade de se relacionar em jogos coletivos e de solucionar  situações-problema gradativamente mais complexas. Para ajudá-lo, NOVA  ESCOLA reuniu as principais dúvidas sobre o trabalho com modalidades  coletivas, respondidas a seguir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="destaque"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Há idades mais adequadas para introduzir as diferentes modalidades de esporte?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não.  Todas podem ser trabalhadas com crianças de diferentes faixas etárias,  mas é importante fazer adaptações com relação ao esporte oficial. Nas  aulas do professor de Educação Física Caio de Campos Busca na EMEB  Marina Pires de Araujo, em Itatiba, a 80 quilômetros de São Paulo, a  turma do 2º ano usa a rede de vôlei num tamanho compatível com a sua  altura e bolas grandes e macias &lt;em&gt;(leia o quadro abaixo)&lt;/em&gt;. É  fundamental garantir que todos conheçam os gestos associados a cada  esporte. &amp;quot;É preciso dar condições para que todos avancem em seu tempo&amp;quot;,  explica Alexandre Arena, do Instituto Esporte e Educação, em São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="destaque"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; O que é essencial ensinar às crianças?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Técnicas,  conceitos de saúde e história do esporte. Dentro desses temas, observe o  que é mais importante para a turma.&amp;quot;Em uma classe com conflitos,  deve-se fazer atividades que gerem reflexão sobre o respeito ao  adversário&amp;quot;, diz Adriano José Rossetto Jr., professor da Universidade  Gama Filho (UGF), no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="destaque"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Campeonatos devem ser organizados?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim,  pois ajudam a trabalhar conceitos como análise tática e trabalho em  equipe. Mas nelas deve haver atividades de que todos possam participar,  ainda que isso exija adaptações. &amp;quot;Se só existe lugar para as equipes de  alto nível em uma competição, então excluiremos a maioria das crianças&amp;quot;,  afirma Rossetto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="destaque"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Deve-se propor clínicas de aperfeiçoamento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depende  dos objetivos. Elas farão sentido se forem uma forma de contribuir para  que os alunos se aprimorem nos fundamentos de cada prática. O que não  vale é direcionar as aulas para o aperfeiçoamento dos naturalmente mais  habilidosos. Para eles, a escola deve criar oportunidades no  contraturno.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="destaque"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Qual é a melhor forma de montar as equipes?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  organização deles deve ser feita de acordo com seus objetivos, mas  sempre garantindo grupos heterogêneos: estudantes de diferentes portes  físicos, mais e menos habilidosos, meninas e meninos. É essencial que  todos vivenciem cada um dos papéis no coletivo para que treinem diversas  habilidades. No jogo de futebol, é um erro destacar as meninas sempre  para as posições de defesa. &amp;quot;Elas podem defender no primeiro tempo,  enquanto os meninos atacam. Porém, no segundo tempo, a situação se  inverte&amp;quot;, lembra Marcelo Jabu, coautor dos Parâmetros Curriculares  Nacionais (PCNs) de Educação Física. O único cuidado é não delegar essa  tarefa às crianças. Elas vão se unir por afinidades e os objetivos da  atividade não serão garantidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="destaque"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Qual deve ser o papel do professor durante um jogo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É  importante observar a partida para avaliar constantemente as atividades  desenvolvidas pelos alunos. &amp;quot;Ele deve perceber se a atividade está  adequada e se mantém os alunos motivados&amp;quot;, diz Rossetto &lt;em&gt;(leia a sequência didática)&lt;/em&gt;.  Também é papel do docente esclarecer regras e mediar conflitos. A  função de árbitro, nos jogos, pode ser delegada aos alunos. &amp;quot;Assim, eles  refletem sobre a importância de tomar decisões se baseando em regras  preestabelecidas e respeitá-las&amp;quot;, completa Jabu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="destaque"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Como estudar a fisiologia do esporte na aula?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os  alunos podem identificar as capacidades físicas mais exigidas, como  força, resistência, flexibilidade, ritmo, coordenação e velocidade, e  que interferem diretamente na realização de determinados movimentos. Por  exemplo, ao jogar futebol, as crianças podem ser questionadas sobre o  que é necessário para que se saiam cada vez melhor. Nas respostas, a  questão da força e da velocidade aparecerá. Você deve levantar essas  capacidades com a turma e depois ajudar a construir os conceitos  associados a elas.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3629256951616885805?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3629256951616885805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/7-perguntas-e-respostas-sobre-esportes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3629256951616885805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3629256951616885805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/7-perguntas-e-respostas-sobre-esportes.html' title='7 perguntas e respostas sobre esportes coletivos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-9210531961996474132</id><published>2011-12-01T04:30:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T04:30:25.901-08:00</updated><title type='text'>Atividades educacionais para vários tipos de deficiência</title><content type='html'>    É interessante atividades de simulação para crianças consideradas normais vivenciar uma deficiência. Essas experiências permitem que eles percebam melhor as dificuldades das pessoas portadoras de deficiência e como elas podem se sentir eventualmente. (Ministério da Educação e do Desporto/ MEC, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    É fundamental que os participantes sejam incentivados a dizer como se sentiram durante as atividades, principalmente naquelas em que são simuladas vivências de deficiências, pois sabemos que estas podem se constituir em experiências muito enriquecedoras e marcantes para a pessoa. Compartilhar esses sentimentos com os demais é sempre muito frutífero para todos. (Ministério da Educação e do Desporto/ MEC, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Estas atividades darão oportunidade para ao aluno conhecer suas possibilidades e seus limites, favorecendo a confraternização entre eles. (Ministério da Educação e do Desporto/ MEC, 2007).&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Segue abaixo propostas de atividades inclusivas e simulações de algumas deficiências. Muitas destas atividades são aplicadas para crianças consideradas normais, que foram adaptadas para incluir o aluno com necessidades educativas especiais nas aulas de Educação Física.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Deficiência Física&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Sentindo na pele&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: Dois pares de meias grossas e uma camisa com botões (é importante que os alunos tragam de casa a camisa e as meias).&lt;br&gt; Descrição da atividade: A turma deverá ser dividida em pares. Um de cada par vestirá as meias nas mãos. Após o comando do professor o aluno deverá vestir à camisa, abotoá-la, desabotoá-la e sentar em frente ao seu par. Pessa a eles para trocarem o material e repetir a experiência. É importante que o professor explique aos alunos que eles irão vivenciar como é ter paralisia cerebral, na tentativa de abotoar uma camisa. (Ministério da Educação e do Desporto/ MEC, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Passa 10&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: coletes coloridos, 1 bola.&lt;br&gt;Descrição do Jogo: Todos os alunos deverão estar sentados na quadra, independente de ter ou não comprometimento motor. A turma deverá se dividir em dois grupos, onde cada grupo deverá usar coletes de cores diferentes para se distinguir melhor. A delimitação do espaço será de acordo com o número de participantes. O grupo que tiver com a posse de bola deverá tentar realizar 10 passes jogando com as mãos, conseguindo, marcará ponto. Caso a bola caia no chão, ou seja, interceptada pelo grupo adversário, a contagem será zerada. Vence o grupo que fizer mais pontos. O tempo do jogo será determinado pelo professor.&lt;br&gt; Adaptação: Se houver um cadeirante, o grupo adversário deverá ter um participante de sua equipe sentado em uma cadeira. Caso tenha mais de um cadeirante, o número de participantes em cadeiras deverá ser aumentado. No decorrer do jogo, todos os alunos deverão ficar pelo menos uma vez sentados na cadeira.&lt;br&gt; Variação: O professor poderá aumentar ou diminuir o espaço do jogo e o número de passes para realizar um ponto. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Passa Repassa&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: 1 bola de vôlei.&lt;br&gt; Descrição do Jogo: Os alunos estarão dispersos sentados pela quadra de voleibol, similar, dois deles sentados nas pontas. Os alunos das pontas iniciarão a troca de passes de bola, enquanto os alunos do centro da quadra tentarão pegá-la sem tirar o quadril do chão. O aluno que conseguir pegar a bola troca de lugar com aquele que a jogou. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Pega ajuda com passes&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: 1 bola&lt;br&gt;Descrição do jogo: Um dos alunos será designado a ser o pegador, os demais serão os fugitivos, todos deverão estar sentados de forma dispersa pela quadra. Tanto os pegadores quanto os fugitivos não poderão se levantar, deverá se locomover sentados. O pegador terá uma bola na mão, onde tentará arremessar nos colegas. Aquele que for atingido pela bola passará a ser pegador, aumentando o número de caçadores. (DIEHL, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Toca-Retoca&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: mínimo 10&lt;br&gt;Material: 1 bola, 1 rede medindo 1m de altura.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Serão formados dois times, com 5 alunos em cada time sentados livremente em cada lado da quadra de vôlei, que estará dividida pela rede. Ao sinal do professor, o aluno de fora da quadra, fará o lançamento da bola para quadra adversária utilizando as duas mãos. Após o lançamento, o arremessador retorna para dentro da quadra. Um componente da equipe adversária deverá pega-la, passando em seguida para um de seus colegas do time. Todos os participantes do time deverão pegar a bola, que será devolvida a equipe adversária pelo quinto participante, sem deixar que a bola caia ou segura-la por mais de 5 segundos. Realizada a ação completa, a equipe marca um ponto. Caso a bola caia no chão, ou seja, passada para o campo adversário sem que todos os componentes tenham segurado a bola, será saque da equipe adversária. Vence a equipe que marcar 20 pontos primeiro.&lt;br&gt; Adaptação: Se caso a turma tenha mais de 10 componentes, ela poderá ser dividida em dois grupos. Cinco ficarão em posições numeradas pré-definidas dentro da quadra e o restante se posicionará em coluna fora da quadra. Haverá sempre um rodízio antes da realização do saque. O jogador que tiver na posição 5 deverá sair, o primeiro da coluna que estava fora da quadra deverá entrar na posição 1, sendo que o que estava na 1 deverá ir para a posição 2 e o da 2 ir para a 3 e assim sucessivamente. Quando houver um cadeirante em alguma equipe, o professor poderá colocar uma cadeira em alguma das posições da equipe adversária. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Pegue o balão&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: Livre&lt;br&gt;Material: balões e barbantes.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos estarão livres pela quadra, sentados no chão ou na cadeira de rodas. Os alunos sentados amarrarão os balões na cintura, os cadeirantes estarão com os balões amarrados atrás da cadeira. Cada participante deverá tentar estourar o balão do colega e proteger o seu. Vence aquele que ficar com o balão intacto enquanto os outros estiverem com os seus estourados. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Chegar à meta&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: 1 balão e barbante&lt;br&gt;Descrição do jogo: A turma deverá ser dividida em dois times contendo o mesmo número de participantes. A quadra será dividida em dois lados, em cada lado ficará um time. O objetivo de cada time é atravessar a quadra do adversário e tocar o balão que estará pendurado no gol. Se a pessoa que esta indo em direção ao balão for tocada dentro do campo adversário, ela terá que ficar parada até que alguém do seu time venha e o toque para que possa continuar. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Surdos&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Cinema mudo&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: filmes&lt;br&gt;Descrição do jogo: O professor pode propor aos alunos a assistirem trechos de filmes sem som, tentando entender a história e o que as pessoas estão falando. (Ministério da Educação e do Desporto/ MEC, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    O corpo fala&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: papéis&lt;br&gt;Descrição do jogo: Dividir a sala em grupos, cada grupo receberá um papel com uma mensagem escrita. Cada grupo deverá transmitir sua mensagem exclusivamente por gestos para outros grupos. (Ministério da Educação e do Desporto/ MEC, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Caranguejobol&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: 1 bola, coletes, 1 bandeira sinalizadora (vermelha).&lt;br&gt;Descrição do jogo: A turma será dividida em duas equipes com o mesmo número de participantes. Cada equipe se posicionará em metade da quadra, tendo como objetivo defender seu gol e tentar fazer gol na equipe adversária. Todos os participantes só poderão se locomover sentados ou suspendendo o quadril, se locomovendo apenas com o apoio das mãos e dos pés, na posição de 4 apoios, parecendo um caranguejo. A impulsão da bola só poderá ser feita com os pés. Após o gol, o jogo é reiniciado por um dos participantes da equipe que levou o gol. Quando houver transgressão das regras, a equipe infratora será penalizada com uma falta que poderá ser cobrada diretamente ao gol. Vence a equipe que fizer mais gols. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Pegue o rabo&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: Livre&lt;br&gt;Material sugestivo: jornal (ou material da escolha do professor).&lt;br&gt;Descrição do jogo: A turma será dividida em duas equipes, tendo o mesmo número de participantes. Cada participante receberá um jornal, que deverá ser preso na roupa próximo da cintura, que simbolizará o &amp;quot;rabo&amp;quot;. O objetivo de cada equipe é roubar o &amp;quot;rabo&amp;quot; dos participantes da equipe adversária. Vence a equipe que conseguir roubar todos os rabos da equipe adversária primeiro. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Futsal de 4 goleiras&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre.&lt;br&gt;Material: 8 cones, 8 coletes, 2 bandeiras de cores diferentes.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos serão divididos em duas equipes, com o mesmo número de participantes. A atividade será realizada em uma quadra de futsal, onde não serão utilizadas as traves do gol, e sim 8 cones, que serão montadas 4 goleiras nos cantos da quadra. As equipes deverão marcar gol em duas goleiras designadas para elas. Vence a equipe que fizer o maior número de gols. Poderão ser usadas as mesmas regras do futsal. O professor deverá usar duas bandeiras: uma verde e outra vermelha. Quando ocorrer falta o professor levantará a bandeira vermelha, a verde para sinalizar o início e o termino do jogo.&lt;br&gt; Adaptação: Este jogo pode ser jogado com ou sem goleiro. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;    O chapéu é meu&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: Livre&lt;br&gt;Material: Chapéus feitos de jornal e uma bandeira colorida.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Duas fileiras com o mesmo número de participantes, frente a frente. Os alunos confeccionarão os chapéus de jornal para utilizarem no jogo. No chão entre eles, coloca-se uma série de chapéus, sendo um para cada dois participantes. Dado o sinal (com a bandeira), os participantes correm para os chapéus, pondo na cabeça o que conseguir pegar. Cada jogador poderá pegar apenas um chapéu, não podendo também pegar depois que já está com o colega. O lado que tiver o maior número de chapéus marca ponto. Esta atividade poderá se repetir quantas vezes o professor desejar. Vence o jogo o lado que tiver feito mais pontos. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Sol e Lua&lt;br&gt;&lt;br&gt;Numero de participantes: livre&lt;br&gt;Descrição do jogo: Duas fileiras com o mesmo número de participantes, uma denominada &amp;quot;sol&amp;quot; e a outra &amp;quot;lua&amp;quot;. Os participantes da equipe sol deverão estar de costas para os participantes da equipe lua, ambos as equipes deverão estar próximas da linha do meio da quadra. Quando o professor sinalizar &amp;quot;sol&amp;quot; a equipe correspondente foge da equipe &amp;quot;lua&amp;quot;, e vice-versa, devendo correr e cruzar uma linha demarcada para salvar-se. Aqueles que forem pegos passam a ser da equipe adversária. Vence a equipe que tiver mais componentes ao termino da atividade. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Olha o Chapéu&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: No mínimo 10.&lt;br&gt;Material: 1 chapéu (Pode ser de jornal)&lt;br&gt;Descrição do jogo: Todos os alunos deverão estar sentados formando um círculo. O professor escolhe um aluno que terá a posse do chapéu, que ficará andando ao redor do círculo, o aluno colocará o chapéu na cabeça de qualquer participante que deverá correr para pegá-lo. O aluno que estava com o chapéu fugirá o mais rápido possível para tentar sentar no lugar do colega que ele colocou o chapéu na cabeça. Caso o aluno seja pego antes de se sentar permanecerá com o chapéu, tentando colocar na cabeça de outro colega.&lt;br&gt; Adaptação: Se o número de aluno for grande, a turma poderá ser dividida em mais grupos. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Jogo dos Cartões&lt;br&gt;&lt;br&gt;Números de participantes: livre.&lt;br&gt;Material: Cartões coloridos e bola.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos ficarão em circulo passando a bola atendo aos cartões que serão mostrados pelo professor. Estes cartões terão códigos previamente combinados: Amarelo significa o arremesso da bola para qualquer colega; Vermelho significa que se deve quicar a bola e passá-la; o Azul significa arremesso da bola para um menino; o cartão rosa indica posse de bola para uma menina.&lt;br&gt; Adaptação: Pode-se também utilizar outros cartões com outros códigos. Por exemplo, verde para mudar o sentido da bola. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Zoológico&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre.&lt;br&gt;Material: Papel.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Todos os alunos receberão um papel com o nome de um animal, sendo que cada um tem seu par. Cada aluno terá que imitar seu animal através de gestos tentando localizar seu par. A atividade termina quando todos encontrarem seu par. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; No caso do aluno que usa prótese auditiva, o professor deverá observar se a prótese está bem adaptada, se está suja ou entupida, evitando ruídos. Deve-se também verificar as condições das pilhas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cegos ou com baixa visão&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Posso ajudar?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Material: Vendas pretas para todo o grupo&lt;br&gt;Descrição do jogo: A turma deverá ser dividida em pares. Cada par receberá uma venda, um da dupla usará a venda simulando o deficiente visual e o outro será o acompanhante. É importante que o professor explique que o papel do acompanhante é estar ao lado do deficiente visual para oferecer sua ajuda e dá-Ia quando for aceita. Explique que é importante perguntar se ele precisa de ajuda e de que forma essa ajuda pode ser dada. Os pares serão orientados para realizarem diversas atividades, tais como: beber água, andar pela quadra, pelo pátio, explorar a classe, andar entre as carteiras, etc.&lt;br&gt; Variação: Uma vez realizado todo o percurso, a dupla deverá trocar as funções, o aluno que estava simulando o deficiente visual deverá passar a ser o acompanhante e assim vice-versa. (Ministério da Educação e do Desporto/ MEC, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Adivinhe pelo tato&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: Livre&lt;br&gt;Material: vendas, objetos como: lápis, frutas, livro, brinquedos, etc.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos deverão ser divididos em dois ou três grupos. Cada participante terá a oportunidade de sentir, com os olhos vendados, os objetos que serão dados pelo professor. O grupo que mais objetos acertar será o grupo vencedor. (DIEHL, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Ouça e pegue o rabinho&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre.&lt;br&gt;Material: barbante, latas de refrigerante com pedrinhas dentro.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Todos os alunos deverão estar vendados. Cada aluno terá uma lata de refrigerante com um barbante que deverá ser amarrado na cintura, sendo arrastado pelo chão. Cada um tentará roubar o &amp;quot;rabinho&amp;quot; do outro. Aquele que mais &amp;quot;rabinhos&amp;quot; pegar será o vencedor.&lt;br&gt; Adaptação: Esta atividade poderá ser feita em duplas de mãos dadas, onde um estará vendado e outro não. Aquele que não enxerga pega o &amp;quot;rabinho&amp;quot;, seguindo as instruções do vidente. O &amp;quot;rabinho&amp;quot; estará preso ao aluno cego, com baixa visão ou vendado. Vencerá a dupla que tiver mais rabinhos. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Alerta&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre.&lt;br&gt;Material: 1 bola com guizo (caso não tenha bola com guizo, a bola poderá ser colocada dentro de sacolas plásticas)&lt;br&gt;Descrição do jogo: Todos os alunos deverão estar vendados, em círculo e um voluntário no centro. Cada um escolherá um animal para imitar seu som. O jogo terá início quando o aluno que estiver no centro falar já e jogar a bola para cima e falar o nome de um dos animais. Ao mesmo tempo os alunos deverão correr em direção oposta da bola, menos o aluno que esta representando o animal que foi chamado, devendo correr em direção da bola. Ao pegar a bola o aluno gritará &amp;quot;Alerta!&amp;quot;. Os demais alunos deverão parar e permanecer no lugar como estátuas. Todos começam a imitar seus respectivos animais, e o aluno que estiver com a bola poderá dar 3 passos para tentar se aproximar o máximo possível do aluno que ele acha estar mais perto, dizendo o nome do animal escolhido. Os outros alunos deverão permanecer em silêncio, e o que foi chamado continuará a imitação. O aluno que estiver com a posse de bola terá que rolá-la, tentando acertá-lo. Se o aluno acertar a bola o colega que estava imitando iniciará o jogo, mais se caso ele não acertar, ele mesmo reiniciará o jogo. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Passa a bola&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: bolas com guizo (caso não tenha bola com guizo, a bola poderá ser colocada dentro de sacolas plásticas)&lt;br&gt;Descrição do jogo: Duas ou mais colunas com mesmo número de participantes. O primeiro integrante de cada coluna deverá estar com a bola que deverá ser passada entre as pernas ao colega de trás até chegar o ultimo da coluna; este irá devolver por cima da cabeça até chegar ao primeiro da coluna. Na mesma ordem, logo em seguida passar a bola pelo lado direito, retornando pelo lado esquerdo. Vence a coluna que terminar a seqüência primeiro gritando o nome de sua equipe. Os alunos videntes auxiliarão os alunos cegos e com baixa visão a pegar a bola, através de comunicação verbal. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Coelhinho sai da toca&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: arcos&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos serão divididos em duplas dispersos pela quadra. Um dos alunos ficará segurando o arco na altura da cintura, que fará o papel de &amp;quot;toca&amp;quot;, o outro fará o papel de &amp;quot;coelhinho&amp;quot; que entra e sai da &amp;quot;toca&amp;quot;. Cada dupla identificará um som para se identificarem. Ao comando dado pelo professor &amp;quot;Coelhinho sai da toca!&amp;quot;, o aluno que estava dentro do arco sairá e realizará uma caminhada pela quadra (ou pelo espaço que esta sendo realizada a atividade). Ao segundo comando do professor &amp;quot;Coelhinho volta para toca!&amp;quot;, o coelho deverá encontra - lá através do som combinado. Somará mais pontos a dupla que conseguir voltar para a &amp;quot;toca&amp;quot; em menor tempo.&lt;br&gt; Para realizar esta atividade é importante que todos os alunos estejam vendados.&lt;br&gt;Variável: esta atividade poderá ser repetida, mas invertendo-se os papéis, o que representava o &amp;quot;coelhinho&amp;quot; passa a ser o que representa a &amp;quot;toca&amp;quot;, e assim vice-versa, para que todos vivenciem os dois papéis.&lt;br&gt; Adaptação: Caso sobre um aluno sem par, ele fará o &amp;quot;coelhinho&amp;quot; sem &amp;quot;toca&amp;quot;, e comandará o jogo. Ao primeiro comando &amp;quot;Coelhinho sai da toca&amp;quot;, todos os coelhos deverão sair da &amp;quot;toca&amp;quot; e caminhar pela quadra, inclusive os alunos que estão representado a &amp;quot;toca&amp;quot;. Ao segundo comando &amp;quot;Coelhinho volta para a toca&amp;quot;, as &amp;quot;tocas&amp;quot; deverão permanecer paradas emitindo o som &amp;quot;tocas&amp;quot; &amp;quot;tocas&amp;quot; e os &amp;quot;coelhinhos&amp;quot; tentar encontrar uma &amp;quot;toca&amp;quot;, inclusive o que estava sem toca. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Caçada à bola&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: bola com guizo (caso não tenha bola com guizo, a bola poderá ser colocada dentro de sacolas plásticas).&lt;br&gt;Descrição do jogo: Duas fileiras com o mesmo número de participantes, dispostas nas laterais da quadra, viradas para o centro. Cada aluno receberá um número que será o mesmo para as duas fileiras, no sentido diagonal. Quando o professor falar um número, os representantes do número deverão ir em direção da bola que estará sendo movimentado pelo professor no centro da quadra. O aluno que pegar a bola deverá dizer o nome de sua equipe, que marcará um ponto. Vence a equipe que marcar mais pontos.&lt;br&gt; Adaptação: Esta atividade poderá ser realizada de duas formas: se em uma das equipes tiver um aluno cego ou com baixa visão, na outra equipe poderá ter um aluno vendado, ou todos os alunos deverão usar vendas.&lt;br&gt;Variação: O professor poderá propor uma operação aritmética, e os alunos que representarem o resultado de tal operação deverão pegar a bola. Exemplo: 2+2=4, os alunos representantes do número 4 deverão tentar a pegar a bola. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Fala que eu faço&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: vendas e bola com guizo&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos formarão duplas, sendo que um da dupla estará com venda (um deles será o vidente). O professor fará uma espécie de ninho do tesouro em alguns cantos da quadra, utilizando bolas com guizo. O colega vidente da dupla se separa e fica em um lugar próximo dos ninhos para auxiliar o outro colega a chegar ao ninho. As dicas poderão ser de forma simbólica. Exemplo: &amp;quot;10 passos de elefante para frente&amp;quot;, &amp;quot;20 passos de formiga para o lado direito&amp;quot;, etc. (DIEHL, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Relógio de corda&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: vendas, corda, argolas.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Serão formadas duplas com um da dupla cego ou com vendas e um vidente. Dois alunos estarão trilhando uma corda que terá no centro argolas segura por nós em ambos os lados, cuja função é dar direção ao aluno cego ou com vendas. Cada dupla terá de pular a corda seguindo as horas até completar 12 saltos. Ou seja, vai se cantando &amp;quot;1 hooora!&amp;quot;, que significa um salto; &amp;quot;2hooraaas!&amp;quot;, para dar dois saltos e assim sucessivamente, até completar as 12horas. A dupla estará fora da corda, devendo entrar quando começarem a serem contadas as horas. Caso a dupla erre, deverá repetir a hora onde errou. Vence a dupla que fechar as 12horas no menor tempo. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; No caso do deficiente visual, para que se previnam acidentes, lesões e quedas, o professor deverá assegurar-se de que o aluno esteja familiarizado com o espaço físico, com inclinações do terreno e diferenças de piso. É importante que toda a instrução seja verbalizada de forma bem clara para que o aluno com deficiência visual entenda as atividades propostas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Deficiência Mental&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Passa João&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Descrição do Jogo: com os alunos sentados em círculo, o professor inicia pegando uma bola e cantando a canção &amp;quot;Passa João&amp;quot;: &amp;quot;O João vai passar, ele ainda não chegou, ele ainda não chegou, ele acaba de chegaaar!&amp;quot;. Enquanto isso, os participantes passam a bola de mão em mão para os colegas, até que todos os componentes do círculo a tenham tocado. Ao parar a música, a bola pára de ser passada e aquele que estiver coma bola deverá imitar um bicho.&lt;br&gt; Variação: Em vez de cantar &amp;quot;Passa João&amp;quot;, trocar pelo nome dos alunos consecutivamente, até citar o nome de todos. Exemplo: &amp;quot;A Maria vai passar, ela ainda não chegou, ela ainda não chegou, ela acaba de chegaaar!&amp;quot;. Neste tipo de brincadeira, estimular a criança a participar do jogo, cantando. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Leão faminto&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: mínimo 5.&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos deverão estar em fileira no fundo da quadra de vôlei e um aluno na linha central. A quadra simbolizará a &amp;quot;Floresta&amp;quot;, o aluno que ficará na linha central simbolizará o &amp;quot;Leão faminto&amp;quot;. Os alunos que estarão na linha de fundo da quadra tentarão atravessar a &amp;quot;Floresta&amp;quot; imitando um determinado animal sem ser pego pelo &amp;quot;Leão faminto&amp;quot;, que não poderá sair da linha central. Os &amp;quot;animais que não conseguir fugir do &amp;quot;Leão faminto&amp;quot; ocuparão seu lugar ou o auxiliará a pegar os demais &amp;quot;animais&amp;quot;. (DIEHL, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Jogo dos balões&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: balões&lt;br&gt;Descrição do jogo: Cada aluno segurará um balão. Todos deverão estar em pé e agrupados. Ao sinal do professor, todos deverão jogar os balões para cima, procurando os manter no ar através de pequenos toques, sem deixar cair no chão não importando de quem será o balão. O balão que cair no chão deverá permanecer no chão. O professor determinará o tempo de duração do jogo, após o tempo, os alunos contarão quantos balões conseguirão salvar. A cada jogo o professor incentivará aos alunos a salvar mais balões. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Dança do chapéu&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Material: som, chapéu (ou algo para simbolizar um chapéu).&lt;br&gt;Descrição do jogo: Em dupla, os alunos dançarão livremente. Um aluno estará sozinho segurando o chapéu. Em determinado momento, o professor desligará a música, e o aluno que estiver segurando o chapéu, colocará o chapéu na cabeça de outro aluno, que ocupará seu lugar, sendo o próximo bailarino do chapéu. (DIEHL, 2006)&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;    Pega-pega corrente&lt;br&gt;&lt;br&gt;Número de participantes: livre&lt;br&gt;Descrição do jogo: Os alunos estarão dispersos pela quadra, um deles será escolhido para ser o pegador. Os alunos que forem pegos, deverá se unir ao pegador dando as mãos formando uma corrente. O jogo termina quando todos os alunos forem pegos, formando uma grande corrente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    De acordo com Cidade e Freitas (2002) a Educação Física quando adequado corretamente ao aluno com deficiência, possibilita-lhe a compreensão de suas limitações e capacidades, auxiliando-o na busca de um melhor desempenho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    É importante que o professor tenha os conhecimentos básicos relativos ao seu aluno tais como: o tipo da deficiência do aluno, a idade em que apareceu a deficiência, se foi repentina ou gradativa, se é transitória ou permanente, as funções e estruturas que estão prejudicadas. (CIDADE e FREITAS, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Para Pedrinelli (1994 apud CIDADE e FREITAS, 2002), a Educação Física deve conter desafios direcionados a todos os alunos, permitir a participação de todos, respeitarem as limitações e promover a autonomia. O educador deverá selecionar a atividade visando o comprometimento motor, a idade cronológica e o desenvolvimento intelectual do aluno.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    &amp;quot;A aplicação dos exercícios desportivos, sob o incentivo da &amp;quot;ludicidade&amp;quot;, mostra que a competição é desejável à medida que os competidores encarem seus opositores como companheiros de jogo&amp;quot;. (BRACHT, V. 1988 apud Lemos, 2004).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Segundo Bueno e Resa (1995 apud Freitas, 2004), a Educação Física Adaptada para alunos com deficiência não se diferencia da Educação Física em seus conteúdos, mas compreende técnicas, métodos e formas de organização que podem ser aplicados ao aluno com deficiência. É um processo de atuação docente com planejamento, visando atender às necessidades de seus educandos. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-9210531961996474132?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/9210531961996474132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/atividades-educacionais-para-varios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/9210531961996474132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/9210531961996474132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/atividades-educacionais-para-varios.html' title='Atividades educacionais para vários tipos de deficiência'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6793807408599239105</id><published>2011-12-01T04:25:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T04:25:39.439-08:00</updated><title type='text'>Educação Física Escolar: Conhecimento e Especificidade</title><content type='html'>&lt;p&gt;Esta exposição foi organizada como um convite para pensarmos     juntos a Educação Física como matéria de ensino    escolar. Não  apresenta muitos argumentos de autoridade, ou seja, citações,    etc.;  ela não é uma demonstração sistemática    de afirmações mas, certamente,  é um apanhado de dúvidas    e de algumas certezas provisórias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Deixo registrado também nesta breve introdução que minhas     aspirações acadêmicas hoje, estão mais no terreno    da concordância do  que naquele da discordância. São os pontos    convergentes apresentados  pelo meu interlocutor que se constituem em ponto de    partida e não os  divergentes. Esta atitude tem me permitido um enorme    crescimento  acadêmico e pessoal. Tenho aprendido que há muitos    pontos em comum  que permitem o aprofundamento das questões acadêmicas,    os quais,  muitas vezes ficavam submersos em discordâncias e não    eram percebidos  como emergentes para a compreensão da Educação    Física (EF), do homem  e da sociedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim, penso que estamos sempre aprendendo e só deixamos de fazê-lo     quando morremos. Estar vivo é, sobretudo, estar aprendendo. Mas há     diferentes saberes no mundo em que vivemos e há também múltiplos     itinerários para sorvê-los, para neles mergulhar. É possível    até  dizer que&lt;em&gt; &amp;quot;os itinerários para a cultura são múltiplos,    mas&lt;/em&gt; &lt;em&gt;nunca inteiramente sinalizados&amp;quot;&lt;/em&gt;[2],  Talvez a escola    pudesse auxiliar nesta sinalização, pudesse ser um  lugar onde    se vai para aprender coisas, coisas que não se sabe ou  que, se sabe apenas    na superfície. A escola então seria um morno  oceano onde se mergulha    para conhecer. Como não se chega vazio até  ela, este mergulho    não é cego... ele é parte de um impulso humano  para aprender.    A escola então estaria tratando de saberes mais  elaborados ou, conforme    Snyders, rompendo com a cultura primeira,  ampliando o horizonte do aluno para    coisas, lugares e saberes que ele  não atingiria sem ela. &lt;br&gt; Esta escola como lugar de conhecer, estaria  colocando, para o aluno, o que há    de grandioso na ciência, ou seja, o  homem diante da dúvida, diante    de um processo que se constrói pelos  erros e pela negação...    por rupturas e continuidades e, sobretudo,  por interesses humanos[3].&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Neste lugar de conhecer haveria um respeito profundo pela inteligência    do aluno, haveria a convicção de que &lt;em&gt;&amp;quot;a inteligência    dos alunos não é um vaso que se tem de encher; mas é uma    fogueira que é preciso manter acesa&amp;quot;&lt;/em&gt;[4]&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por vezes a escola se transforma num enorme balde de água, talvez num     esguicho. Mas se ela pensar nesta fogueira que precisa ser mantida  acesa, então    poderá ser um sinal no itinerário da cultura. Para isto é     preciso o desafio. Não se desafia a inteligência do aluno com a     repetição do que ele já sabe ou com a reprodução    superficial do que  os mídia oferecem, ou ainda, com o pronto atendimento    do desejo da  criança e do jovem. O desejo também é construído    socialmente...  gosta-se, em princípio, do que se conhece. Rejeita-se,    em princípio, o  desconhecido, o difícil, o elaborado. Papel da    escola, da  metodologia do ensino, do planejamento: organizar criativamente o     conhecimento a ser tratado no tempo... produzir desafios com este  desconhecido,    arrancar alegria a cada conquista. Snyders afirma a  existência possível    de uma escola alegre; afirma a possibilidade da  alegria como sentimento que    floresce do ato de conhecer. Não fala de  uma alegria frívola,    de fazer o que se gosta e por isto sentir  alegria. Fala da alegria da descoberta,    da alegria de se aproximar do  que é mais elaborado, do que é difícil,    daquilo que não seria  possível sem o professor e sem a escola.    Afirma assim, para a escola,  os saberes científicos, técnicos    e estéticos e a escola como algo  diferente da vida corrente e, exatamente    por isto, desafiador[5].  Snyders deseja que a escola possa ser invadida    por aquela alegria que  os jovens sentem e expressam nos campos esportivos...    e para isto o  conhecimento tratado em seu interior não pode ser hierarquizado.    As  atividades corporais e artísticas fazem parte deste lugar de aprender.     Não são apenas o equilíbrio buscado pelo estafante e &amp;quot;sério&amp;quot;     trabalho intelectual. O prazer e a alegria não são finalidades    da  escola, mas são sentimentos presentes no caminho da criança    e do  jovem que vão ao encontro de um determinado tipo de saber ou que     deveriam ir. A escola é um momento na vida de quem está em seu     interior e não apenas uma preparação para um futuro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PRIMEIRA PARTE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Educação Física &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;está&lt;/span&gt; na escola. Ela &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;é&lt;/span&gt;  uma matéria de ensino e sua presença traz uma adorável,    uma benéfica  e restauradora desordem naquela instituição.    Esta sua desordem é  portadora de uma ordem interna que lhe é peculiar    e que pode criar,  ou vir a criar uma outra ordem na escola.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para realizar esta tarefa, a Educação Física deve sobretudo,     preservar, manter e aprofundar a sua especificidade na escola. Deve,  evidentemente,    fazer isto sem isolar-se ou colocar-se à parte e  alheia. E como se preserva    o que é seu? Sabendo, sobretudo, o que é  seu e assim, certamente,    exacerbando muito mais conflitos e dores.  Nosso ponto de partida são    algumas certezas, poucas e provisórias.  Elas são como vórtices    para impulsionar vôos mais audaciosos. A  partir delas podemos tomar posse    do que é nosso e negar, reconstruir,  superar, diferenciar, adequar...    criar e brincar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Parece-me sobretudo importante não acreditar que tudo o que há    em  nossa formação vai se transformar em conhecimento a ser ensinado    aos  alunos de uma escola. Há campos e níveis de conhecimento que    dão  suporte, base, apoio, sustentação àquilo que    o professor ensina, mas  que não se constituem em conteúdo de ensino.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;quot;Não considere seus alunos tolos&amp;quot;,&lt;/em&gt; observa Snyders[6].     Este alerta é importante, especialmente quando se trata de Educação     Física. Crianças e jovens quando chegam a escola (desde que não     possuam nenhuma deficiência mental) andam, correm, saltam. Os atos de     andar, correr, saltar, são atos da vida diária, da vida em sociedade,     são traços da cultura que já inscreveu nos corpos estas    ações.  Todavia, estes atos da vida diária foram codificados    ao longo da  história do homem em universos de saber: técnico,    científico e  cultural. Esta codificação sim poderá    ser objeto de ensino da  Educação Física. Por exemplo: o    ato de andar será para a ginástica o  conjunto de passos como por    exemplo o &amp;quot;passo picado&amp;quot;, &amp;quot;cruzado&amp;quot;,  &amp;quot;passo valsa&amp;quot;, etc.; o ato de correr será    uma prova para o Atletismo  como a corrida de velocidade, de meio-fundo, de fundo,    com barreiras,  etc.; o ato de saltar será o salto com vara, o salto triplo,    em  extensão, em altura; ou na ginástica o salto sobre o cavalo,    o salto  grupado, salto afastado, salto carpado[7], etc. O ato de executar    um  arremesso se vincula ao Atletismo, a Ginástica, aos jogos e jogos     esportivos com bola ou outros materiais. É possível afirmar que    este  ato isolado já foi um dia, na história do homem, um ato de     sobrevivência, de defesa, de ataque e se inscreveu em seu corpo, um  corpo&lt;/p&gt; &lt;p&gt;...que não é somente a expressão biológica do    nosso ser atual, mas  a expressão significativa da história do    corpo do homem entre os  homens. Cada homem é em si a história    do Homem, resíduos e vestígios  de sua longa e plural história[8].&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As prática físicas fora do mundo do trabalho sistematizadas em torno   da Ginástica, do Atletismo, dos Jogos, dos Jogos Esportivos, da Dança,   possuem características especiais e específicas. Modificam-se pela   técnica, pela ciência e, sobretudo, pelas dinâmicas culturais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto, estas práticas formam um interessante acervo da história   do homem e constituem-se em objeto de ensino, são pedagogizadas. Não   podem merecer o desprezo que o olhar superficial sugere. Não se esgotam   nos clichês: &amp;quot;são movimentos estereotipados&amp;quot;, &amp;quot;são repetitivos&amp;quot;,  &amp;quot;são  técnicos&amp;quot;, &amp;quot;são para poucos&amp;quot;. Quero tentar aqui, pela  abordagem  histórica, aprofundar a questão da especificidade, daquilo  que é do  domínio do professor de Educação Física.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SEGUNDA PARTE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Educação Física Escolar tal como a concebemos hoje -    como  matéria de ensino - têm suas raízes na Europa de fins    do século XVIII  e início do século XIX. Com a criação    dos chamados Sistemas  Nacionais de Ensino, a Ginástica, nome primeiro    dado à Educação  Física e com caráter bastante    abrangente, teve lugar como conteúdo  escolar obrigatório[9].&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;QUADRO DO MOVIMENTO DO PENSAMENTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA      ESCOLAR&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A EDUCAÇÃO FÍSICA E SEU CONTEÚDO DE ENSINO      NO TEMPO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;table style="border: 0pt solid #000000;" border="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;MOVIMENTO DO PENSAMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;CRONOLOGIA&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;CONTEÚDO A SER ENSINADO NA ESCOLA&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;MOVIMENTO GINÁSTICO EUROPEU&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;SÉCULO XIX E INÍCIO DO SÉCULO        XX&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;- GINÁSTICA QUE COMPREENDIA  &lt;p&gt;EXERCÍCIOS MILITARES; JOGOS; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;DANÇA; ESGRIMA; EQUITAÇÃO; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;CANTO.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height="88" valign="top" width="29%"&gt;MOVIMENTO  ESPORTIVO&lt;/td&gt; &lt;td height="88" valign="top" width="29%"&gt;AFIRMA-SE A PARTIR DE 1940&lt;/td&gt; &lt;td height="88" valign="top" width="42%"&gt;- ESPORTE - HÁ AQUI UMA         HEGEMONIZAÇÃO DO ESPORTE NO  CONTEÚDO DE ENSINO.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;PSICOMOTRICIDADE&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;AFIRMA-SE A PARTIR DOS ANOS 70 ATÉ OS DIAS        DE HOJE&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;- CONDUTAS MOTORAS&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;CULTURA CORPORAL        &lt;br&gt; &lt;p&gt;CULTURA FÍSICA&lt;/p&gt; &lt;p&gt;CULTURA DE MOVIMENTO&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="29%"&gt;TEM INÍCIO NO DECORRER DA DÉCADA        DE 80 ATÉ NOSSOS DIAS&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="42%"&gt;- GINÁSTICA, ESPORTE, JOGO,  &lt;p&gt;DANÇA, LUTAS, CAPOEIRA...&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;p&gt;A Ginástica compreendia marchas, corridas, lançamentos,    esgrima,  natação, equitação, jogos e danças[10].    Surgiu na sociedade ocidental  moderna como um movimento de caráter popular    e sem qualquer relação  com a instituição escolar.    Este movimento, bastante vigoroso em todo o  século XIX, teve sua denominação    definida a partir do país de origem  e ficou também conhecido como    &amp;quot;escolas&amp;quot; ou &amp;quot;métodos de  ginástica&amp;quot;[11]. Os mais conhecidos    no Brasil foram o Método francês,  alemão e sueco, sendo    o mais divulgado e que serviu de modelo para um  método nacional de ginástica    em nosso país, o Método francês[12].  Estes métodos    e/ou escolas de ginástica não pensaram a Ginástica na  escola,    mas os pedagogos e os médicos buscaram neles os princípios  básicos    para elaborar os conteúdos de ensino da escola, uma  especificidade da    Ginástica para a escola. Esta Ginástica compreendia  exercícios    individuais, em duplas, quartetos; o ato de levantar e  transportar pessoas e    objetos; esgrima; danças; jogos e  posteriormente, já no final    do século XIX, os jogos esportivos; a  música; o canto e os exercícios    militares. Durante todo o século XIX  vamos encontrar esta abrangência    e diversidade de conteúdos de ensino  e, sobretudo, uma clara especificidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As ciências que dão suporte aos estudos e pesquisas deste conteúdo     são aquelas de natureza física e biológica. E isto se deve    ao fato  de, naquele momento, não haver ainda uma ciência de natureza    social.  Aqueles que pensaram a atividade física a partir de parâmetros     científicos, naquele momento, o fizeram com os instrumentos de seu  tempo.    É preciso acentuar por exemplo que a Sociologia só irá    se  constituir como ciência na segunda metade do século XIX e seu     estatuto foi dado elaborado a partir da Física; a Antropologia foi, em     suas origens, basicamente determinada pela história natural; a  Psicologia    de fortes características experimentais é também filha     deste período; a História era metodologicamente dominada pelo    relato  cronológico protagonizado pela nobreza, igreja e Estado[13].    Ficavam  as atividades físicas, quando tratadas pela ótica científica,    e isto  era um fator fundamental à sua afirmação e desenvolvimento,     diretamente ligadas ao universo científico já constituído,    ou seja,  aquele das ciências naturais. A partir da última década    do século  XIX, o termo ginástica ainda é largamente utilizado    para denominar a  aula que trata das atividades físicas, mas já    vem surgindo um outro  termo, com o qual convivemos até hoje: Educação    Física. Este termo  vem acompanhado de um requinte no âmbito da    pesquisa científica. Tem  lugar a educação do gesto, pensada    a partir de análises  laboratoriais[14]. Tem lugar também    um conteúdo predominantemente de  natureza esportiva. A abrangência    anterior perde terreno para a aula  como o lugar do treino esportivo e do jogo    esportivo como conteúdo  senão único, certamente predominante.    O modelo de aula é buscado nos  parâmetros fornecidos pelos métodos    de treinamento. As partes  constitutivas de uma aula são ditadas mais    pela Fisiologia, agora já  acrescida do item &amp;quot;esforço&amp;quot;, do que    pela Pedagogia. Uma parte inicial  da aula será destinada a um trabalho    de natureza aeróbica, com um  tempo para corridas e saltitamentos; numa    segunda parte da aula vamos  encontrar exercícios de força, flexibilidade    e agilidade; numa  terceira parte alojam-se os fundamentos de um determinado    jogo  esportivo com sua posterior aplicação propriamente dita e,    para  finalizar, há uma volta a calma. A obra de Auguste Listello é     singular para afirmar esta hegemonia esportiva no ensino de Educação     Física na escola, bem como o modelo de aula baseado nos parâmetros    do  treinamento esportivo[15]. Todavia, cabe ressaltar que, mesmo com    a  predominância de um conteúdo de natureza esportiva, a já    chamada  Educação Física mantém sua especificidade    no interior da instituição  escolar. O seu conteúdo é    de domínio daquele que ensina. Esta  situação da chamada    Educação Física, pelo menos no Brasil, persiste  até    a década de 70 quando então, passamos a vivenciar uma situação     inédita. A Educação Física perde sua especificidade.    Talvez este  seja um dos momentos mais ricos e mais contraditórios de    sua história  recente. Com a afirmação, num primeiro momento    da  Psicomotricidade[16] nós vamos ter um lado, um vigoroso envolvimento     da Educação Física com as tarefas da escola, com o desenvolvimento    da  criança, com o ato de aprender (talvez bem mais do que com o de  ensinar),    com os processos cognitivos, afetivos e psicomotores.  Mergulhamos num outro    universo teórico, metodológico e lingüístico.  Descobrimos,    naquele momento, que estávamos na escola para algo  maior, para a formação    integral da criança. A Educação Física era  apenas    um meio. Um meio para aprender Matemática, Língua Portuguesa,     História, Geografia, Ciências... era um meio para a socialização.     Meio, esta metáfora biológica e evolucionista foi largamente utilizada     pela Educação de um modo geral e pela Educação Física    de modo  específico. Naquele momento, a Educação Física    não tem mais um  conteúdo seu, ela é um conjunto de meios    para... ela passa a ter um  caráter genérico: será de reabilitação?    de readaptação? de  integração? Talvez ela &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;tenha    se tornado&lt;/span&gt; um pouco de tudo isto sem exatamente &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;ser &lt;/span&gt;tudo  isto. Afinal    onde ficou a especificidade? Não dá para esquecer que  este foi    o momento no qual todas as pessoas envolvidas ou não com  ensino, davam    palpites sobre o que deveria ou não ser do domínio da  Educação    Física na escola. E o professor começava a sentir-se  constrangido    se ele não falasse o discurso da psicomotricidade ou  melhor, se ele dissesse    que ensinava ginástica, esportes, etc. O  discurso e prática da    Psicomotricidade pretendeu então substituir o  conteúdo até    então predominante, de natureza esportiva. Talvez  possamos sugerir que    é a primeira vez em sua história na instituição     escolar que a Ginástica, depois chamada de Educação Física    é  substituída ou pretende-se que seja, por um conhecimento do     professor, um conhecimento básico e fundamental de sua formação,    mas  não necessariamente um conhecimento a ser pedagogizado, ensinado.     Conforme podemos observar no quadro apresentado é possível afirmar     que as atividades criadas pelo homem no plano da técnica, da ciência     e, portanto, da cultura, prevaleceram como conteúdos de ensino da  Educação    Física até o surgimento da Psicomotricidade no seu domínio,     muito embora desde o século XIX já houvessem estudos bastante     precisos sobre o gesto e sobre o ato de aprender este gesto. Desde o  século    XIX, o movimento genérico dos animais e do homem foi objeto de  atenção    e de um grande número de pesquisas experimentais. A análise  do    movimento é um tipo de estudo que encontramos de modo mais  compreensível    já em Amoros e Ling na primeira metade do século XIX e  de modo    mais preciso, dados os avanços científicos, em Demeny já     no final do século XIX e, sobretudo na primeira década deste século.     Mas o que aparece como conteúdo de ensino, repito, é a Ginástica,    o  Jogo Esportivo, a Dança, a Esgrima, Canto, Música. Desde suas    origens  na sociedade ocidental moderna, vamos sempre encontrar a inegável     importância de um conhecimento do corpo sob o ponto de vista da  anatomia,    fisiologia e mecânica do movimento. Mas também, desde as  suas origens    vamos encontrar preocupações de natureza pedagógica,  busca    de relação entre o físico e o mental, socialização,    etc. Mas  o conteúdo de ensino está lá, mantém seu    caráter de especificidade,  altera-se em abrangência, profundidade,    mas não se confunde.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O discurso e prática da Educação Física sob a influência    da  Psicomotricidade, coloca de modo nunca antes visto a necessidade do  professor    de Educação Física sentir-se um professor com  responsabilidades    escolares, pedagógicas. Busca desatrelar sua  atuação escolar    dos cânones da instituição desportiva, valorizando o  processo    de aprendizagem e não mais a execução de um gesto técnico     isolado. Muito bem, se de um lado isto foi extremamente benéfico, de     um outro foi o início de um abandono do que era específico da     Educação Física, como se o que ela ensinasse de específico    fosse, em  si, maléfico ao desenvolvimento dos alunos e a sua inserção    na  sociedade. A crítica de natureza mais política que se instaura    na  década de 80 vai exacerbar, agora com outras tintas, a negação    do  conteúdo da Educação Física atribuindo ao Esporte    e a Ginástica,  sobretudo, o caráter de elementos de alienação.    As análises de  conjuntura substituíram as discussões propriamente    acadêmicas que,  embora constitutivas de uma dada conjuntura, guardam sua    diferença.  Uma vez mais se afirmou um discurso que negou a especificidade    da  Educação Física. Talvez nós sejamos um tipo de    professor que em grau  maior do que aqueles de outras matérias, costuma    valer-se de  conceitos de sua própria área em tom pejorativo, denegrindo    o que  deveria ser de seu domínio. Fazemos tábula rasa do que foi    produzido  ao longo de quase 200 anos. Não conseguimos acompanhar o movimento    do  pensamento e perceber como o conhecimento se amplia, se refaz pelos  avanços    da técnica, da ciência e pela inserção de diferentes     práticas em diferentes culturas. Os clichês influenciam mais do    que  as inúmeras e inúmeras obras sobre Ginástica, sobre    Jogo, Dança, e,  sobretudo Esportes. É agradável constatar    que os anos 90 trouxeram um  olhar mais abrangente aos estudos e pesquisas sobre    a Educação  Física Escolar. Os reducionismos de natureza    biológica, psicológica e  social parecem não ter mais lugar    no debate da área.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje já é possível, no âmbito da Educação    Física, pensar a ciência  fora dos limites do positivismo e perceber    que para tratar das  atividades físicas em suas determinações    culturais específicas, o  conhecimento do homem implica em saber que a    sua subjetividade e  razão cognoscitiva se instalam em seu corpo e as    linguagens corporais  constituem-se em respostas a esta compreensão.&lt;br&gt; Sem esquecer a  provisoriedade do conhecimento, afirmo aqui esta retomada da    Educação  Física como o lugar de aprender Ginástica,    Jogos, Jogos Esportivos,  Dança, Lutas, Capoeira. &lt;br&gt; Talvez as pesquisas sobre ensino hoje já  possam romper com a visão    tecnicista e mergulhar no conteúdo de cada  área. Talvez hoje,    estejamos necessitando estudar Ginástica, Jogos,  Dança, Esportes    e de posse destas fantásticas atividades codificadas  pelo homem em sua    história valer-se, criativamente, de metodologias  que encerrem valores    mais solidários, que apontem para uma saudável  relação    entre indivíduo e sociedade e vice-versa. O Ensino da  Ginástica    ou de qualquer Jogo Esportivo, por exemplo, sempre  encerrará em seu interior    uma dimensão técnica. Mas uma dimensão  técnica não    significa nem tecnicismo nem &amp;quot;performance&amp;quot;. O lugar da  &amp;quot;performance&amp;quot; não    é na escola. O caráter lúdico pode prevalecer  sempre numa    aula de Educação Física, desde que ela seja realmente uma     aula, ou seja, &lt;em&gt;&amp;quot;um espaço intencionalmente organizado para  possibilitar    a direção da apreensão, pelo aluno, do conhecimento  específico    da Educação Física e dos diversos aspectos das suas  práticas    na realidade social&amp;quot;&lt;/em&gt;[17]&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aqui retomo a afirmação de Snyders: &lt;em&gt;&amp;quot;não considere    seus&lt;/em&gt; &lt;em&gt;alunos tolos&amp;quot;,&lt;/em&gt;  eles não gostam de coisas fáceis,    óbvias. Como observa Betti em sua  pesquisa sobre a percepção    do aluno em aulas de Educação Física, &lt;em&gt;&amp;quot;os  alunos realmente    não desejam que todas as coisas sejam fáceis. O  desafio de algo    difícil, mas realizável é almejado por eles. Afirmam  que    querem aprender melhor, que quanto mais aprenderem, melhor a aula  se tornará...&amp;quot;&lt;/em&gt;[18].&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que confirma a necessidade da aula ser de fato, um lugar de  aprender coisas    e não apenas o lugar onde aqueles que dominam  técnicas rudimentares    de um determinado esporte vão &amp;quot;praticar&amp;quot; o que  já sabem, enquanto    aqueles que não sabem continuam no mesmo lugar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro aspecto que precisa ser considerado é aquele que diz respeito a     &amp;quot;escolha&amp;quot; do conteúdo por parte do aluno. O aluno &amp;quot;escolhe&amp;quot; Vôlei     e passa sete anos na escola &amp;quot;jogando&amp;quot; Vôlei. Ou então o professor     &amp;quot;escolhe&amp;quot; Handebol e o aluno passa anos &amp;quot;jogando&amp;quot; Handebol. Imaginemos o  professor    de Língua Portuguesa, por exemplo &amp;quot;escolher&amp;quot; &amp;quot;análise  sintática&amp;quot;    e trabalhar somente com análise sintática, ou o aluno  &amp;quot;escolher&amp;quot;    &amp;quot;redação&amp;quot;. Se estamos na escola, devemos dar um tratamento  escolar    ao conteúdo e, sobretudo dar lugar a abrangência que ele  possa    ter.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De todos os conteúdos de ensino presentes em aulas de Educação     Física parece-me que aqueles da natureza esportiva sempre predominaram.     O que não é algo ruim, conforme observa Betti em sua pesquisa,     afirmação com a qual compartilho. Mas afirma ainda Betti que faltam     muitas coisas nas aulas de Educação Física e assim pergunta:    &lt;em&gt;&amp;quot;como explicar isto tendo em vista que aprendemos nos cursos de nível    superior tantos conteúdos?&lt;/em&gt;[19].&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Retomo uma afirmação já feita, a de que a Educação    Física na  escola é um espaço de aprendizagem e, portanto,    de ensino. E o que  ela ensina? &lt;br&gt; Historicamente a Educação Física ocidental moderna tem     ensinado O JOGO, A GINÁSTICA, AS LUTAS, A DANÇA, OS ESPORTES.     Poderíamos afirmar então que estes são conteúdos    clássicos.  Permaneceram através do tempo transformando inúmeros    de seus aspectos  para se afirmar como elementos da cultura, como linguagem singular     do homem no tempo. As atividades físicas tematizadas pela Educação     Física se afirmaram como linguagens e comunicaram sempre sentidos e  significados    da passagem do homem pelo mundo. Constituem assim um  acervo, um patrimônio    que deve ser tratado pela escola. E como afirma  VAGO, a contribuição da Educação Física, neste    caso, será a de  colocar os alunos diante desse patrimônio da humanidade,    que tem sido  chamado por alguns autores de &amp;quot;cultura física&amp;quot; (Betti, 1991),     &amp;quot;cultura de movimento (Bracht, 1989) ou &amp;quot;cultura corporal&amp;quot; (Soares,  Taffarel,    Varjal, Castellani Filho, Escobar &amp;amp; Bracht, 1992)[20].&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://cev.org.br/biblioteca/educacao-fisica-escolar-conhecimento-especificidade/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6793807408599239105?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6793807408599239105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/educacao-fisica-escolar-conhecimento-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6793807408599239105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6793807408599239105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/12/educacao-fisica-escolar-conhecimento-e.html' title='Educação Física Escolar: Conhecimento e Especificidade'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6626713950262887465</id><published>2011-11-24T04:55:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T04:55:44.074-08:00</updated><title type='text'>Plano de Aula: Brincando com o corpo</title><content type='html'>&lt;br&gt;Objetivo: sociabilização, coordenação                     motora e conhecimento corporal ;&lt;br&gt;                     &lt;br&gt;Duração: 45 minutos&lt;br&gt;     &lt;br&gt;Material: pequenas quadras ou quadra poliesportivas ;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;Faixa Etária: 05 a 09 anos&lt;br&gt;     &lt;br&gt;Aproveitamento: Ensino Fundamental&lt;br&gt;     &lt;br&gt;&lt;b&gt;Parte Prática:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;Parte inicial - aquecimento - duração 10 min: &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os alunos deverão     correr livremente pelo espaço e ao sinal do professor executar as tarefas     como sentar, rolar, agachar e ficar em pé.                           &lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;Segunda parte 25 mim: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Os alunos ficarão dispostos                     em um linha lateral da quadra um ao lado do outro, ao sinal                     do professor deverão atravessar para o outro lado saltando                     de um pé só, logo após voltarão                     saltando de uma pé só mas em dupla. Depois, atravessarão                     a quadra colocando a mão no pé do parceiro indo                     para o outro lado e voltando da mesma forma seguindo assim                     joelhos, bumbum, barriga, ombros, cabeça e outras partes                     do corpo. Primeiramente individual, depois duplas, trios, e                     assim por diante até ficarem em um grande grupo.&lt;/p&gt;&lt;b&gt;                           Parte final 10 mim: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os alunos ficarão dispostos em                     círculo e cantarão um brinquedo cantado com a                     musiquinha &amp;quot;pé de cana é caneta, pé de                     bucha e buchecha no sanba da tiririca pimenta, pitanga, pipoca                     e pita&amp;quot; e assim até o término da aula.&lt;br&gt;     &lt;br&gt;&lt;b&gt;COMENTÁRIOS&lt;/b&gt;: essa aula foi criada por alunos de terceira série.&lt;br&gt;     &lt;br&gt;&lt;b&gt;Euclides Ramos / Colégio Nossa Senhora dos Remedios , 30 anos, &lt;a href="mailto:dinhorf@ig.com.br"&gt;dinhorf@ig.com.br&lt;/a&gt;, Osasco- SP-Brasil &lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6626713950262887465?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6626713950262887465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/plano-de-aula-brincando-com-o-corpo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6626713950262887465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6626713950262887465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/plano-de-aula-brincando-com-o-corpo.html' title='Plano de Aula: Brincando com o corpo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6620071909840067778</id><published>2011-11-24T04:52:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T04:52:15.576-08:00</updated><title type='text'>Exemplos de exercícios: Educativos de bandeja no Basquetebol</title><content type='html'>Jogo: 1. Divide-se a turma em 2 grupos distintos que ficam dispostos nas laterais   da quadra. Numera-se (ou nomea-se como quiser) cada aluno de um grupo com os   mesmos números correspondentes do outro grupo. Ao sinal do professor   (o número citado), estes alunos deverão correr ao centro da quadra,   pegar a bola driblar até a área escolhida para a execução   da bandeja e jogar a bola na tabela. Quem colocar a bola ao centro primeiro   após o arremesso (em tabelas diferentes), marcará um ponto para   sua equipe. &lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt;   Jogo 2. As equipes nos fundos da quadra, ao sinal devem correr e pegar as bolas   que estarão dispostas na linha central da quadra. E voltam para sua   tabela quicando a bola e em seguida começam a arremessar. Um membro   de cada equipe deve ficar perto da tabela do adversário e contar quantas   bandejas foram feitas. A equipe que conseguir fazer mais bandejas ganha. &lt;br&gt;&lt;br&gt;   Obs: As bolas devem ser em número ímpar para estimular a concorrência   do maior número de bolas, ou seja, um aluno pode ficar com duas ou nenhuma   bola.              &lt;p class="Verdana_preto_normal"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Verdana_preto_normal"&gt;Jogo 3. Em forma de estafeta                 (fila indiana), duas filas ,e em forma de competição, o primeiro aluno da fila com               uma bola executa o arremesso, recupera a bola e entrega para o               próximo da fila. Ganhará a fila que fizer primeiro               10 pontos. Pontuação: 0 pontos=tocara bola na tabela               ; 1 ponto=tocar a bola no aro; 3 pontos=converter a cesta.&lt;/p&gt;             &lt;br&gt;Jogo 4: Divide o grupo em dois                 times. Distribui-se arcos numerados dentro e fora da área restritiva, dentro dos quais, as equipes               deverão arremessar. Cada arco terá uma pontuação               pré-estabelecida. O primeiro de cada equipe inicia na posição               mais fácil (1) se acertar passa para a (2) e o próximo               da fila recomeça na (1). Os alunos vão progredindo               de posição em posição. Se errar o aluno               deve ir pro fim daquela fila (posição) em que está e               se vencer progride de arco. Ganha a equipe que conseguir vencer               a equipe toda em todas as posições. OBS: É demorado               este jogo.&lt;br&gt;               &lt;br&gt;&lt;br&gt;               Educativo 1. Cada aluno com uma bola , em pé, deve jogar a bola para   cima olhado-a fixamente executando uma &amp;quot;quebra de munheca&amp;quot;, ou seja,   extensão de cotovelo, forçando a rotação contrária   da bola, no lugar.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt;   Educativo2. Dois a dois, um de frente para o outro assentados, passar a bola   para o colega, olhando a trajetória parabólica e a rotação   contrária da bola.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt;   Educativo3. Em grupos de 3 ou 4, com uma bola e um bambolê. Um dos alunos   irá segurar um arco lateralmente e acima da cabeça, os outros   componentes do grupo irão tentar fazer o arremesso atingindo o alvo.   Obs: poderá ser usado balões, bolas de diversos pesos e medidas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.cdof.com.br/consult26.htm#201"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6620071909840067778?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6620071909840067778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/exemplos-de-exercicios-educativos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6620071909840067778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6620071909840067778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/exemplos-de-exercicios-educativos-de.html' title='Exemplos de exercícios: Educativos de bandeja no Basquetebol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3964461950372603971</id><published>2011-11-24T04:46:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T04:46:48.431-08:00</updated><title type='text'>Plano de Aula: Iniciação no Futsal</title><content type='html'>&lt;b&gt;OBJETIVO: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Passes com os dois pés.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;MATERIAIS: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quadra de futsal, bolas de futsal, cones&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;DURAÇÃO: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;30 min&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;FAIXA ETÁRIA: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;9 a 10 anos&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;AULA OU CONTRIBUIÇÃO: &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Reuna a turma ao centro da quadra e explique   a atividade, que será a seguinte: dois a dois, vão chutando a bola até o outro lado da quadra,   sem você mencionar o correto, depois você explica do jeito certo   que se deve passar a bola, para dificultar acrescenta os cones ao meio da quadra,   e um lado carrega a bola com o pé esquerdo a outra com o direito, depois   revese. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Faça um circulo e ponha um aluno ao centro fazendo com que os   colegas passem a bola sem deixar ele pegar, depois acrescente outro aluno,   e outro, mas também acrescente as bolas conforme o número de   alunos.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Um aluno com a bola vai tentar pegar os colegas chutando a bola mas   não poderá sair de cima das linhas da quadra contornando-as,   aumente o número de pegadores. &lt;br&gt;&lt;br&gt;   &lt;b&gt;COMENTÁRIOS:&lt;/b&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;É uma atividade legal diversificada e os alunos   aprendem através da ludicidade com facilidade. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3964461950372603971?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3964461950372603971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/plano-de-aula-iniciacao-no-futsal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3964461950372603971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3964461950372603971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/plano-de-aula-iniciacao-no-futsal.html' title='Plano de Aula: Iniciação no Futsal'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3753979978822765183</id><published>2011-11-18T05:16:00.001-08:00</published><updated>2011-11-18T05:16:33.511-08:00</updated><title type='text'>Brincadeiras Infantis e Brinquedos Cantados: em foco as dificuldades.</title><content type='html'>&lt;div class="post-357 post type-post status-publish format-standard hentry category-brincadeiras-infantis-e-brinquedos-cantados-ed-fisica-escolar tag-brincadeiras-infantis tag-brinquedos tag-dificuldades tag-educacao-fisica-escolar-2" id="post-357"&gt;  &lt;h2&gt;&lt;/h2&gt; &lt;div class="coluna_meta" style="padding-bottom:2px;"&gt;   &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por:      &lt;a href="http://fiepbrasil.org/index.php/author/leonorpalha" title="Posts de Leonor Palha Dias de Araújo" rel="author"&gt;Leonor Palha Dias de Araújo&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O reconhecimento da importância das brincadeiras e brinquedos  cantados para a saúde mental e evolução da espécie humana propulsiona a  criação de oportunidades de vivências antecipadas, estratégias para  superação de dificuldades inerentes e desenvolvimento das faculdades  mentais superiores. Na escola, tudo isso não ocorre sem dificuldades,  exigindo do professor de Educação Física competências e habilidades para  planejar estratégias de superação dos obstáculos pedagógicos, culturais  e econômicos.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry"&gt; &lt;p&gt;Uma das dificuldades correntes no trabalho, de natureza  socioeconômica, faz com que as crianças atendidas construam um  imaginário de superação mágica das dificuldades financeiras da família,  através da escolha de um esporte que lhes garanta ascensão: o futebol. A  falta de condições para o exercício desse esporte faz com que haja um  deslocamento da opção esportiva para a modalidade futsal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na dança e na música, maior dificuldade se refere à concentração ou  fixação pelo forró e suingueira, que impede conhecimento divergente.  Essa opção tem interferência cultural com deslocamento ao fator  econômico, já que socialmente são mais valorizadas as danças sensuais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas brincadeiras em geral, sobressaem-se dificuldade interacionais.  Nos jogos grupais alunos apresentam atitudes individualistas que antes  de ser característica filogenética ou aspectos críticos das fases do  desenvolvimento, tem nuances de aprendizagens nos comportamentos  adultos. Nos brinquedos cantados, as dificuldades de interação se  avultam em atitudes simples como pegar na mão do colega para  caracterização de um círculo, compartilhar um objeto de uso coletivo, ou  paridade em passo de dança, caracterizando-se aspecto pedagógico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As dificuldades ora apontadas e outras que não desmerecem cuidados  mostram a necessidade de investimento na adoção de estratégicas para a  afirmação de relações equilibradas entre educandos, baseadas na  reverência às características físicas e do desempenho de si próprio e  dos outros; respeito mútuo, dignidade, solidariedade e repúdio à  violência nas práticas de cultura do movimento; percepção do educador  sobre manifestações culturais mas também na necessidade de ampliação do  conhecimento diverso, além do compromisso em reivindicar condições  adequadas para o exercício pleno desta área de conhecimento que exige  igualdade de importância no currículo escolar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As dificuldades encontradas no exercício da docência não se sobrepõem  aos avanços conseguidos nos aspectos cognitivos do aluno relativos ao  corpo e movimento, pelo uso da interdisciplinaridade mediadora da  inclusão dos temas transversais nas práticas pedagógicas da área  denominada Cultura Corporal, ampliando as interações sociais e relação  homem-meio. O resultado tem sido uma projeção da formação cidadã,  através da construção, internalização e socialização de valores sociais  morais, éticos e estéticos, favorecendo uma melhoria da aprendizagem nas  diversas disciplinas. A investigação desses avanços, formas,  estratégias utilizadas e outras especificidades deverão ser objeto de  estudos posteriores.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; 		&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3753979978822765183?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3753979978822765183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/brincadeiras-infantis-e-brinquedos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3753979978822765183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3753979978822765183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/brincadeiras-infantis-e-brinquedos.html' title='Brincadeiras Infantis e Brinquedos Cantados: em foco as dificuldades.'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8689776696532944673</id><published>2011-11-04T04:39:00.001-07:00</published><updated>2011-11-04T04:39:44.821-07:00</updated><title type='text'>A Educação Física Escolar: estímulo ao crescimento e desenvolvimento para uma vida com Qualidade</title><content type='html'>Falar da criança é falar de um SER em formação, que é puro movimento. Ela está em constante desenvolvimento de acordo com suas características individuais, limitações e momento, obedecendo a diferentes ritmos de ação que caracterizam as crianças mais ágeis sejam elas hiper-ativas, curiosas e exploradoras, das mais  tranqüilas, inseguras e inibidas. Este é um mecanismo biológico e fisiológico que caracteriza o desenvolvimento do corpo humano. Corresponde  ao processo natural do fortalecimento orgânico que envolve o alongamento ósseo e muscular, inclusive o músculo cardíaco, a capacidade pulmonar e a irrigação sangüínea. Já a seqüência&lt;br&gt; do crescimento, que é o aumento da estrutura do corpo, de acordo com Gallahue (2001), é um processo que ocorre, pelo aumento das células, sua multiplicação em número (hiperplasia) e volume (hipertrofia).&lt;br&gt;&lt;br&gt;O desenvolvimento global da criança irá depender dos estímulos adequados recebidos desde os seus primeiros momentos de vida, os quais são indispensáveis para que este processo ocorra de forma harmoniosa (Koren, 2004). A base deste processo é o movimento que, segundo Le Boulch (1995), é o fio condutor do desenvolvimento em torno do qual se cria a unidade da pessoa corporal e mental, não sendo um elemento facultativo que se acrescenta à educação intelectual.&lt;br&gt; O movimento é a essência da infância, comenta Tani (1988). Assim, todo o estímulo que a criança recebe, através de atividades prazerosas e de exploração espontânea, levará a descobrir e conhecer seu próprio corpo, construindo uma imagem de si mesma. Ao ingressar na escola, a criança passará por inúmeras experiências relacionadas aos aspectos cognitivos, psicomotores e afetivo-sociais, os quais atuam de forma integrada. O ideal é que sejam formados hábitos saudáveis quanto à prática de atividades físicas já desde a meninice, onde a aptidão física será amplamente desenvolvida, tanto relacionada à saúde quanto à performance esportiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A Aptidão Física é basicamente composta pela resistência cardio-respiratória, composição corporal, resistência e força muscular e a flexibilidade. Weineck (1989), aponta que o treinamento do esporte escolar visa uma melhora da capacidade de performance. Porém, não tem como objetivo principal a obtenção do desempenho individual máximo. Já na fase de pré-puberdade, de 11-14 anos, poderá dar início ao treinamento específico e maior ênfase, de 14-18 anos, à fase da adolescência. Na primeira etapa visa, principalmente, à melhoria das capacidades de coordenação, como a flexibilidade e a destreza e no período da puberdade pode-se investir no desenvolvimento das capacidades de condicionamentos, em que se destaca a força, velocidade e resi stência. Mas é preciso considerar que a coordenação e o condicionamento devem ser desenvolvidos em paralelo, apenas adaptando os níveis de intensidade e duração da atividade física a cada fase de desenvolvimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pode ser verificado, portanto, que uma das principais preocupações na área da Educação Física e da Saúde Pública vem sendo a busca de alternativas que possam auxiliar na tentativa de reverter a grande incidência de patologias associadas à falta   de atividade física em escolares de diferentes faixas etárias (Guedes, Guedes, 1997). Nesse sentido, a adoção de estratégias de ensino que possam contemplar uma fundamentação mais consistente, que desenvolva atitudes positivas quanto à&lt;br&gt; prática da atividade física relacionada à saúde durante os anos de escolarização, é um importante requisito para uma participação mais efetiva na idade adulta.&lt;br&gt;Um dos problemas preocupantes que pode ser verificado é que ainda há escolas em que as crianças, da Educação Infantil à 5ª Série, têm suas aulas dirigidas pelas professoras regentes de classe. Estas não possuem o conhecimento e capacitação para aplicar atividades adequadas que cada fase exige. Assim as crianças ficam amplamente prejudicadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.fef.unicamp.br/departamentos/deafa/qvaf/livros/foruns_interdisciplinares_saude/afqv/livro_afqv_cap4.pdf"&gt;Leia o restante desse artigo clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8689776696532944673?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8689776696532944673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/educacao-fisica-escolar-estimulo-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8689776696532944673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8689776696532944673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/educacao-fisica-escolar-estimulo-ao.html' title='A Educação Física Escolar: estímulo ao crescimento e desenvolvimento para uma vida com Qualidade'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3174309993417465969</id><published>2011-11-03T08:28:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T08:28:36.398-07:00</updated><title type='text'>Voleibol Escolar</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/230015/voleibol+escolar/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/230015.jpg" class="picimgbig" alt="Voleibol Escolar"&gt;&lt;/a&gt; 				&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A obra é dividida em duas partes: a primeira, é uma abordagem  sobre os fundamentos da iniciação, com educativos e exercícios  específicos para manchete, saques, cortadas e bloqueio. A segunda parte  corresponde a 80 da obra, em que o autor analisa cada plano tático  utilizado por equipes escolares, com respectivas variações e  posicionamento de levantadas, bloqueio e armação de defesa, recepção e  armação de ataque, além de sistema de bloqueio, tático, coletivo e  individual. Uma obra completa para aqueles que trabalham com escolinhas  de Voleibol e Educação Física na escola. 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Sprint 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;AILTON LEMOS 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8573321881 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2004 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;104 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/230015/voleibol+escolar/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3174309993417465969?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3174309993417465969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/voleibol-escolar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3174309993417465969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3174309993417465969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/voleibol-escolar.html' title='Voleibol Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8795028780213309299</id><published>2011-11-03T08:10:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T08:10:31.917-07:00</updated><title type='text'>Educação Física e Esporte: Nas Escolas de 1º e 2º Graus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/24253/educacao+fisica+e+esporte:+nas+escolas+de+1%C2%BA+e+2%C2%BA+graus/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/24253_4.jpg" class="picimgbig" alt="Educação Física e Esporte: Nas Escolas de 1º e 2º Graus" height="338" width="253"&gt;&lt;/a&gt; 				&lt;/div&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;No cotidiano escolar, compreender significa ser capaz de  aplicar o conhecimento a situações novas, de maneira autônoma. Por essa  razão, mais do que entender o conteúdo apresentado, o aluno deve  apropriar-se dele e desenvolver as possibilidades de utilizá-lo na  prática. 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Villa Rica 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;ISABEL MONTANDON 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8531901995 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;1992 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;135 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/24253/educacao+fisica+e+esporte:+nas+escolas+de+1%C2%BA+e+2%C2%BA+graus/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8795028780213309299?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8795028780213309299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/educacao-fisica-e-esporte-nas-escolas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8795028780213309299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8795028780213309299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/educacao-fisica-e-esporte-nas-escolas.html' title='Educação Física e Esporte: Nas Escolas de 1º e 2º Graus'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4667981998211844343</id><published>2011-11-03T07:35:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T07:35:22.713-07:00</updated><title type='text'>3000 Exercícios e Jogos para Educação Física Escolar</title><content type='html'>&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img6/191556_4.jpg" class="picimgbig" alt="3000 Exercícios e Jogos para Educação Física Escolar - vol. 1"&gt; 				&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jogos para Aquecimento ? Exercícios para Aquecimento ?  Exercícios sem aparelhos ? Braços, tronco, pernas ? Duplas, trios,  grupos ? Colunas e circuito ? Exercícios em aparelhos, com: ? Bastão,  corda, maça ? Medicinebol, halter ? Corda elástica ? Bola, arcos,  jornais ? Pneus, colchões, latas ? Balões de borracha ? Bola de meia,  frisbee ? Banco sueco. 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Sprint 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;PEDRO ANTONIO DA SILVA 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;857332175X 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2003 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;290 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Volume: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/191556/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4667981998211844343?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4667981998211844343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/3000-exercicios-e-jogos-para-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4667981998211844343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4667981998211844343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/3000-exercicios-e-jogos-para-educacao.html' title='3000 Exercícios e Jogos para Educação Física Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3209176950461983519</id><published>2011-11-01T06:43:00.001-07:00</published><updated>2011-11-01T06:43:12.068-07:00</updated><title type='text'>Prática esportiva e Educação Física escolar</title><content type='html'>&lt;div class="entry"&gt; 				&lt;p&gt;Há preocupação atual com a participação de crianças em  modalidades esportivas, então, se faz necessário orientar os pais com  relação a esse assunto. Pois bem, se você tem filhos com idade de até 12  anos, e, ele já está levando a prática esportiva com seriedade é melhor  ter cuidado. De acordo com pesquisadores no que se refere à  aprendizagem motora, a modalidade esportiva, por competição ou na fase  do treinamento, não combina com crianças na faixa etária de até 12 anos,  pois, o risco de lesões neste período é maior pelo fato do corpo dessas  crianças estar em desenvolvimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nahas 2001, salienta que na Educação Física tem-se observado que o  maior problema é estabelecer prioridades educacionais para cada faixa  etária ou série, de acordo com as características e necessidades de cada  nível escolar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sabe-se que algumas especialidades médicas, especificamente os  ortopedistas, salientam que até os cinco anos a criança não tem controle  neuropsicomotor para a prática esportiva.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diversos autores, entre eles Gallahue (2005) relatam que a idéia  nesse período (até os 12 anos) é estimular os movimentos de forma  recreativa. Diante da afirmativa do citado autor, compreende-se que os  pais, e, principalmente os professores de Educação Física devem  proporcionar às crianças o maior número de movimentos possíveis,  aumentando, assim, o repertório motor e contribuindo para que no futuro a  criança possa praticar adequadamente qualquer modalidade esportiva.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pactua-se que a criança que pratica esporte desenvolve a sociabilização, relacionando-se adequadamente em grupo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Especialistas da medicina esportiva relatam que lesões que  anteriormente atingiam somente adolescentes e adultos, atualmente já são  cada vez mais freqüentes em crianças menores de 12 anos,  especificamente dos nove aos onze anos, e, isso ocorre porque há excesso  nas práticas, bem como, sobrecarga nos exercícios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como professor de Educação Física compreendo que a natação é uma das  modalidades esportivas mais indicadas para que a criança inicie suas  atividades, pois não há impacto, e, desse modo, não irá provocar lesões.  Por exemplo: bebês de aproximadamente seis meses podem ser iniciados, é  claro que eles não irão nadar, mas serão estimulados a executar  diversos movimentos. Orienta-se que a duração de uma aula para bebês  deve ser em média de 30 minutos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não é somente a natação, há varias modalidades esportivas que podem  ser praticadas na infância, mas não devem ser competitivas e sim com a  realização de festivais, incentivando a participação e não a competição,  com pais a beira da quadra ou do campo gritando para seu filho e  querendo vencer a qualquer custo. Neste caso a competição pode  desestimular a criança para o esporte, ainda, nota-se que os festivais  evitam o esforço exagerado diminuindo o risco de lesões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para cada modalidade esportiva, existe a idade correta, sendo  importante na hora da escolha, diferenciar atividade de exercício  físico. A atividade pode-se compreender como qualquer movimento que leve  ao gasto de energia, sendo: executar movimentos e estimular os músculos  das mãos, dos braços, das pernas, realizando principalmente movimentos  naturais, como andar e correr, e, que tenha acima de tudo aval dos  especialistas da Educação Física; já os exercícios físicos, são  seqüências de movimentos com o objetivo de alcançar melhor performance,  seja em modalidades individuais ou coletivas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quem praticar adequadamente qualquer tipo de esporte ou atividade  física desde cedo, certamente estará trilhando bom caminho para uma vida  adulta saudável, sem precisar iniciar obrigatoriamente, isto é, quando  procurar um médico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;GALLAHUE, David L. Compreendendo o desenvolvimento motor – bebês,  crianças, adolescentes e adultos. 3 ed. São Paulo. Phorte Editora. 2005.&lt;br&gt; NAHAS, M. Atividade física, saúde e qualidade de vida. Londrina: Midiograf, 2001.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/index.php/educacao-fisica-escolar-e-basquete-escolar/pratica-esportiva-e-educacao-fisica-escolar"&gt;Retirei daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3209176950461983519?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3209176950461983519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/pratica-esportiva-e-educacao-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3209176950461983519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3209176950461983519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/pratica-esportiva-e-educacao-fisica.html' title='Prática esportiva e Educação Física escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-7528286380969808697</id><published>2011-11-01T06:42:00.001-07:00</published><updated>2011-11-01T06:42:23.351-07:00</updated><title type='text'>Ciclo menstrual e a prática da Educação Física na escola</title><content type='html'>                            &lt;div class="entry"&gt; 				&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/11/ergo_5_1.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-444" title="O Ciclo Menstrual e sua Relação com a Prática da Educação Física na Escola" src="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/11/ergo_5_1.jpg" alt="O Ciclo Menstrual e sua Relação com a Prática da Educação Física na Escola" height="324" width="450"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://tudopramulheres.wordpress.com/" target="_blank"&gt;http://tudopramulheres.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ergonomia é considerada como o conforto no trabalho, neste sentido  na escola deve-se sanar todas as fontes de desconfortos para que assim o  ambiente fique ergonomicamente correto. A Educação Física, ainda  perpetua nos ambientes escolares como uma atividade puramente prática,  excluindo do seu contexto o embasamento teórico. A Educação Física  diurna no ensino médio é constituída basicamente por adolescentes, os  quais em função da fase de crescimento encontram-se sobre fortes  influências hormonais com significativas alterações nos aspectos  musculoesqueléticos, cognitivos, psicológicos, fisiológicos e sociais.  Tornando-se necessário compreender melhor esta fase, destacando as  meninas e sua relação com o seu corpo, evitando assim constrangimentos  desnecessários. Nos ambientes escolares as meninas deixam de realizar as  aulas de Educação Física em função da fase menstrual e ficam  constrangidas de avisar o professor, e na sua maioria possuem  comportamentos agressivos nestes dias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Percebe-se atualmente uma grande dificuldade dos professores de  Educação Física em trabalhar com os adolescentes no ensino médio, em  função principalmente da mídia e da grande prática esportiva que ainda  perpetua em nossos ambientes escolares. Um dos fatores que envolvem a  não participação das aulas de Educação Física e que merecem uma atenção  especial, principalmente quando o professor for do sexo masculino, é o  ciclo menstrual o qual na maioria das adolescentes proporcionam  desconfortos consideráveis, bem como as deixando propensas a  constrangimentos em função do aumento do fluxo sanguíneo sem a  possibilidade de uma higiene pessoal adequada após as aulas de Educação  Física.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No sexo feminino, ocorre durante um período de 28 dias o ciclo  menstrual, com cinco fases distintas, as quais influenciam  significativamente no comportamento da mulher, sendo que a fase  pré-menstrual é a mais temida pela maioria das mulheres, em função das  dores, retenção líquida e distúrbios de comportamento, destacando a  tristeza e mal humor. O ciclo menstrual inicia-se pela fase menstrual,  fase pós-menstrual, fase ovulatória, fase pós-ovulatória e a fase  pré-menstrual, sendo que o sangramento percebido é um fator contribuinte  nos prejuízos psicológicos. Durante a fase que antecede a menstruação  ocorre na mulher uma queda significativa do hormônio progesterona e  aumento do aldosterona, estrogênio e do hormônio do estresse chamado de  cortisol, o quais tem uma forte relação com as alterações psicológicas e  fisiológica do organismo da mulher neste período, com irritações e  perda da produtividade. Contudo em mulheres atletas o ciclo menstrual  não tem exercido influência sobre o rendimento esportivo, mas em  mulheres com capacidade física limitada o rendimento é afetado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estudos sobre os efeitos do ciclo menstrual no organismo relatam que  quando expostas a repetição de movimentos poderá comprometer seu  desempenho, pois o edema oriundo da retenção de líquidos afeta as  articulações podendo desencadear uma lesão. Durante o período pré  menstrual e menstrual ocorrem uma significativa diminuição da  resistência, força e concentração, em função da diminuição da imunidade,  e propensão a uma fadiga precoce, influenciado pela ação da  progesterona. Assim a fase pós menstrual como sendo o período que a  mulher atinge o seu maior rendimento em função da alta do hormônio  estrógeno.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fisiologicamente, na fase que antecede a menstruação, ocorre um  aumento significativo do hormônio do estresse, chamado de cortisol,  alterando significativamente o comportamento da mulher, destacando o  estado de humor, ansiedade, agressividade e tristeza.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É importante discutir a influência do ciclo menstrual, pois  cotidianamente ocorrem alterações dos níveis hormonais os quais nas  fases pré menstrual e menstrual são mais evidentes influenciando  significativamente o comportamento da mulher, pois além do incômodo do  fluxo sanguíneo, ocorre também um aumento do estresse e retenção de  líquidos, acompanhados de dores, cólicas e diarréias.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/11/ergo_5_2.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-445" title="O Ciclo Menstrual e sua Relação com a Prática da Educação Física na Escola" src="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/11/ergo_5_2.jpg" alt="O Ciclo Menstrual e sua Relação com a Prática da Educação Física na Escola" height="326" width="250"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://educacaofisicauece.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://educacaofisicauece.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Compreender a fisiologia do sexo feminino, destacando os sintomas  oriundos do ciclo menstrual, principalmente no ambiente escolar se torna  uma ferramenta importante, para que os professores de todas as  disciplinas e principalmente da Educação Física, possam proporcionar as  adolescentes uma aula confortável, segura e alegre. Assim a Educação  Física no ensino médio deve proporcionar uma ampliação do processo  educativo, os quais vão além da família, proporcionando processos  formadores e transformadores despertando nos adolescentes o prazer de  aprender e se reconhecer como homens e mulheres na sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/index.php/ergonomia-e-ginastica-laboral/o-ciclo-menstrual-e-sua-relacao-com-a-pratica-da-educacao-fisica-na-escola"&gt;Retirei daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-7528286380969808697?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/7528286380969808697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/ciclo-menstrual-e-pratica-da-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/7528286380969808697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/7528286380969808697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/11/ciclo-menstrual-e-pratica-da-educacao.html' title='Ciclo menstrual e a prática da Educação Física na escola'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-2749128032873994949</id><published>2011-10-31T05:52:00.001-07:00</published><updated>2011-10-31T05:52:51.571-07:00</updated><title type='text'>Importância da Educação Física na escoola</title><content type='html'>&lt;br&gt;São muitos os benefícios da atividade física na escola. Mas, principalmente, a Educação Física estimula que crianças e jovens se exercitem, combatendo um mal da sociedade do século XXI chamado sedentarismo. Pela prática do esporte, o aluno melhora o condicionamento físico e o metabolismo orgânico, evitando males como a obesidade, a fadiga e o estresse, além de problemas emocionais, como a depressão e até mesmo a timidez ou chamada fobia social.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Além disso, na escola, a prática desportiva está associada à educação moral e à formação intelectual e do caráter. Junto com as outras disciplinas, a aula de Educação Física agrega conhecimentos e valores extremamente benéficos à juventude. Com a Educação Física, por exemplo, é possível trabalhar a psicomotricidade, o controle neuro-muscular, a sociabilidade, o espírito de equipe e de cooperação, além da concentração, condições básicas para aprender e conviver em sociedade com harmonia. Enfim, todos conhecem e reconhecem a importância de se fazer uma atividade física.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Especialmente sobre o aumento da obesidade, do sedentarismo e, também, dos problemas comportamentais entre crianças e jovens – principalmente nos países industrializados e países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil – há que fazer um alerta. Essa quase epidemia passa pela pouca ou total ausência de atividades físicas, pela má alimentação e pelo insuficiente convívio social gerado por atividades recreativas e esportivas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A obesidade infantil, aos poucos, está infiltrada nas famílias, resultado de maus hábitos alimentares, como optar por refeições rápidas, gordurosas, calóricas e sem os nutrientes adequados ao crescimento sadio. A culpa, no entanto, não é das crianças; cabe aos pais ou responsáveis, que acabam oferecendo lanches, em vez de motivarem e ensinarem seus filhos a realizar refeições saudáveis e tão gostosas como as das lanchonetes. São os adultos que devem se preocupar com a (re) educação alimentar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Além deste envolvimento da família, a escola, através das aulas de Educação Física, tem muita importância no combate e na diminuição dos casos de obesidade infantil. Afinal, com a prática de exercícios físicos, os estudantes irão melhorar corpo e mente, tornar-se-ão mais ágeis e concentrados, terão melhor condicionamento orgânico e motor, irão controlar o consumo calórico e alcançarão o equilíbrio emocional. Como resultado maior: serão cidadãos mais felizes, aptos a contribuir para um mundo também mais sadio.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;Bibliografia&lt;br&gt;&lt;br&gt;Santin, Silvino – Educação Física Temas Pedagógicos – EST Edições&lt;br&gt;&lt;br&gt;Site: &lt;a href="http://br101.org/obesidade-infantil-educacao-fisica.htm"&gt;br101.org/obesidade-infantil-educacao-fisica.htm&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-2749128032873994949?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/2749128032873994949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/importancia-da-educacao-fisica-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2749128032873994949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2749128032873994949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/importancia-da-educacao-fisica-na.html' title='Importância da Educação Física na escoola'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-742384978460239768</id><published>2011-10-26T20:06:00.001-07:00</published><updated>2011-10-26T20:06:36.171-07:00</updated><title type='text'>Amizades protegem criança contra estresse na escola, diz pesquisa</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;                 &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt; 	Uma criança que não tem amigos na escola fica mais sujeita ao estresse,  segundo uma pesquisa holandesa. A análise química mostra que a exclusão  pelos colegas é até mais estressante que o bullying.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; 	A pesquisa publicada pela revista Child Development se baseou nos  níveis de cortisol, um hormônio produzido nas situações de estresse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Os pesquisadores analisaram cerca de cem crianças de quarta série -- 9 e  10 anos. Na entrevista, elas deram os nomes dos colegas mais  atormentados por bullying ou brincadeiras e dos mais excluídos. Eles  disseram também quem e quantos eram seus melhores amigos na turma e  quais as qualidades desses.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	Durante dois dias letivos consecutivos, foi medido o nível de cortisol  na saliva das crianças, para determinar o estresse ao qual elas estavam  submetidas. Os níveis mais altos foram encontrados nos meninos e meninas  com menos amigos ou com amizades que eles mesmos classificaram como de  baixa qualidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; 	"Os resultados demonstram que, embora os amigos não consigam eliminar  completamente o estresse da exclusão na escola, eles o reduzem", diz  Marianne Riksen-Walraven, autora da pesquisa. "E o número e a qualidade  as amizades podem servir de proteção contra a rejeição", conclui.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-742384978460239768?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/742384978460239768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/amizades-protegem-crianca-contra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/742384978460239768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/742384978460239768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/amizades-protegem-crianca-contra.html' title='Amizades protegem criança contra estresse na escola, diz pesquisa'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8581883934053385477</id><published>2011-10-25T05:15:00.001-07:00</published><updated>2011-10-25T05:15:57.222-07:00</updated><title type='text'>Plano de aula: Introdução ao volei</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Objetivos&lt;/span&gt; &lt;br&gt; - Desenvolver técnicas do vôlei. &lt;br&gt; - Reconhecer habilidades e dificuldades em si e nos colegas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Conteúdo&lt;/span&gt;&lt;br&gt; Fundamentos básicos do vôlei (saque, manchete e toque). &lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Anos&lt;/span&gt; &lt;br&gt; 2º ao 5º ano. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Tempo estimado&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Sete aulas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Material necessário&lt;/span&gt; &lt;br&gt;  Papel, canetas, cartolinas, bolas grandes e macias (ou de vôlei), rede  ou elástico esticado entre duas paredes, tabela de monitoramento &lt;em&gt;(abaixo)&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;div class="caixa-sem-fio"&gt;&lt;div class="img-sem-caixa"&gt;&lt;img alt="tabela de monitoramento" src="http://revistaescola.abril.com.br/img/ed-fisica/tabela-monitoramento.jpg"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Flexibilização&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Para alunos com deficiência física&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;  Para incluir alunos cadeirantes proponha que o vôlei seja jogado com  todos os alunos sentados em cadeiras e com a rede colocada em altura  compatível. Quando o aluno cadeirante estiver avaliando os colegas, a  partida pode ser jogada com os demais alunos em pé. Organize desafios  com diferentes graus de dificuldade para o aluno - como jogar a bola com  uma das mãos, depois com as duas ou fazer uma manchete - e amplie o  tempo de realização de cada uma das etapas, caso julgue necessário.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Desenvolvimento&lt;/span&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;1ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;   Avalie o que as crianças já são capazes de fazer, dividindo a classe em  grupos de três ou quatro alunos - que são os times. Siga estratégias  criteriosas de constituição das equipes (misture meninos e meninas e  crianças mais e menos habilidosas, por exemplo). Organize a aula de  forma que seja possível realizar mais de um jogo simultaneamente. Ajuste  o número de participantes de cada time de acordo com o tamanho da  classe. Uma parte da turma será responsável pela avaliação dos colegas.  Os alunos que estiverem nesse momento fora do jogo deverão anotar todos  os contatos com a bola que um de colegas realizar. Para isso, deverão  utilizar a tabela de monitoramento. Cada fundamento deverá ser  registrado em papel. Antes da aula, confeccione tabelas para que cada  aluno faça seus registros sobre o colega. Para diminuir a possibilidade  de erros de avaliação, envolva-os na construção dos critérios que  acharem mais adequados para o que chamarão de &amp;quot;certo&amp;quot; e &amp;quot;errado&amp;quot;.  Inverta os papéis de jogadores e avaliadores. Ao fim desse diagnóstico,  planeje os próximos passos da sequência didática com base nos  conhecimentos prévios de seus alunos. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;2ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  Organize aulas em que os aspectos mais desafi adores do vôlei possam  ser trabalhados e aperfeiçoados. Organize um jogo, em que cada aluno, de  posse de sua tabela de monitoramento (avaliação realizada pelo colega  na primeira etapa), deverá identifi car quais são suas dificuldades.  Supondo que ele constate que suas manchetes são ainda pouco frequentes e  a proporção de erro ainda é alta, proponha um critério de pontuação  diferente para cada manchete que esse aluno fi zer. Se um fundamento  qualquer vale um ponto, toda vez que o aluno realizar uma manchete, sua  possibilidade de pontuação duplicará. O objetivo é envolver os alunos na  sua própria aprendizagem. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;3ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  Divida o espaço disponível de modo que quatro ou seis times joguem ao  mesmo tempo e organize o ambiente por fundamentos. Combine com a turma  que cada time vai treinar um fundamento. O fundamento combinado valerá  determinado ponto pela simples realização ou tentativa de executá-lo.  Esse jogo pode ser realizado em três aulas. Se achar necessário, amplie o  número de aulas da sequência.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Avaliação&lt;/span&gt; &lt;br&gt;  Retome os procedimentos do diagnóstico. Reorganize os times e os  avaliadores para identificar os avanços e discuta com os alunos esses  resultados. Também vale fazer as suas anotações sobre os alunos em  situação de jogo. Compare os resultados do diagnóstico com a avaliação. O  número de fundamentos realizados, a habilidade de manter a bola em jogo  e os acertos e os erros mostrarão a evolução da turma. Houve avanços?  Quais foram eles?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/introducao-ao-volei-voleibol-626787.shtml"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8581883934053385477?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8581883934053385477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/plano-de-aula-introducao-ao-volei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8581883934053385477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8581883934053385477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/plano-de-aula-introducao-ao-volei.html' title='Plano de aula: Introdução ao volei'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6958679989695362187</id><published>2011-10-25T05:14:00.001-07:00</published><updated>2011-10-25T05:14:19.991-07:00</updated><title type='text'>Plano de Aula: Circuitos para reflexão sobre o corpo e os movimentos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Objetivos&lt;/span&gt; &lt;br&gt; - Analisar e refletir sobre o corpo e os movimentos &lt;br&gt; - Conhecer limites e possibilidades de movimentação do corpo. &lt;br&gt; - Aprender a controlar gradualmente o movimento do corpo. &lt;br&gt; - Ampliar o repertório motor. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Conteúdos&lt;/span&gt;&lt;br&gt; - Reconhecimento dos limites do corpo. &lt;br&gt; - Exploração das possibilidades de movimento do corpo. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Anos&lt;/span&gt; &lt;br&gt; 1° e 2°. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Tempo estimado&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Oito a dez aulas. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Materiais necessários&lt;/span&gt; &lt;br&gt; Colchonetes, cordas, bambolês e cones.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="intertitulo"&gt;Flexibilização&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;span class="black-bold"&gt;Para alunos com deficiência física (nos membros inferiores)&lt;/span&gt;&lt;br&gt; Na roda, faça com que todos se sentem em cadeiras, para que fiquem na  mesma altura do colega que está na cadeira de rodas. Peça que o aluno  com deficiência física fale sobre os movimentos que consegue fazer e  conte como adapta os movimentos que não consegue realizar. Durante a 3ª  etapa, o aluno precisará da sua ajuda para rolar no chão e da ajuda dos  colegas, que podem guiar a cadeira do aluno pelo circuito de cones. Este  aluno também pode ser desafiado a empurrar a própria cadeira dentro de  um limite proposto com cordas colocadas paralelamente. Também é  recomendável propor atividades que possam ser cumpridas com o aluno no  chão, em colchonetes, que estimulem os movimentos possíveis para a  criança com deficiência nos membros inferiores. A montagem dos circuitos  em grupo pode ser uma boa chance para que os colegas experimentem  alguns movimentos que são comuns para a criança com deficiência. Sempre  estimule novos desafios e as potencialidades do seu aluno, inserindo-o  no grupo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Desenvolvimento&lt;/span&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;1ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; Sente com os alunos em uma roda e converse sobre as possibilidades de  movimentação do nosso corpo. Pergunte quais movimentos eles costumam  realizar no dia a dia quando acordam (como o espreguiçar), ao escovar os  dentes, ao caminhar até a escola ou quando brincam com os colegas.  Sugira que as crianças se levantem, experimentem esses movimentos e  falem quais as partes do corpo são acionadas para a realização de cada  um deles. Com a turma espalhada pela quadra ou pelo local em que ocorre a  aula, dê comandos para que realizem os movimentos discutidos, como se  espreguiçar, caminhar, saltar, entre outros. Também estimule os alunos a  criar movimentos novos a partir dos que foram experimentados. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;2ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; Pergunte como os animais se deslocam. Ouça os exemplos das crianças e  questione como esses movimentos podem ser imitados. Com a turma  espalhada pela quadra ou pelo local em que ocorre a aula, solicite que  realizem os movimentos de diferentes animais. Diga para se posicionarem  como se estivessem dentro de um ovo, tal e qual um pintinho antes de  nascer. Em seguida, estimule-os a imitar desde o nascimento do pintinho  até sua transformação em galo ou galinha. Agora, pergunte aos alunos  sobre como dormem, comem, correm ou se espreguiçam os animais que  conhecem. Comece pelos animais domésticos (cachorros, gatos etc.) e,  depois, fale dos animais de fazendas (porco, vaca, ovelha, pato etc.),  sempre pedindo para a criançada imitá-los. Vale também imitar animais  que seriam vistos em um safári na África, por exemplo, caso de leões  ferozes e girafas enormes, ou, então, aqueles que habitam a floresta  Amazônica, como macacos saltitantes e jacarés de bocas enormes ao  espreguiçar ao nascer do sol. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;3ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; Para explorar e desenvolver ainda mais as habilidades motoras da  meninada, monte um circuito de atividades com materiais simples.  Organize as estações de modo que os alunos possam vivenciar diversos  movimentos a partir de diferentes desafios: equilibrar-se sobre uma  corda (ou sobre uma linha desenhada com giz), subir em um banco de  madeira e saltar (ou saltar por cima de colegas deitados no chão),  desviar de cones (ou de garrafas plásticas com água) dispostos em linha  reta, saltar dentro de bambolês (ou dentro de círculos desenhados com  giz) e rolar sobre colchonetes (ou sobre grama ou outro piso macio).  Primeiramente, deixe que os alunos percorram o circuito utilizando os  movimentos que quiserem. Depois, indique quais movimentos são os  pretendidos nessas atividades. Em seguida, faça com as crianças a  associação dos movimentos vivenciados no circuito aos utilizados  cotidianamente pelos alunos. Não esqueça de permitir que os alunos  proponham variações, como equilibrar-se sobre a corda andando de costas,  saltar dentro dos bambolês com apenas um dos pés ou transpor o banco  sem tocá-lo. Por fim, peça que realizem o circuito também com os olhos  vendados para estimular o desenvolvimento da percepção por meio de  outros sentidos (que não seja a visão), de modo a desenvolver mais a  sensibilização corporal. Por fim, proporcione momentos de socialização  das experiências. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="Destaque-Arial"&gt;&lt;span class="txt_grande"&gt;&lt;strong&gt;4ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; Agora será a vez de as crianças sugerirem as atividades e os movimentos  em um novo circuito de habilidades. Separe os alunos em grupos para que  cada um crie um circuito diferente a ser vivenciado pelos colegas. Após a  vivência dos circuitos, compare os movimentos e os desafios propostos  por cada grupo, discuta sobre as diferenças entre eles e de onde surgiu a  ideia para aqueles movimentos. Proponha também que a criançada  construa, com base nas ideias anteriores dos grupos, um único circuito  para que todos o experimentem. Apresente os materiais disponíveis e  ressalte que a ideia é variar ainda mais os tipos de saltos, rolamentos e  deslocamentos. Acompanhe um pouco da criação do novo circuito e assista  a uma execução completa dele. Finalize com uma conversa e a produção de  um quadro com legendas para registrar os movimentos vivenciados durante  as aulas, tanto os sugeridos pelo professor como os criados pelos  alunos, de modo que possam comparar o que sabiam e o que aprenderam.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span class="intertitulo"&gt;Avaliação&lt;/span&gt; &lt;br&gt; É importante observar se os objetivos propostos para estas aulas foram  gradativamente compreendidos e atingidos pela turma. Tenha atenção  especial nos momentos de socialização das experiências motoras e, por  fim, no momento da realização do registro coletivo das atividades, pois  pode ser necessário reajustar as propostas para se adequar às  especificidades da turma ou planejar atividades futuras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/circuitos-reflexao-corpo-movimentos-639043.shtml"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6958679989695362187?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6958679989695362187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/plano-de-aula-circuitos-para-reflexao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6958679989695362187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6958679989695362187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/plano-de-aula-circuitos-para-reflexao.html' title='Plano de Aula: Circuitos para reflexão sobre o corpo e os movimentos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4791339115234387577</id><published>2011-10-18T10:31:00.001-07:00</published><updated>2011-10-18T10:31:26.309-07:00</updated><title type='text'>Educação Física Escolar para além do esporte</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;Nestes últimos anos o Brasil foi e nos próximos será "contemplado"  com alguns grandes eventos esportivos de nível internacional e, para nós  professores de Educação Física, isso não pode passar despercebido. O  esporte espetáculo, as variedades de manifestações da cultura corporal,  as políticas públicas esportivas, o marketing esportivo, o incentivo ao  consumismo esportivo e os significados de todos estes elementos fazem  parte das nossas discussões e vivências enquanto profissionais da área e  acima de tudo como educadores e formadores. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se  no período da ditadura militar o esporte ganhou imensa importância com  sua prática voltada para o rendimento e de forma acrítica, fico me  perguntando se não corremos o risco de entrar nesta mesma lógica na  preparação dos nossos alunos e alunas para a Copa de 2014 e as  Olimpíadas de 2016. Não especificamente no quesito treinamento e  rendimento, mas no afunilamento de conteúdos focados nos esportes, nas  suas habilidades físicas e na apreciação do espetáculo esportivo de  forma acrítica. Há quem diga que em alguns currículos escolares a  Educação Física já foi re-organizada para trabalhar somente com os  conteúdos esportivos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;As pessoas que minimamente  acompanharam os "bastidores" das notícias de preparação dos atletas para  as Olimpíadas de Pequim se chocaram com fotografias de treinamentos  exaustivos de crianças e adolescentes chineses. Talvez este seja um caso  excepcional e que não aconteceria numa cultura como a nossa e muito  menos nas aulas de Educação Física das escolas, principalmente por  sequer termos condições dignas para trabalhar. Acredito que não sejamos  responsáveis diretamente por estas atrocidades, mas será que a nossa  omissão não dá suporte para outras atrocidades?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Educação Física escolar e nossas responsabilidades&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há  alguns anos um fato me indignou muito e por isso sempre o cito como  exemplo quando vou falar do nosso papel profissional. Muitos devem se  lembrar de uma jogadora de basquete brasileira que descobriu estar  grávida três dias antes de dar a luz. Como é possível uma mulher passar  toda a gestação sem saber que carregava uma outra vida dentro dela? Fiz  este questionamento algumas vezes em aulas dos cursos de Educação Física  e tive a surpresa de ouvir alguns outros casos semelhantes de amigos e  familiares dos alunos. Então eu me pergunto o que foi que esta atleta e  essas tantas outras pessoas aprenderam sobre si mesmas, sobre suas  sensações, sensibilidades e percepções no decorrer da vida? &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É  exatamente nesta questão que quero chegar e desenvolver o meu  pensamento. Qual é a nossa função enquanto professores de Educação  Física nas escolas? Como contribuímos para que nossos alunos tenham  consciência, autonomia e opinião crítica sobre o consumo das atividades  físicas, seja de forma ativa ou passiva? De que adianta a Educação  Física ensinar o chute, o drible, o passe, o arremesso se sequer o  próprio corpo se conhece? Como é a minha respiração? Onde acumulo minhas  tensões? Qual a sensação de um movimento sendo feito assim ou assado?  Como é minha pele? Como sinto cada um dos meus músculos? Como toco o meu  corpo? O que gosto de tocar, de ser tocado ou mesmo o que eu não gosto?  De que me serviu as aulas de Educação Física se sequer consigo me  perceber, me conhecer, me sentir? Não é a Educação Física o único  componente curricular que trabalha especificamente com o corpo em  movimento? E por que não com o corpo parado também?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A  eficiência dos movimentos, a visão de jogo, o trabalho árduo dos  treinos diários tornou aquela atleta do basquete uma profissional de  nível internacional, mas parece que todo este trabalho corporal diário  se esqueceu de um corpo que não é só eficiência de movimento, também é  vida, sensação, percepção e sentimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Freire  (2002) coloca que além de repensar a reforma do ensino, também é  necessário repensar a reforma do conhecimento, afinal, não basta  aprender para o jogo, para o teste ou para prova, é preciso aprender  para a vida. O autor ainda acrescenta&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(...)  Aprendemos a agir apenas racionalmente, só sabemos pensar  individualmente, passamos a confiar cegamente que alguém irá sempre  resolver o problema por nós, e descartamos os sentimentos, a  sensibilidade, a beleza como componentes do conhecimento necessário à  superação dos problemas cotidianos e planetário. (idem, p. 95).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O educar para a sensibilidade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No  capítulo "Educação dos sentidos e a escola da Dona Clotilde", Freire  (2001) expõe a importância da educação dos sentidos para a formação do  aluno universitário. É necessário cheirar, degustar, ouvir, tocar, falar  e sentir para dentro, ou seja, criar para si o que foi vivido,  experimentado e quais são estes significados. Esta seria uma das funções  da educação: formar o cidadão para a vida (pessoal, profissional e  social).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim como a "pedagogia da cooperação" está ganhando  adeptos e importância no meio educacional (o assunto foi discutido nesta  revista em janeiro de 2010), acredito que as "práticas corporais  alternativas" (PCA´s) devem fazer parte deste rol de conteúdos abordados  nas escolas. Entende-se por PCA´s aquelas que são alternativas aos  movimentos mecânicos, estereotipados, que buscam performance e visam a  competição. Enfim as PCA´s são práticas sutis, de conscientização e  sensibilização corporal, com o intuito do autoconhecimento e o  conhecimento e respeito do outro, tais como: yoga, meditação, massagem,  danças circulares, reflexologia, antiginástica, tai chi chuan, lian  gong, entre outras. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;São poucos os cursos de  Educação Física que oferecem este tipo de abordagem durante a formação  profissional, por isso, muitas pessoas podem pensar que o trabalho com  estas práticas não seria viável a menos àqueles que tiveram ampla  formação nas mesmas. Lorenzetto e Matthiesen (2008), autores do livro  Práticas Corporais Alternativas, escrevem sobre algumas dessas práticas e  as exemplificam de maneira bastante simples e interessante, onde as  várias atividades podem ser feitas com as mais diversas faixas etárias.  Porém, aconselha-se que primeiramente o (a) professor (a) experimente em  si mesmo (a), sinta o que é se perceber, como é entrar em contato com  si mesmo, qual é a importância de reservar uns minutinhos do dia para  si.&lt;span style="white-space: pre" class="Apple-tab-span"&gt;	&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O  stress, o bullying, a bulimia, a anorexia, a depressão, a violência e o  desrespeito são alguns dos problemas que lidamos na sociedade e no  nosso dia a dia nas salas de aula. Inserir um pouco mais de conTATO nas  nossas aulas seria um ótimo caminho para minimizar alguns desses  desafios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este tipo de conteúdo não deve permear  somente o currículo oculto, ele pode/deve ser explícito e para isso deve  ser planejado e muito bem organizado. O toque carrega significados  diferentes para cada uma das pessoas. Apesar de ser algo concreto, em  cada uma das peles o tocar e o ser tocado é carregado de lembranças e  significados, que podem ser bons caso tenha vivenciado toques agradáveis  ou podem ser carregados de sensações negativas, caso as lembranças de  toque estejam relacionadas à violência, abuso, desprezo ou indiferença  (MONTAGU, 1988).&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Iniciar um trabalho com massagem,  por exemplo, nas aulas de Educação Física, requer preparação e  planejamento. Nas faixas etárias menores a aceitação é mais rápida e o  lúdico é sempre bem vindo quando se quer introduzir o abraço, o toque em  si mesmo e o toque no outro até que possamos chegar a experimentar o  exercício da respiração, do silêncio, da automassagem e da massagem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tive  experiências bastante interessantes ao trabalhar com o "tocar" com  crianças, adolescentes e adultos. Se dar as mãos já é uma dificuldade,  tratar o próprio corpo e o corpo do outro com carinho e respeito no  ambiente escolar passa a ser um grande desafio, mas com certeza possível  de ser conquistado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim como no trabalho com  qualquer outro assunto se deve ter claro quais são os objetivos, o  público, quais os conteúdos, os procedimentos, a avaliação (diagnóstica,  formativa e somativa), além, é claro, da importância do trabalho nas  três dimensões dos conteúdos: conceitual, procedimental e atitudinal,  conforme abordados nos Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998).  Enfim, é importante que os conteúdos sejam tratados de forma ampla,  aprofundada e significativa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sensibilizar os  sentidos é uma forma bastante importante de se iniciar um trabalho com o  toque corporal. Em silêncio, ouvir a própria respiração, perceber como  ela se comporta; deitar, sentir como o corpo toca o chão, o que toca e o  que não toca; perceber a sintonia entre o corpo, o tocar o chão e a  respiração; ouvir uma música tranquila e perceber quais sensações e  lembranças ela traz; estar num ambiente próximo à natureza e perceber  como o ar toca a pele, quais são os odores, os barulhos, as sensações;  estar num ambiente agitado, por exemplo, o pátio na hora do recreio,  fechar os olhos e perceber quais são as sensações que este ambiente  proporciona; permanecer de olhos fechados e deixar-se ser levado por um  colega por diferentes lugares, sentir os diferentes pisos, texturas,  iluminações e sensações (medo, insegurança, tranquilidade, calma); após  perceber o próprio corpo, experimentar tocá-lo com objetos diversos  (bexiga, almofada, bolas de diferentes tamanhos e texturas, colheres de  pau, objetos de massagem, as próprias mãos, etc.); descobrir diferentes  formas de tocar os locais tensos do corpo e aplicar estes toques em  grupos; formar duplas e aplicar estes toques no colega; pesquisar  diferentes terapias que envolvem o toque e a massagem; compartilhar com  os colegas as descobertas; aprofundar os assuntos de maior interesse;  buscar profissionais da área que possam fazer uma vivência/palestra com  os alunos; aplicar os conhecimentos adquiridos em outras  pessoas/familiares, contar a experiência. Enfim, o trabalho é gradativo,  do silenciar, ao se perceber, perceber o outro, se conhecer, conhecer o  outro, respeitar, ser respeitado, até tocar, acariciar e massagear sem  malícias é um longo caminho, que nós, professores, somos responsáveis  por ajudar a guiar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A cultura corporal, se não for  trabalhada de forma crítica, reflexiva e sensível, terá sob os olhos de  seus profissionais e da sociedade os casos de distorção da imagem  corporal, bulimia, anorexia e vigorexia dos jovens; a especialização  precoce e suas consequências; o dopping e as condutas antiéticas e  antidesportivas; enfim, entre tantos outros problemas, colocaremos em  cheque os valores permeados na nossa sociedade e a nossa função enquanto  profissionais que lidamos diretamente com a "educação corporal".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Frei  Betto expõe de maneira bastante sensível uma percepção sobre o corpo no  dias de hoje: "Nunca se falou tanto em corpo como neste tempo que tanto  o profana. Nas fábricas, o corpo do operário atrela-se ao ritmo da  máquina, como Chaplin critica em 'Tempos Modernos'. Por que  agricultores, que fazem tantos trabalhos físicos, não possuem corpos  atléticos? Seus corpos, em geral, são duros, rígidos, contraídos, porque  usados apenas como ferramentas e não como expressão do ser que somos  nessa indivisível unidade corpo-espírito." &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se não  repensarmos nossa função enquanto EDUCADORES físicos, também seremos  responsáveis pelo cultivo dos corpos rígidos, contraídos e insensíveis  que permeiam as ruas.&lt;span style="white-space: pre" class="Apple-tab-span"&gt;	&lt;/span&gt; Felizes, permaneceremos sentados assistindo aos espetáculos esportivos e desconhecendo seus bastidores mais cruéis.&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.direcionaleducador.com.br/edicao-60-jan/10/educacao-fisica-escolar-para-alem-do-esporte"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Janaina Demarchi Terra &lt;/strong&gt;é  graduada em licenciatura em Educação Física e mestre em Pedagogia da  Motricidade Humana pela Universidade Estadual Paulista (UNESP- Rio  Claro). Foi professora no ensino fundamental da Rede SESI (Rio Claro) e  das Faculdades Integradas de Bebedouro (FAFIBE) até 2008. Atualmente é  docente do curso de Educação Física da Universidade Federal de Alagoas  (UFAL – Maceió).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E-mail:   &lt;a href="mailto:janaterra@gmail.com"&gt;janaterra@gmail.com&lt;/a&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4791339115234387577?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4791339115234387577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/educacao-fisica-escolar-para-alem-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4791339115234387577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4791339115234387577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/educacao-fisica-escolar-para-alem-do.html' title='Educação Física Escolar para além do esporte'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-2733508798555849752</id><published>2011-10-07T05:47:00.001-07:00</published><updated>2011-10-07T05:47:24.249-07:00</updated><title type='text'>Estresse em crianças pode surgir em qualquer idade</title><content type='html'>&lt;br&gt;O estresse é muito comum em pessoas que trabalham no mundo dos negócios e que têm uma rotina de vida muito corrida. Além de ser um problema sério de gente grande, ele também pode afetar crianças e até bebês. E o pior: pode surgir em qualquer idade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo os especialistas no assunto, o estresse pode ser desencadeado por uma situação ou ambiente hostil. As crianças podem se estressar quando têm que enfrentar uma discussão com um colega de classe ou mesmo quando levam uma bronca da professora. Outros exemplos de situações que podem ocasionar o estresse nos pequenos são problemas na escola, com os amigos, mudanças no estilo de vida ao qual ela está habituada e, por incrível que pareça, os pais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No caso dos pais, isso acontece porque muitas vezes eles tendem a transferir o estresse do ambiente de trabalho para os filhos. Mais um agravante: os pais querem que seus filhos estejam totalmente preparados para enfrentar o mundo competitivo, por isso, matriculam as crianças em cursos de línguas, informática e esporte. Quase não sobra tempo para fazer a principal atividade das crianças: brincar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os pais devem sempre tentar eliminar os fatores de estresse dos filhos, procurando um especialista se necessário. O estresse infantil é um problema que, se não for resolvido logo, pode acabar prejudicando o desempenho escolar, as relações familiares e sociais, trazendo até mesmo danos à saúde. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-2733508798555849752?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/2733508798555849752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/estresse-em-criancas-pode-surgir-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2733508798555849752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2733508798555849752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/estresse-em-criancas-pode-surgir-em.html' title='Estresse em crianças pode surgir em qualquer idade'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3292300829199568719</id><published>2011-10-04T05:30:00.001-07:00</published><updated>2011-10-04T05:30:34.058-07:00</updated><title type='text'>A Importância da Educação Física nas Fases de Alfabetização</title><content type='html'>A criança durante toda a sua infância aprende a partir do estudo de  material concreto de vivenciar experiências concretas. Como diz  Perrenoud, a criança deve vivenciar suas experiências, pois assim, ela  será capaz de resolver com competência os problemas que lhe surgirão. E  só através de experiências concretas, a criança poderá elaborar seu  pensamento. Ao nascer, a criança possuí cem bilhões de neurônios e sendo  bem estimulada com afeto, durante a primeira infância, ela terá mais  chances de desenvolver sua inteligência. As funções motoras,  intelectuais e afetivas estão estimadamente ligadas . Através do seu  corpo, a criança vê, percebe tudo que a rodeia e procurar tocar,  manifestar suas necessidades, manipular objetos, imitar as pessoas,  retribuir um sorriso, dar um feedback. Ela faz a leitura do mundo bem  cedo e participa com todos os seus sentidos. ( Platão 1922)  &lt;p&gt;De acordo com Platão, o corpo para se conhecer a realidade. &amp;quot;É  através do corpo que percebemos, ou melhor, que conhecemos o mundo em  que vivemos, pois o mundo nos chega, através da visão, audição, do  olfato e paladar. O que nos faz entender melhor aquela famosa frase de  Emília Ferreiro : -&amp;quot;LER NÃO É DECIFRAR, ESCREVER NÃO É COPIAR.&amp;quot;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A  psicomotricidade afeta diretamente a escrita da criança. Tem que haver  harmonia entre a ação e a emoção. A criança antes de ir para a escola já  aprendeu a andar e a falar e convive com a presença de material escrito  e várias linguagens.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O complexo organismo humano se relaciona  com o mundo movendo-se. Quando o corpo se move, os sentidos captam  informações, ou seja, o aluno já traz para a escola sua experiência  corporal e sua comunicação com o mundo através do seu corpo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Emília  Ferreiro possivelmente concordaria em que de nada vale esse enorme  esforço para alfabetizar se a aprendizagem não foi significativa. E o  significado, nessa primeira fase da vida, depende, mais que em qualquer  outra da ação corporal. Entre os sinais gráficos de uma língua escrita e  o mundo concreto, existe um mediador, as vezes esquecido, que é a ação  corporal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se pensarmos que a criança aprende só quando é  submetida a um ensino sistemático e que a sua ignorância está garantida  até que receba tal tipo de ensino, nada poderemos enxergar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Saber quer dizer Ter construído alguma concepção que explica certo conjunto de fenômenos ou de objetos da realidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A  ludicidade é um instrumento de estimulação prático, utilizado em  qualquer etapa do desenvolvimento infantil e para qualquer criança. É  uma forma global de expressão que envolve todos os domínios da natureza.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nada  mais sério do que uma criança brincando.( Vygos Tshy 1977). Compreende o  jogo , brinquedo e brincadeira que estão ali cercados pelo processo de  evolução da inteligência sensório-motor (Jean Piaget)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Piaget  (Conger Hagan, Huston 2001), os jogos não são apenas forma para a  criança gastar energia, mais os meios que contribuem e enriquecem o  desenvolvimento intelectual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O brinquedo é o objeto concreto da  brincadeira e envolve a afetividade, convívio social e operação mental  facilitando a apreensão da realidade (Hishimoto)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As brincadeiras  permitem ás crianças identificar, classificar, agrupar ,ordenar ,seriar  ,simbolizar, combinar e estimar e ao mesmo tempo , desenvolvem a atenção  , concentração ,melhorando a expressão corporal e postura. Emília  Ferreiro não nega à E.F sua importância na alfabetização quando escreve:  - Do ponto de vista construtivo, a escrita infantil segue uma linha de  evolução surpreendentemente regular, através de diversos MEIOS CULTURAIS  de diversas SITUAÇÕES EDUCATIVAS e de diversas LÍNGUAS.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme  Piaget (Sumumms 1922) a primeira linguagem que a criança compreende é a  linguagem do corpo, a linguagem da ação. E através do corpo que a  criança interage com o meio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O esquema corporal compreende todos  os gestos realizados pelo nosso corpo, nele mesmo e sobre os objetos; é a  tomada da consciência, pela criança, de suas possibilidades motoras e  de suas possibilidades de agir e se expressar.(Le Bouch)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Ed. Física trabalha com o movimento, ação, corpo e propicia situações educativas que auxiliam na construção da escrita.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O  que explica a velha frase Alfabetização é Ação que é lida por vários  alfabetizadores e não entendida . Vygotsy(1978) defensor do lúdico que  nos apresenta os benefícios do lúdico; - Desenvolver a espontaneidade; -  Aliviar a tensão interior; - Reeduca o comportamento; - Aumenta o  coeficiente da auto confiança; e Ensina a agir com firmeza.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ludicidade apresenta grandes benefícios do ponto de vista físico, intelectual, social e didático para a criança.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os  professores reclamam que as crianças não entendem o que leêm que  codificam e apresentam dificuldades de se expressar e quando escrevem  são frases mecânicas. As brincadeiras, e os jogos desenvolvem a  criatividade e espontaneidade da criança. Emília Ferreiro declara: Os  indicadores mais claros das explorações que as crianças realizam para  compreender a natureza da escrita são suas produções espontâneas,  entendendo como tal as que não são o resultado de uma cópia (imediata ou  posterior, Emília Ferreiro pág. 16 1982)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Concluindo no meu  entender Emília Ferreiro tinha consciência da importância da Ed. Física  na alfabetização que também valoriza a espontaneidade da criança, o  despertar da criatividade da criança e suas experiências corporais e sua  vivência social.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Obs.&lt;/b&gt; Os autores Alba Valéria de Oliveira.(  &lt;a href="mailto:andrekinny@ibest.com.br" target="_blank"&gt;andrekinny@ibest.com.br&lt;/a&gt; ), Valesca Motta Porto e Carlos Leandro R. Antonio estudam na UNIABEU&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Bibliografia: &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Os PCNS 1998&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vygotshy - A formação social da mente São Paulo - Martins 1979&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Emília  Ferreiro - A representação da linguagem e o processo de  Alfabetização.Pedagogia do movimento na escola de primeira infância  Desenvolvimento e personalidade da criança Mussen 2001. Conger, Hagan,  Huston 2001 editora: 2001&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teorias psicogenéticas em discursão  editora: Summus Autores: Yves de La Taille, Marta Hohl de Oliveira,  Heloisa Dantas 1922 Summus&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Por: &lt;b&gt;Alba Valéria de Oliveira&lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-3292300829199568719?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/3292300829199568719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/importancia-da-educacao-fisica-nas.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3292300829199568719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/3292300829199568719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/10/importancia-da-educacao-fisica-nas.html' title='A Importância da Educação Física nas Fases de Alfabetização'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6017323247821699702</id><published>2011-09-30T14:44:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T15:07:28.142-07:00</updated><title type='text'>Dores do crescimento</title><content type='html'>&lt;p class="sec_corpo"&gt;É uma das causas mais comuns de consultas em  reumatologia pediátrica. Cerca de 25% das crianças que procuram o  reumatologista pediátrico, queixam-se de dores nas pernas, e as chamadas  &amp;quot;Dores do Crescimento&amp;quot; são certamente a causa mais comum dessas dores. É  uma situação também comum ao pediatra, que se depara com uma criança  absolutamente normal, saudável e ativa , que refere ter episódios  repetitivos de dores nas pernas. Essas crises podem ser diárias ou  esporádicas, podendo estar presentes por longos períodos antes de  desaparecerem. Em geral, a dor é bilateral, descrita pela criança como  profunda, intensa e principalmente no final do dia ou à noite. Uma  história típica é a da criança que vai dormir bem e acorda chorando com  dor, solicitando a presença da mãe que usa analgésicos ou massagens, que  acabam levando ao alívio. A criança volta a dormir e acorda bem no dia  seguinte, reassumindo suas atividades normais.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Não ocorre sinais de &amp;quot;inflamação&amp;quot; articular:  junta inchada, vermelha e quente são sinais que estão ausentes nos  momentos de crise. Costuma acometer meninos e meninas em proporções  parecidas, cerca de 12,5%, não havendo uma concordância entre os autores  sobre o período mais comum dessas dores durante a infância, ou seja,  pode acometer crianças em qualquer idade.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Causas  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Essa entidade não tem ainda causa conhecida. Na  verdade não existe consenso entre os pesquisadores nem sobre o termo  &amp;quot;Dores do crescimento&amp;quot;, que dá a idéia de que o crescimento em peso ou  em altura pode gerar dor. Na verdade, não se verificou qualquer relação  desse quadro com o ganho de estatura , que ocorre de maneira muito lenta  para provocar dor. Já se tentou modificar o nome dessa doença para  &amp;quot;Dores nos Membros&amp;quot; mas a expressão anterior já estava de tal modo  consagrada e já era compreendida pelas pessoas que não se conseguiu  modificar sua denominação.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Apesar de não ter causa conhecida, existe uma  série de hipóteses que tentam explicar a origem dessas dores. É muito  comum encontrarmos distúrbios emocionais ou simplesmente uma situação de  crise própria da idade ( nascimento de um irmão, ingresso na escola,  mãe que começa a trabalhar). Também se viu que essas crianças são, em  geral, filhas de pais que também tiveram quadros semelhantes durante a  infãncia e nas próprias crianças são encontradas outras situações de dor  crônica como dor de cabeça ou dor abdominal, ou seja, parece haver uma  combinação de fatores emocionais associados a uma &amp;quot; tendência&amp;quot; a dor  crônica.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Tratamento  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A primeira coisa a ser feita é a exclusão de  outras possibilidades diagnósticas o que é feito durante a consulta e  através da avaliação laboratorial. Após confirmado o diagnóstico, é  fundamental que se tranqüilize a família, já que se trata de uma  patologia benigna e auto-limitada, que não trará seqüelas e limitações e  que não terá impacto no crescimento da criança. Durante as crises,  mantém-se a conduta de usar analgésicos, massagens e calor. Não há  indicação para limitar a criança em qualquer aspecto: alimentação e  atividades físicas estão liberadas e devem, inclusive, ser estimuladas.  Creio que deve haver o enfoque de retirar o rótulo de &amp;quot;criança doente&amp;quot; e  que a família passe a administrar as crises dentro de uma atmosfera de  tranqüilidade para a criança. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Em certas situações é necessária uma abordagem  mais enfocada nos aspectos emocionais da criança, trazendo para o  tratamento auxílio de um psicoterapeuta. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Concluindo, voltamos a enfatizar a natureza  benigna dessa doença, que tende a desaparecer com o passar do tempo e  que não traz qualquer tipo de seqüela, não predispondo o paciente a  outras doenças reumáticas no futuro. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Fonte: ABC da saúde&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6017323247821699702?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6017323247821699702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/dores-do-crescimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6017323247821699702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6017323247821699702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/dores-do-crescimento.html' title='Dores do crescimento'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' 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alt=""&gt;&lt;/div&gt; &lt;h2&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Conteúdo Programático do curso online Avaliação Física Escolar&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div id="aba_conteudo"&gt;&lt;div class="left_cp_one"&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Medidas e avaliação em educação física;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Medidas antropométricas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Testes de agilidades;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Capacidade respiratória;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cineantropometria;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;IMC;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Orientação nutricional - A quem cabe;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Somatotipo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Análise postural;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Resistência anaeróbica total;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;PROESP-BR;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Relatório da avaliação física;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bibliografia Consultada.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="left_cp"&gt;             &lt;/div&gt;                       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: 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alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-2034736729991394898?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/2034736729991394898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/curso-online-de-avaliacao-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2034736729991394898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2034736729991394898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/curso-online-de-avaliacao-fisica.html' title='Curso Online de Avaliação Física Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4176497238365670940</id><published>2011-09-30T08:02:00.001-07:00</published><updated>2011-09-30T08:02:54.111-07:00</updated><title type='text'>O estilo motivacional de professores de Educação Física</title><content type='html'>&lt;br&gt;A aprendizagem envolve a integração de fatores contextuais e internos do aluno e, no ambiente escolar, esses elementos exercem uma influência maior no processo, pois eles podem favorecer ou afetar de maneira negativa o processo de aprender. Sendo assim, a motivação dos estudantes aparece como um dos grandes desafios enfrentados pelos educadores e, esse tem sido um dos motivos que faz com que as práticas pedagógicas no ensino formal necessitem ser constantemente (re) pensadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A disciplina da educação física como componente curricular obrigatório da Educação Básica assume importantes funções na sociedade contemporânea, entre elas: introduzir e integrar o aluno na cultura corporal de movimento (BETTI; ZULIANE, 2002; DARIDO, 2004) e proporcionar a crianças e adolescentes vivências motoras que podem favorecer, ao longo do tempo, a adoção de um estilo de vida fisicamente ativo (KOKA; HEIN, 2003; STANDAGE; DUDA; NTOUMANIS, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Desse modo, motivar os estudantes nas aulas de educação física, especificamente com relação à sua motivação intrínseca, representa um grande desafio, sobretudo porque a qualidade da interação entre professores e alunos, influenciada em grande parte pelo estilo motivacional dos primeiros, revela-se a fonte principal de satisfação ou frustração dos estudantes (GUIMARÃES; BORUCHOVITCH, 2004).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nesse sentido, algumas pesquisas (NTOUMANIS, 2005; VIERLING; STANDAGE; TREASURE, 2007; TAYLOR; NTOUMANIS; STANDAGE, 2008; GUIMARÃES, 2005) ressaltam que a motivação em contextos escolares tem sido avaliada como um fator determinante do nível de qualidade da aprendizagem e do desempenho escolar. O indivíduo motivado reage de forma diferenciada, se envolvendo no processo, engajando-se e persistindo em tarefas desafiadoras, despendendo esforços, usando estratégias adequadas, buscando desenvolver novas habilidades de compreensão e domínio além de demonstrar maior entusiasmo no envolvimento de suas atividades (GUIMARÃES; BORUCHOVITCH, 2004). Outrossim, indivíduos intrinsecamente motivados apresentarão atitudes positivas em relação a uma determinada prática resultando em maiores chances de se manterem engajados na atividade (NTOUMANIS, 2001).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/motriz/article/view/1980-6574.2010v16n3p598/pdf_34"&gt;Leia o resto do artigo clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4176497238365670940?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4176497238365670940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/o-estilo-motivacional-de-professores-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4176497238365670940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4176497238365670940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/o-estilo-motivacional-de-professores-de.html' title='O estilo motivacional de professores de Educação Física'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-5333718362416161029</id><published>2011-09-27T08:50:00.001-07:00</published><updated>2011-09-27T08:50:58.071-07:00</updated><title type='text'>Plano de Aula: Educação Física Infantil</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Conteúdos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; movimento do corpo; equilíbrio; manipulação e locomoção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Objetivos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;· Estruturar movimentos que requeiram coordenação geral;&lt;br&gt; · Equilibrar-se em diferentes situações, com ou sem deslocamento;&lt;br&gt;· Melhorar o desempenho na execução de atividades que requeiram agilidade, velocidade e flexibilidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Atividades:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Bola do túnel:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  divididas em igual número, os alunos formam duas colunas. Manter-se-ão  com tronco flexionado para frente e com as pernas ligeiramente  afastadas. Ao primeiro jogador de cada coluna entrega-se uma bola.&lt;br&gt;Dado  o sinal de início, o primeiro jogador de cada grupo passará a bola por  entre as pernas, entregando-a ao seu companheiro imediato ou fazendo-a  rolar. Os demais ao receberem a bola irão passando-a do mesmo modo. Em  chegando ao último jogador, este segura-a, sai correndo e vai ocupar o  lugar à frente da coluna. Assim sucessivamente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Bola em posição&lt;/span&gt;:&lt;/strong&gt; dispõem-se as crianças em círculo.&lt;br&gt;Dado  o sinal de início, o professor no centro do círculo atira a bola ao  alto, chamando o nome de um aluno presente no círculo. O aluno deverá  agarrar a bola antes de cair no chão ou não. Este após pegar a bola terá  que executar o mesmo que o professor fez, chamando um colega.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Lá vai a bola:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  os alunos a linha de partida com as mãos sobre o joelho. O professor  coloca-se por trás dos alunos com uma bola. Inopidamente lança-a,  rasteira, na frente da turma. O primeiro aluno que alcançá-la será o  novo lançador e dará continuidade ao jogo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Abrir a porta:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; os jogadores de mãos dadas formam um círculo, exceto um que ficará fora.&lt;br&gt;Dado  o sinal, o jogador que está fora do círculo correrá e gritará:  janelinha, janelinha, portinha campainha. Nesse momento ele bate nas  costa de um dos colegas, este terá que sair e tentar pegá-lo enquanto  ele tenta pegar o lugar deixado pelo colega.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O osso do cachorro:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; os alunos em círculo em silencio, menos um que ficará afastado escondido.&lt;br&gt;O  professor escolherá um aluno para ser o cachorro, quando o aluno  afastado retornar ele pegará um objeto dado pelo professor simbolizando  um osso e passará mostrando um a um. Ao chegar ao aluno escolhido  (cachorro) este terá que imitar um latido de cão bem alto, fazendo o  colega se assustar. Logo o aluno toma o lugar e a brincadeira continua  até todos participarem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Brinquedo livre:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; liberar os alunos para brincar livremente no pátio. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-5333718362416161029?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/5333718362416161029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/plano-de-aula-educacao-fisica-infantil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/5333718362416161029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/5333718362416161029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/plano-de-aula-educacao-fisica-infantil.html' title='Plano de Aula: Educação Física Infantil'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-2266546748335364905</id><published>2011-09-26T10:25:00.001-07:00</published><updated>2011-09-26T10:25:49.132-07:00</updated><title type='text'>Crianças com obesidade são mais propensas ao isolamento social</title><content type='html'>&lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;A obesidade aumenta as chances de uma criança ser socialmente isolada na escola, segundo uma pesquisa da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;University of Adelaide&amp;#39;s Women&amp;#39;s and Children&amp;#39;s Hospital&lt;/span&gt;, na Austrália. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O estudo analisou mais de 3.300 estudantes australianos por  quatro anos - desde a pré-escola. As famílias foram recrutadas em 2004 e  analisadas novamente em 2008. Durante esse tempo, foram tiradas medidas  de altura e peso das crianças. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Cuidadores primários (que podem ser pais, avós ou quem tiver mais  contato com a criança) foram entrevistados sobre detalhes da vida da  criança. Pais e professores ainda foram convidados a preencher um  questionário adicional, que fez um balanço dos problemas de saúde mental  e da qualidade de vida dos pequenos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Aos quatro e cinco anos de idade, 13% dos meninos e 16% das e  meninas estavam com sobrepeso e aproximadamente 5% de ambos os sexos  eram obesos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os pesquisadores descobriram que essas crianças com obesidade,  quando comparadas aos seus colegas de classe de mesma idade e peso  normal, eram 20% mais propícias a ter dificuldades de relacionamento aos  oito e nove anos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;As dificuldades relatadas pelos pais e professores incluem  provocações, rejeições, problemas em fazer amigos e não ser incluído em  atividades sociais, como festas de aniversário. Vale ressaltar que essas  dificuldades só foram encontradas quando as crianças já estavam na  faixa dos oito e nove anos, sendo que o fenômeno não foi observado  naqueles em idade pré-escolar. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                      &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para combater a obesidade infantil &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pequenos hábitos podem ajudar seu filho a se alimentar de  maneira mais saudável. Confira as dicas abaixo:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Prato do tamanho certo:&lt;/span&gt;  durante o crescimento do bebê, é normal observar mudanças na quantidade  de alimentos ingerida. No primeiro ano de vida, a criança apresenta um  rápido desenvolvimento. Após completar um ano, a velocidade de  crescimento diminui e, consequentemente, a quantidade de alimentos  ingerida tende a ser menor. Por isso, não vale ficar preocupada se o seu  filho começa a ingerir menos alimentos do que você espera. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Horários regrados: &lt;/span&gt;se o  almoço na sua casa é ao meio-dia, nem pense em dar uma mamadeira para a  criança perto desse horário. Claro que o apetite vai sumir. As  refeições realizadas junto à família incentivam a criança a comer e  despertam o apetite dela para alimentos diferentes. Por isso, é  importante incluir sempre sabores novos no cardápio e experimentá-los na  companhia do seu filho. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Dê exemplo: &lt;/span&gt;os hábitos alimentares da família servem de exemplo para a criança. Se as pessoas ao redor consomem refrigerante,  frituras, salgadinhos e, oferecem à criança frutas, sucos e legumes,  certamente, ela terá mais resistência para aceitar esses alimentos que  não são hábitos da família. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Espante a preguiça:&lt;/span&gt;  parece loucura, mas algumas crianças têm preguiça de comer. Entretidas  com outras atividades, elas não sentem a menor vontade de interromper a  brincadeira para exercitar a mastigação ainda mais quando o prato está  muito cheio e o tempo perdido pode ser grande. Para ajudar nesse  problema é ideal usar o aumento gradual na quantidade de comida e  gratificações logo após as refeições. Brincadeiras também são bem  vindas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Cozinhem juntos:&lt;/span&gt;  prepare o menu com a ajuda da criança. Peça sugestões para ela, mas não  deixe de direcionar o cardápio. Use a oportunidade para mostrar a  importância balancear as refeições, consumir alimentos saudáveis e  restringir aqueles mais calóricos e com menor qualidade nutricional. &lt;/p&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-2266546748335364905?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/2266546748335364905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/criancas-com-obesidade-sao-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2266546748335364905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2266546748335364905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/criancas-com-obesidade-sao-mais.html' title='Crianças com obesidade são mais propensas ao isolamento social'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6171169877663007191</id><published>2011-09-26T10:23:00.001-07:00</published><updated>2011-09-26T10:23:22.225-07:00</updated><title type='text'>Convivendo com a dislexia</title><content type='html'>&lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl0_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;De acordo a Associação Nacional de Dislexia (AND), pesquisas mostram que de 5% a 17% da população mundial apresenta dislexia,  que é um distúrbio ou transtorno de aprendizado na área de leitura,  escrita e soletração. Apesar de ser o distúrbio de maior incidência nas  salas de aula, um estudo apresentado na Associação Britânica de Dislexia  afirma que cerca de 70% dos profissionais das áreas de saúde e educação  têm pouco conhecimento sobre ele. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitas vezes, os pais também não conseguem identificar a  dificuldade. Pensando nisso, conversamos com profissionais  especializados no assunto, que explicaram como identificar a dislexia e  como pais e professores podem agir para ajudar a criança. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="dislexia - Foto Getty Images" class="FotoEsqMat" src="http://images3.minhavida.com.br/imagensConteudo/13740/dislexia2_13740_24103.jpg" alt="dislexia - Foto Getty Images" style="border-width:0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;strong&gt;Como identificar? &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Por  se tratar de um transtorno de linguagem, a dislexia só se manifesta no  final da alfabetização e nos primeiros anos escolares (1ª e 2ª ano). A  criança começa a apresentar dificuldades inesperadas de aprendizagem de  leitura, apesar de ter outras habilidades.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;A fonoaudióloga e psicopedagoga da Associação Nacional de  Dislexia Clélia Estill afirma que o principal indicador escolar é a  criança não ler com a mesma desenvoltura dos colegas e a escrita  apresentar muitas falhas e trocas de letras. &amp;quot;As resistências aos  trabalhos de leitura e escrita vão se evidenciando cada vez mais,  substituindo o entusiasmo inicial, como consequência das frustrações que  ela começa a vivenciar, e não por preguiça ou desinteresse&amp;quot;, ressalta  Clélia. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Porém, de acordo com Clélia, é fundamental lembrar que nem todas  as dificuldades de aprendizagem são da ordem da dislexia. Por isso, o  diagnóstico precoce é necessário, seja ele de dislexia ou de outro  distúrbio de aprendizado.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;div class="CitacaoDirMat"&gt;&lt;blockquote class="TxtCitacaoMat"&gt;Quanto mais tarde é feito o diagnóstico, mais a criança fica com a autoestima baixa, podendo ser excluída pelos amigos&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Feito o diagnóstico,  é importante que o professor se junte ao profissional que tratará a  criança e, dessa forma, combine uma maneira de aprendizado diferente. A  psicoterapeuta de crianças e adolescentes Mirian Barros conta que não é  só o psicólogo quem faz o diagnóstico, e sim o conjunto professor, pais,  fonoaudiólogo, psicopedagogo etc. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Quanto mais tarde é feito o diagnóstico, mais a criança fica com a autoestima  baixa, podendo ser excluída pelos grupos de amigos, e isso vai  acarretando em diversos problemas. Estudos mostram, inclusive, que as  taxas de suicídio infantil estão relacionadas à escola e,  principalmente, à dislexia, por conta do bullying. Às vezes, até o professor pode influenciar a baixa autoestima, uma vez que não consegue identificar o problema.  &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="dislexia - Foto Getty Images" class="FotoEsqMat" src="http://images3.minhavida.com.br/imagensConteudo/13740/dislexia3_13740_24105.jpg" alt="dislexia - Foto Getty Images" style="border-width:0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl3_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;strong&gt;O papel do professor &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Quanto  mais são destacadas as habilidades positivas do disléxico, mais é  fortalecida a sua autoestima. O professor não deve chamar a atenção para  as a dificuldades da criança, e sim para os seus sucessos.   &lt;br&gt;&lt;br&gt;Clélia conta que o ideal é que crianças com qualquer tipo de  necessidade especial sejam incluídas naturalmente nas atividades do  grupo, não perdendo de vista as suas dificuldades específicas. &amp;quot;Contando  com bom senso pedagógico, sensibilidade e formação do professor, ele  saberá distribuir as tarefas de acordo com as possibilidades de cada  um&amp;quot;, diz a especialista. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Provas e trabalhos escolares &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Feito o  diagnóstico de dislexia e identificado o seu grau (leve, médio ou  severo), é preciso entender que a criança pode necessitar de mais tempo  para execução dos trabalhos.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;É importante que o professor leia as questões em voz alta para  toda a sala e, depois, revise essa leitura individualmente com o  disléxico, atendendo a dúvidas que ele possa ter na compreensão dos  enunciados, como afirma Clélia. Também pode ser permitido ao aluno  responder oralmente as questões, uma vez que ele saiba o conteúdo das  respostas, mas tenha dificuldade em redigi-las. Outros métodos podem ser  utilizados na realização das provas e trabalhos em classe, dependendo  das dificuldades e habilidades da criança. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="dislexia - Foto Getty Images" class="FotoDirMat" src="http://images3.minhavida.com.br/imagensConteudo/13740/dislexia4_13740_24106.jpg" alt="dislexia - Foto Getty Images" style="border-width:0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl4_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;strong&gt;Pais e alunos: como lidar com o preconceito &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Para  que haja uma boa convivência dentro da sala de aula, é de extrema  importância que o professor não individualize o disléxico, mas, sim,  cuide para inseri-lo no grupo.  Ele deve explicar à classe a noção de  diferença: &amp;quot;Se as crianças da escola estiverem acostumadas a perceber  que essas diferenças existem e que alguns precisam de mais atenção do  que outros, os alunos não sofrem&amp;quot;, diz a psicoterapeuta Miriam. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O professor deve explicar para a classe o que é dislexia, contar  que pessoas famosas e bem sucedidas foram e são disléxicas - como  Albert Einstein e Bill Gates - e conversar com os alunos sobre as  diferentes condições de aprendizagem que existem. Clélia diz que o  educador não deve nunca apelar para a piedade, e sim para o conhecimento  e entendimento. &amp;quot;Isso é educar!&amp;quot;, afirma. E essa ação acontece em  conjunto com os pais, tanto do disléxico quanto dos colegas, que devem  reforçar esse aprendizado. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                   &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl5_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;A psicopedagoga  Clélia alerta que, na maioria das vezes, o preconceito chega através dos  pais, que sentem o seu filho injustiçado pelo fato de receber um  tratamento diferente. &amp;quot;Nesses casos, é sempre interessante realizar uma  reunião de pais para discutir o tema, explicando que cada um tem uma  necessidade especial que deve ser atendida&amp;quot;, aconselha a profissional.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os pais da criança com dislexia devem entender que o que eles  consideram um tratamento diferente, no sentido de &amp;quot;facilitar&amp;quot; para a  criança, na verdade é atender às suas necessidades. &amp;quot;É igual a uma  família de muitos filhos, na qual cada um é atendido de acordo com o que  precisa&amp;quot;, diz Clélia. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                      &lt;img title="dislexia - Foto Getty Images" class="FotoDirMat" src="http://images3.minhavida.com.br/imagensConteudo/13740/dislexia5_13740_24108.jpg" alt="dislexia - Foto Getty Images" style="border-width:0px;"&gt;             &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl6_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;strong&gt;O que os pais podem (e devem!) fazer &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O  papel dos pais é essencial para a plena formação da criança. &amp;quot;Eles  devem incentivar cada sucesso que ela tiver, tendo sempre muita  paciência, lendo e se informando sobre o assunto&amp;quot;, diz Miriam. Ela conta  que, na medida em que os pais se informam, eles encaram o distúrbio de  outra forma. &amp;quot;Os pais devem conhecer a doença e entender que isso não é  um bicho de sete cabeças&amp;quot;, afirma a psicoterapeuta.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Dificuldades de leitura e escrita se desenvolvem através da ação de ler e  escrever, conta a fonoaudióloga Clélia, que recomenda auxiliar a  leitura dos filhos. Mas é preciso levar em conta, no entanto, a  diferença entre ler para os filhos e ler com os filhos: é importante  visitar livrarias ou bibliotecas com os filhos e escolher um livro  adequado para que leiam juntos, trocando impressões sobre os livros. &amp;quot;Os  pais devem se sentar ao lado do filho, para acompanhar a leitura com  ouvidos, olhos e coração&amp;quot;, diz. &lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                   &lt;div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl7_tMateria"&gt;                 &lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Feita a leitura, os  pais podem propor jogos de perguntas e respostas sobre cada parágrafo do  texto, pedir para que o filho conte o que leu e o que ouviu, buscar na  memória assuntos relacionados com o tema da leitura atual, descobrir  palavras no texto, entre outras coisas que tornem a leitura uma  atividade familiar, uma leitura compartilhada. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Além da leitura, existem jogos de tabuleiro que envolvem  conhecimentos gerais e podem auxiliar na assimilação, como palavras  cruzadas. Eles tornam a leitura e a escrita uma coisa prazerosa, e não  um simples &amp;quot;dever de casa&amp;quot;. &lt;/p&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;Fonte: Minha Vida&lt;/p&gt;&lt;p class="TxtCorridoMateria TxtFlx"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6171169877663007191?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6171169877663007191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/convivendo-com-dislexia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6171169877663007191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6171169877663007191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/convivendo-com-dislexia.html' title='Convivendo com a dislexia'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-9206647492956136119</id><published>2011-09-20T07:47:00.001-07:00</published><updated>2011-09-20T07:47:14.182-07:00</updated><title type='text'>Paulo Freire completaria 90 anos hoje</title><content type='html'>Em 2011, no dia 19 de setembro, o educador Paulo Freire (1921-1997) completaria 90 anos. Durante todo o ano acontecem ações em comemorações a data, devido a importante contribuição de Paulo Freire para a educação no país e no mundo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nascido em 19 de setembro de 1921, em Recife (PE), Paulo Reglus Neves Freire é considerado um dos mais importantes educadores do século XX. Aos 22 anos, ingressou na Faculdade de Direito do Recife. Período em que conheceu a professora primária Elza Maia Costa Oliveira, com quem se casou em 1944 e teve 5 filhos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em 1947, Paulo Freire assumiu o cargo de Diretor do Setor de Educação do SESI do Recife – Serviço Social da Indústria, onde estudando as relações entre alunos, mestres e pais de alunos, conheceu a realidade dos trabalhadores e as particularidades da sua linguagem. Sua primeira experiência como professor universitário foi na Escola de Serviço Social, lecionando Filosofia da Educação. Doutorou-se em Filosofia e História da Educação em 1959, com a tese "Educação e Atualidade Brasileira".&lt;br&gt; &lt;br&gt;No início dos anos 60 engajou-se nos movimentos de educação popular, entre eles o Movimento de Cultura Popular (MCP), a campanha "De Pé no Chão Também se Aprende a Ler" e a Campanha de Alfabetização de Angicos (alfabetização de 300 trabalhadores rurais em 45 dias), ambas no Rio Grande do Norte, e coordenou o Programa Nacional de Alfabetização, do Governo Goulart.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Premiado e reconhecido internacionalmente, Paulo Freire dedicou-se às experiências no campo da educação de adultos e do processo de democratização do ensino, na construção de uma sociedade democrática, por meio do diálogo crítico, a fala e a convivência. Revelou ao mundo uma educação para além da sala de aula, da educação formal, capaz não só de ensinar conteúdos e comportamentos socialmente esperados e aceitos, mas também capaz de conscientizar a todos e a todas. Mais objetivamente pensou nos jovens e adultos trabalhadores, homens do campo e da cidade para abrir-lhes a possibilidade de enfrentarem a opressão e as injustiças.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O educador participou de fóruns e debates. Realizou milhares de palestras e conferências. Envolveu-se nos movimentos sociais progressistas, entre muitas outras atividades como militante e como intelectual. Recebeu prêmios, títulos e homenagens em todo o mundo, entre estas 39 títulos de Doutor Honoris Causa, dos quais 5 entregues à sua viúva. A partir de 2000, a sua viúva Ana Maria Araújo Freire, na qualidade de sucessora legal da obra de Paulo Freire, organizou seus textos inéditos, nomeou-os e publicou na "Série Paulo Freire".&lt;br&gt; &lt;br&gt;Hoje o Instituto Paulo Freire (IPF) criado por sugestão do próprio Paulo Freire no dia 12 de abril de 1991, tem a missão de manter vivo e reinventar o seu legado. Tem o compromisso com a educação popular e o sonho da cidadania planetária. Educar para um outro mundo possível.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Podemos dizer que Paulo Freire nos deixou um legado de imensa contribuição para a educação, com reflexos em áreas como a filosofia, a arte, a física, a matemática, a geografia, a história, a literatura, entre outras.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Até hoje continua sendo a grande referência de uma educação como prática da liberdade. Nos ensinou que aprender e ensinar são atos inseparáveis, que a história é possibilidade, não fatalidade. O que ele escreveu faz parte inseparável da vida de toda uma geração que aprendeu a sonhar com ele sonhos possíveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Comunicação&lt;br&gt;Instituto Paulo Freire&lt;br&gt;&lt;a href="mailto:imprensa@paulofreire.org"&gt;imprensa@paulofreire.org&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-9206647492956136119?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/9206647492956136119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/paulo-freire-completaria-90-anos-hoje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/9206647492956136119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/9206647492956136119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/paulo-freire-completaria-90-anos-hoje.html' title='Paulo Freire completaria 90 anos hoje'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-6935489234720608217</id><published>2011-09-20T07:19:00.001-07:00</published><updated>2011-09-20T07:19:23.787-07:00</updated><title type='text'>9 motivos para seu filho aprender a dançar</title><content type='html'>O homem usa o próprio corpo de modo a ocupar o espaço e interagir com o outro desde que o mundo é mundo. No início, seguiu o instinto; aos poucos, descobriu o prazer; e há séculos aproveita técnicas e estilos especialmente desenvolvidos pela dança para explorar a riqueza de possibilidades inerente ao corpo humano. Porque dançar é muito mais do que movimentar braços e pernas sob o estímulo de um ritmo. &amp;quot;A dança permite conhecer o próprio corpo e, com isso, ampliar a capacidade de se expressar e de se comunicar do indivíduo, criando a autoestima que vai servir de base por toda a sua vida&amp;quot;, realça Carmen Orofino, professora de dança no Atelier-Escola Viva, de São Paulo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O simples ato de andar já é poderoso o suficiente para servir de alimento ao cérebro e, de tabela, contribuir para a nossa saúde. A dança? &amp;quot;Seus movimentos são mais refinados, o que determina a qualidade de alimentação que proporciona ao nosso corpo&amp;quot;, garante o coreógrafo Ivaldo Bertazzo, há mais de 35 anos trabalhando com dança. A conclusão é uma só: quanto mais cedo uma criança aprende a dançar, mais possibilidades ela tem de tornar seu corpo &amp;quot;inteligente&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dançar também ajuda a desenvolver emocionalmente quem tem pouca idade, combatendo inseguranças e estimulando a partilhar experiências com o grupo a que pertence. Crianças podem se exercitar em Dança desde os primeiros anos da Educação Infantil - e assim aprimorar habilidades motoras fundamentais para a evolução. Com a ajuda dos especialistas Carmen Orofino e Ivaldo Bertazzo, destacamos os principais benefícios da atividade. Conheça a seguir:&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Para ler, clique nos itens abaixo:&lt;br&gt;1. Desenvolve habilidades típicas do ser humano &lt;br&gt;&lt;br&gt;2. Alimenta o funcionamento da máquina cerebral &lt;br&gt;&lt;br&gt;3. Ajuda a manter a saúde do corpo &lt;br&gt;&lt;br&gt;4. Estimula a coordenação motora e outras aptidões &lt;br&gt;  &lt;br&gt;5. Colabora na formação do indivíduo &lt;br&gt;&lt;br&gt;6. Serve de ferramenta para se expressar &lt;br&gt;&lt;br&gt;7. Valoriza a linguagem pessoal &lt;br&gt;&lt;br&gt;8. Estimula o conhecimento estético &lt;br&gt;&lt;br&gt;9. Incentiva o controle emocional&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-6935489234720608217?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/6935489234720608217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/9-motivos-para-seu-filho-aprender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6935489234720608217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/6935489234720608217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/9-motivos-para-seu-filho-aprender.html' title='9 motivos para seu filho aprender a dançar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4117299443741890013</id><published>2011-09-16T03:48:00.001-07:00</published><updated>2011-09-16T03:48:01.386-07:00</updated><title type='text'>7 benefícios da Capoeira</title><content type='html'>Foi no século 16 que a Capoeira surgiu pela primeira vez em terras brasileiras. Mistura de forma de luta e culto religioso, ela veio junto dos negros que, originários da África, foram trazidos aos milhares para o trabalho escravo. Naturalmente, eles não tinham liberdade alguma de praticar suas tradições, por isso, a Capoeira era então apresentada de modo disfarçado, como se fosse uma dança com canto e mais nada. Aos poucos, porém, ela acabou por vingar em todo o Nordeste do País, ganhando diversidade de estilos - um dos mais populares (e antigos) é chamado de Capoeira Angola, caracterizado por golpes baixos, rentes ao chão, e animado pela música de ritmo lento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A criança que pratica Capoeira aprende não apenas a jogar como também a cantar (o que tem sido transmitido oralmente há séculos, cantos africanos especialmente criados para esse tipo de atividade) e a tocar (entre os instrumentos mais tradicionais, destaque para o berimbau, o pandeiro e o caxixi, um chocalho feito de sementes). O jogo de Capoeira também aprimora o controle emocional, estimulando a observação e a defesa, quando necessária, ao contrário de incentivar a agressividade e a violência. &amp;quot;No caso do estilo Angola de Capoeira, ele consegue traduzir com ritmo e movimento corporal as ideias da educação humanista&amp;quot;, reforça Ana Cristina Marotto, orientadora educacional e pedagógica do Colégio Equipe, em São Paulo. &amp;quot;É ótima ferramenta para a formação moral, física e cognitiva.&amp;quot;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Recomendado para alunos de 3 a 11 anos, o jogo de Capoeira ajuda de inúmeras maneiras o desenvolvimento tanto de meninos quanto de meninas. Veja os benefícios a seguir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para ler, clique nos itens abaixo:&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;1. Difunde o valor da defesa - e não do ataque &lt;/b&gt;&lt;br&gt;A Capoeira é um jogo que faz clara distinção entre defesa e ataque -  diferenciação essa que pode influenciar um estilo de comportamento e um  modo de pensar por toda a vida. Quem pratica Capoeira não é, portanto,  estimulado a sair atacando para depois ver no que vai dar, mas sim  olhar, refletir e, se for realmente necessário, saber agir de modo a  cuidar da própria defesa. Quanto mais cedo a criança souber fazer essa  distinção, mais rápido será o seu entendimento de como a violência não  vale a pena.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;2. Ajuda na formação moral &lt;/b&gt;&lt;br&gt;A aula de Capoeira normalmente começa com uma roda de conversa, onde são  discutidas as regras de convívio e de participação de cada um etc. É  uma atividade que desenvolve o respeito, a tolerância. Porque as  crianças estão sempre interagindo entre si para realizar o mais simples  gesto - cada uma delas precisa, por exemplo, ter cuidado com o movimento  que pretende fazer para não machucar o outro, assim como conviver com o  jeito de ser de cada colega, entendendo que o jogo acontece entre  todos, independentemente do talento ou da ausência dele. Todos são  iguais - e, em lugar de apontar os melhores (e os piores) jogadores, o  que se incentiva é a parceria, ensinar o que já sabe de modo a que o  colega possa evoluir também.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;3. Desenvolve e amplia a cognição &lt;/b&gt;&lt;br&gt;Quem pratica Capoeira recebe informação sobre a cultura popular, a  origem do jogo em si, as tradições celebradas em músicas e canções, os  instrumentos que animam a atividade e por aí afora. É um conhecimento  transmitido a cada roda de conversa, no início da aula, aumentando o  repertório dos alunos sobre a formação do povo brasileiro, enfim, a  história do próprio País. Não se trata de um tipo de informação feito  para decorar, mas sim atiçar o interesse da criança pela nossa  identidade cultural.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;4. Desperta a curiosidade infantil &lt;/b&gt;&lt;br&gt;Quem pratica Capoeira tem sua percepção sonora estimulada pelo uso de  instrumentos musicais, assim como a consciência do próprio corpo é  alimentada por movimentos pouco usuais. Trata-se de uma atividade que  abre um leque de oportunidades - meninas e meninos podem descobrir, ao  jogar Capoeira, o gosto por danças populares, outros, por canto, todos  eles indo atrás de cursos específicos. Em suma: um despertar de  aptidões, fonte valiosa de conhecimento e amor próprio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;5. Promove o desenvolvimento físico &lt;/b&gt;&lt;br&gt;O jogo de Capoeira explora dois caminhos antagônicos, o equilíbrio e o  desequilíbrio - como é que se leva um tombo e depois se recupera o prumo  -, situações essas de valor semelhante, afinal, o desequilíbrio também  pode afetar e desestruturar emocionalmente, daí ser preciso assumir  estratégias para recuperar o equilíbrio e seguir no jogo. Tudo isso diz  respeito aos golpes típicos da Capoeira - entre eles, a ginga, o rabo de  arraia, a meia lua e a estrela. Movimentos que exigem equilíbrio e  tônus muscular, trabalhando com as pernas, os braços, o tronco, a  cintura etc. O aluno precisa ganhar elasticidade, equilíbrio e  autoconfiança para se lançar no espaço sem medo de se esborrachar no  chão. É desse modo que as crianças aprendem a reconhecer os limites do  corpo, adquirindo segurança sobre o próprio desempenho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;6. Estimula o controle emocional &lt;/b&gt;&lt;br&gt;Mexer com o corpo significa lidar com algumas das nossas emoções mais  primitivas - a agressividade, por exemplo. É verdade que o jogo da  Capoeira expõe cada aluno perante o grupo, mas ele também consegue  reforçar o controle sobre situações delicadas, caso de ficar  envergonhado por não fazer direito uma estrela, não ter ritmo para  gingar etc. Como? Aulas de Capoeira valorizam o potencial de cada um, o  que já conquistou e sabe fazer bem - afinal, todas as crianças têm  competências garantidas e outras, a serem desenvolvidas. Ou ainda: todas  têm capacidades para aprender e desenvolver, cada um em seu tempo de  aprendizado que deve ser respeitado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;7. Combate as inibições&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Na aula de Capoeira, a criança é insistentemente estimulada a dançar,  jogar, tocar e cantar. Não há, portanto, espaço para timidez - e ela  entende que terá de se expor ao grupo com todas as suas imperfeições.  Aos poucos, o medo ou qualquer outro tipo de insegurança perde a força,  até porque essa criança se sente cada vez mais à vontade no universo  dominado pelo respeito, como é o da Capoeira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Já visitou o &lt;a href="http://www.educacaofisicaa.net"&gt;blog da Educação Física&lt;/a&gt; hoje? &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4117299443741890013?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4117299443741890013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/7-beneficios-da-capoeira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4117299443741890013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4117299443741890013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/7-beneficios-da-capoeira.html' title='7 benefícios da Capoeira'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-8182643483839755552</id><published>2011-09-15T06:06:00.001-07:00</published><updated>2011-09-15T06:06:41.870-07:00</updated><title type='text'>Meu filho bateu no amiguinho. E agora?</title><content type='html'>&lt;p&gt;O amiguinho foi tirar o brinquedo do Otávio, que como resposta, deu  um tapa no colega de classe. A babá negou a chupeta à Mariana, que se  vingou com uma mordida. Histórias como estas afligem cuidadores e rendem  alguma choradeira entre os pequenos, mas são comuns no universo das  crianças de um a dois anos. Ainda assim, poucos pais sabem conduzir a  situação.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://delas.ig.com.br/escolhendo+a+atividade+fisica+certa+para+o+seu+filho/n1237496376035.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pedagoga Marilene de Macedo Monteiro, diretora do Jardim Escola  Esquilinho, na Vila Madalena, recebe crianças de um a cinco anos e conta  que as respostas físicas são frequentes no início da primeira infância.  "Sempre tem ao menos um em cada turminha que morde os demais", conta.  Marilene enxerga o ato como uma manifestação dos desejos ou da  frustração, usado quando a criança ainda não domina o vocabulário e,  logo, não conhece uma maneira melhor de se expressar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Às vezes, a educadora observa uma brincadeira por trás da ação. "Em  alguns casos de crianças que mordem, os pais ou outras pessoas da  família brincam de dar mordidas de carinho, nos pezinhos, por exemplo, e  a criança repete o comportamento com os colegas sem medir a força, mas  sem intenção de machucar".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Do lado dos pais, principalmente para aqueles de primeira viagem,  sobram dúvidas ao ver ou ficar sabendo que o filho está batendo ou  mordendo outras pessoas. A primeira preocupação é de a criança ser  agressiva ou do ato ser um indício de que ela pode se tornar um adulto  violento. Mas a psicóloga e psicoterapeuta antroposófica Adriana Venuto  tranquiliza os mais preocupados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo ela, nessa faixa de idade não é possível rotular a criança de  agressiva. "A criança de um a dois anos não domina a linguagem verbal  e, nessa fase, muitas vezes já está em um contexto de vida que exige  muita socialização", diz. "Então as mordidas e tapas acabam acontecendo  mesmo".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Revidar, nunca&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mesmo sendo um comportamento típico da idade, não se pode ignorar o  ato. Na escola, Marilene orienta as professoras a agirem antes sempre  que possível, impedindo que a agressão aconteça. Para os pais  consternados com a atitude dos filhos, costuma aconselhar a repreensão  sem muito estardalhaço. "Sugiro que os pais falem firmemente que aquilo  não pode, ou impeçam fisicamente que o tapa seja dado, mas de maneira  breve", recomenda.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Se todo mundo da casa para o que está fazendo para prestar atenção  na criança quando ela bate, aquilo vira uma forma muito eficiente de  chamar a atenção", alerta ela, completando que o recurso é muito usado  por crianças cujos pais trabalham fora o dia todo. "Muitas mães que  trabalham fora relatam esse comportamento dos filhos na presença delas,  apesar de não agredirem ninguém na escola. É uma nítida maneira de  chamar a atenção da mãe", relata.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conduzir a situação de maneira eficaz pode parecer um desafio, mas,  como quase tudo nesta fase, depende mais da persistência. Alguns pais  preferem dar um tapinha de volta, para a criança perceber o quanto  aquilo é desagradável. Outros ainda preferem ignorar. Para Marilene,  ambas as respostas são um erro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Quando o pai ou a mãe bate de volta está reforçando a agressão como  linguagem. E ignorar quer dizer que aquilo é aceito", analisa ela. Para a  terapeuta Adriana, além de reagir somente de forma verbal, os pais  devem conter a intensidade da bronca. "Cabe aos pais transmitir que  aquele comportamento é inaceitável, mas a intervenção deve ser amorosa.  Dessa forma a criança percebe os limites, mas também o interesse por  ela", diz.&lt;br&gt; &lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://delas.ig.com.br/filhos/educacao/os+limites+da+bronca/n1237930590598.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A hora de se preocupar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo as especialistas, casos pontuais de tapinhas e mordidas,  quando bem conduzidos, não persistem por muito tempo, nem devem ser  motivo de grandes preocupações. Mas a manifestação de um comportamento  agressivo prolongado, especialmente próximo à faixa entre dois e três  anos, merece maior atenção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Nessa fase a criança já sabe falar e se expressar de outras formas,  além de ter mais noção do outro. Se seguir agredindo na escola ou em  casa, os pais devem observar melhor", sugere Adriana. Para a terapeuta,  agressões repetidas nesta fase também podem representar algum pedido de  ajuda da criança.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É importante saber contextualizar o comportamento. Mudança de escola, perda de algum ente querido e a chegada de um irmão podem ocasionar esse tipo de ação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, se não há uma razão circunstancial, é hora dos pais  fazerem uma análise da vida em família. "Eles devem se perguntar se têm  sido muito permissivos ou muito rígidos, se são indiferentes e se a  criança tem espaço na casa para se sentir acolhida", explica Adriana.  "Uma criança nessa faixa precisa de um ninho sustentável que possa  acolhê-la e ensinar limites. Filhos que podem se desenvolver contando  com isso dificilmente vão apresentar um comportamento agressivo fora do  normal", conclui.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-8182643483839755552?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/8182643483839755552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/meu-filho-bateu-no-amiguinho-e-agora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8182643483839755552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/8182643483839755552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/meu-filho-bateu-no-amiguinho-e-agora.html' title='Meu filho bateu no amiguinho. E agora?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-2355011960658680534</id><published>2011-09-13T20:14:00.001-07:00</published><updated>2011-09-13T20:14:56.117-07:00</updated><title type='text'>Cuidar e educar na educação infantil</title><content type='html'>&lt;br&gt;Cuidar, educar as crianças realmente não é uma atividade nada fácil,  especialmente quando estes cuidados precisam ser redobrados, pois nunca  poderão ser deixados de lado, como é o caso dos pequenos na educação  infantil. Sim, e esta missão, certamente é uma das mais belas, e acima  de tudo importante para todos os educadores que trabalham com crianças  pequenas. Assim como sabemos, as crianças não são nada simples de  cuidar, olhar, educar, pois exigem muita paciência, e atenção, por isso,  não são quaisquer pessoas que podem exercer o papel de educadores na  educação infantil. Ou seja, na educação infantil são necessárias  pessoas, e profissionais capacitados a desenvolver as habilidades nos  pequenos, para que futuramente eles não tenham lacunas, em suas vidas,  especialmente nos estudos futuros, e na convivência em sociedade.&lt;br&gt;&lt;br&gt; A educação, e os cuidados apropriados na educação não podem ser  "jogados" nas crianças, pois os educadores desta categoria precisam  conhecer a fundo, quais são as necessidades, como vive a criança, como é  a família de seus alunos, enfim para educar corretamente, e  adequadamente os professores têm que possuir cuidados extremos, e  apropriados. Pois é durante a educação infantil que os pequenos aprendem  seus estudos iniciais, sendo por este motivo, a educação precisa ser  muito embasada em fundamentos pedagógicos, que tragam benefícios  presentes, e futuramente. E para saber inserir corretamente os  ensinamentos nas crianças da educação infantil é que existem as  faculdades em licenciaturas, voltadas para esta vocação. Ou seja, para  que os professores saibam transmitir, e entender completamente todo  espaço, e desenvolvimento das crianças. E não são somente os professores  que podem cuidar e educar na educação infantil, todos os colaboradores  da escola podem e devem ajudar e auxiliar os alunos, mesmo que  indiretamente, em especial, colaborar com os educadores, nesta árdua  missão.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Portanto para cuidar e educar na educação infantil é preciso muito  conhecimento. Mas não apenas conhecimento nos estudos, acima de tudo no  coração, pois educar, cuidar das crianças realmente é um belíssimo dom,  que poucos possuem.  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-2355011960658680534?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/2355011960658680534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/cuidar-e-educar-na-educacao-infantil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2355011960658680534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/2355011960658680534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/cuidar-e-educar-na-educacao-infantil.html' title='Cuidar e educar na educação infantil'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4025341856498267786</id><published>2011-09-09T06:26:00.001-07:00</published><updated>2011-09-09T06:26:59.558-07:00</updated><title type='text'>Educação Física no ensino médio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_cQXdV79Fjjo/TOmgAp9k3YI/AAAAAAAAAA8/36F3McK16ek/s1600/Educacao-Fisica-Escolar.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_cQXdV79Fjjo/TOmgAp9k3YI/AAAAAAAAAA8/36F3McK16ek/s1600/Educacao-Fisica-Escolar.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;O Ensino Médio encerra a educação básica e tem por  finalidade consolidar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental por meio  da construção de competências básicas que situem o  aluno como produtor de conhecimento e cidadão participante.  &lt;p&gt;Existe a necessidade de integrar a aula de Educação Física    às demais disciplinas, buscando alcançar os objetivos com base    nos conhecimentos que lhe são próprios. Por isso, o trabalho interdisciplinar    é muito bem aceito nesse nível. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo os PCN, as competências e habilidades que os alunos possuem possibilitam    conhecimento, informações e aprendizagens individuais que fundamentam    o aluno para o autogerenciamento das atividades corporais, capacitando-o para    uma análise crítica dos programas de atividade física e    para o estabelecimento de critérios para julgamento, escolha e realização    de atividades corporais saudáveis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com isso, cada vez mais surge a idéia de integrar à Educação    Física o conceito de qualidade de vida, porque essa abordagem traz subsídios    e informações para a conscientização da importância    da atividade física como uma prática regular do dia-a-dia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;O aluno do Ensino Médio&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nessa fase, os alunos estão passando pelas transformações    e turbulências típicas da adolescência. Existem várias    definições que buscam caracterizar esse período em diferentes    dimensões (psicológica, física, social, etc.), mas, de    maneira geral, há um consenso de que essa fase se caracteriza por ser    um momento de transição entre a infância e a juventude.    De certo modo, os primeiros anos da adolescência têm muito em comum    com os primeiros anos da infância.&lt;br&gt;   Durante a puberdade, tanto os meninos quanto as meninas têm um aumento    acelerado do peso, da altura e do desenvolvimento muscular e esquelético,    o que pode afetar o desempenho do aluno nas aulas de Educação    Física no que diz respeito à força física. Além    das mudanças diretamente relacionadas à puberdade, há mudanças    fisiológicas que influenciam o desempenho físico dos alunos de    ambos os sexos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;As atividades para a aula de educação física&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O aspecto cultural é um fator importante para determinar as atividades    a serem selecionadas para as aulas de Educação Física.    Cada adolescente tem um estilo próprio e identifica-se com as modalidades    que vão ao encontro dos seus interesses e características. No    eixo que norteia a proposta de conteúdos a serem trabalhados no Ensino    Médio, temos esportes coletivos e individuais, danças, ginástica,    lutas, além de outras atividades que, com a globalização,    estão tendo destaque e fazem parte do cotidiano do adolescente. Abordar    ainda temas como nutrição, fisiologia e outros ligados à    saúde e à qualidade de vida ajuda os alunos a ter um desenvolvimento    global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.educacional.com.br/educacao_fisica/educadores/educadores09.asp"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4025341856498267786?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4025341856498267786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/educacao-fisica-no-ensino-medio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4025341856498267786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4025341856498267786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/educacao-fisica-no-ensino-medio.html' title='Educação Física no ensino médio'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cQXdV79Fjjo/TOmgAp9k3YI/AAAAAAAAAA8/36F3McK16ek/s72-c/Educacao-Fisica-Escolar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-4528762387736792319</id><published>2011-09-05T12:31:00.001-07:00</published><updated>2011-09-05T12:31:04.436-07:00</updated><title type='text'>Atividade física na infância previne depressão na fase adulta</title><content type='html'>&lt;div&gt;                 &lt;p&gt;Um bom motivo para  estimular os pequenos a não passarem o dia na frente do computador e da  televisão: a atividade física durante a infância pode prevenir a depressão na fase adulta, segundo pesquisas feitas pela Universidade Deakin, na Austrália.    &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os estudiosos analisaram 1.225 homens e mulheres, que responderam questionários sobre os níveis de atividade física  que praticaram na infância. Essa atividade foi relacionada à tendência  que esses indivíduos tinham à depressão na vida adulta. Como resultado,  as pessoas que não praticaram atividade física quando crianças tinham  35% mais chances de sofrerem de depressão ao crescerem. &lt;br&gt;&lt;br&gt;   De acordo com os pesquisadores, a atividade física pode contribuir para o desenvolvimento de células cerebrais durante a infância,  que auxiliariam o adulto a enfrentar melhor situações de estresse. Além  disso, uma pessoa que não pratica muitos exercícios tem pouco apoio  social, o que pode levá-la a ter maior chance de sofrer de depressão ao  longo de sua vida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Conheça o esporte certo para cada idade do seu filho&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Muitos pais se perguntam qual a idade adequada para matricular seus  filhos em determinados esportes. Para esclarecer melhor essa questão,  especialistas de várias modalidades dizem qual a melhor atividade para  cada faixa etária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  &lt;b&gt;Natação &lt;/b&gt;&lt;br&gt;De acordo com o professor Fábio Mauro,  atleta da seleção brasileira por oito anos e recordista brasileiro e  sul-americano (200m peito), a natação pode ser praticada a partir da  primeira infância, sem restrição de idade. Ou seja, com poucos meses, o  bebê já pode se dedicar às atividades na piscina. O volume de treino deve ser adequado à faixa etária e aos níveis de  desempenho de cada um. &lt;br&gt;&lt;br&gt;- Até 9 anos, não devem treinar mais de 3.500 m por treino; &lt;br&gt;- De 10 a 12 anos no máximo 6.000 m; &lt;br&gt;- Acima de 13 anos, já pode nadar mais de 6.000 m.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Futebol &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Aos três anos de idade, já é  possível ingressar numa escolinha de futebol para um trabalho mais  lúdico&amp;quot;, conta o proprietário da escolinha de futebol do São Paulo  Futebol Clube. Ele explica que o treinamento mais específico, no qual  serão passados os fundamentos do futebol, como chute a gol, passe e  domínio de bola, começa por volta dos seis anos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda que essa criança não tenha o objetivo de subir de  categoria e se tornar um profissional, inserir essa atividade na rotina  dos pequenos traz diversos benefícios. Isso porque o futebol é um  esporte coletivo que contribui para a sociabilização e pela formação do  caráter do indivíduo, que precisa respeitar regras e a orientação de seu  superior. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;                                      &lt;div&gt;                 &lt;p&gt;&lt;b&gt;Artes marciais &lt;/b&gt;&lt;br&gt;As  artes marciais na infância auxiliam no desenvolvimento disciplinar e  psicomotor, trabalhando coordenação motora, equilíbrio e a condição  cardiorrespiratória. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Todos os golpes são praticados para ambos os lados e esta  bilateralidade trabalha o corpo da criança como um todo, equilibrando  força, flexibilidade e coordenação. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Além dos benefícios físicos, essa atividade também promove a  auto-estima, o controle emocional e a obediência. A melhor idade para iniciar a atividade é por volta dos sete anos de  idade, sendo que até os 13 anos o treinamento deve ser menos intenso no  que se diz respeito aos combates. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O treinador deverá impor os  limites para evitar a sobrecarga de esforço que poderá ocasionar lesões  nos pequenos, pois há uma grande ansiedade para as situações de luta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Minha Vida - MSN&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1903536515653316389-4528762387736792319?l=escola.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://escola.educacaofisicaa.net/feeds/4528762387736792319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/atividade-fisica-na-infancia-previne.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4528762387736792319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1903536515653316389/posts/default/4528762387736792319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://escola.educacaofisicaa.net/2011/09/atividade-fisica-na-infancia-previne.html' title='Atividade física na infância previne depressão na fase adulta'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1903536515653316389.post-3378264418478880994</id><published>2011-08-30T12:21:00.001-07:00</published><updated>2011-08-30T12:21:33.492-07:00</updated><title type='text'>Construindo conhecimentos em busca do reconhecimento pessoal e social</title><content type='html'>&lt;div class="entry"&gt; 				&lt;p&gt;O desenvolvimento motor vem sendo estudado como um processo de  mudanças que ocorre no comportamento de movimento ao longo da vida.  (TANI ET AL, 2008), (GALLAHUE &amp;amp; OZMUN, 2005), (MANOEL, 2008),  (CLARK, 2007) relatam que o desenvolvimento motor é um processo onde  ocorrem mudanças no comportamento motor de um indivíduo, desde a sua  concepção até a sua morte.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando se trabalha com Educação Física na educação básica é  importante que se conheça o desenvolvimento motor e seus estágios ou  fases.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando se trabalha com crianças, torna-se importante conhecer e  identificar as características do desenvolvimento para que a intervenção  seja segura e objetiva, assessorando na prática e na tomada de decisão  do professor por meio da qual ele poderá adequar os objetivos, conteúdos  e métodos de ensino.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/08/7.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-246" title="Educação Física Escolar" src="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/08/7.jpg" alt="Educação Física Escolar" height="338" width="450"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É comum encontrar dentro da educação física a exclusão de alguns  alunos na hora das atividades físicas e sociais promovidas pela escola e  pela sociedade tais como: festa, gincana escolar, as aulas propriamente  ditas, jogos do município etc…, as crianças taxadas com "ruins" ou seja  as que apresentam barreira de proficiência motor, são excluídas e  discriminadas. Surgiu o questionamento como incluir as crianças no  processo educacional e social sem discriminá-las?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Introduzi-las por meio de força e determinação poderia ser bem mais  constrangedora para a criança, em Campina Grande decidimos então avaliar  as crianças e identificar as causas dos prováveis problemas que fazia  com que os colegas as excluíssem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para avaliar o repertório motor o professor disponibiliza de vários  instrumentos, neste estudo utilizou-se o Teste de Desenvolvimento Motor  Grosso (TGMD-2) Urich (200) que é um instrumento utilizado para avaliar o  desenvolvimento motor da criança que é composto por seis testes  locomotores e seis de controle de objetos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/08/8.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="Educação Física Escolar" src="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/08/8.jpg" alt="Educação Física Escolar" height="338" width="450"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após o tratamento dos dados, a intervenção procedeu da seguinte forma:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;01) Nas &lt;strong&gt;aulas de Educação Física&lt;/strong&gt; proporcionamos  atividades lúdicas nas quais as crianças vivenciam diversas experiências  motoras as quais constroem seu repertório motor, permitindo assim um  aprendizado posterior de ações integradas e habilidosas no contexto de  movimento&lt;/p&gt; &lt;p&gt;02) Escolinha de iniciação ao futebol de campo nosso projeto onde  buscamos desenvolver as habilidades motoras fundamentais e movimentos  associados com alunos de nossa escola e crianças da comunidade alem de  treinos contamos também com torneios&lt;/p&gt; &lt;p&gt;03) Gincana escolar onde buscamos valorizar e a potencialidade individual e coletiva dos nossos alunos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Através de nossa intervenção conseguimos minimizar a rejeição e  aumentar a inclusão quer seja esportiva quer seja social, estas  aceitações repercutiu também em sala de aula, pois conseguimos aumentar o  ciclo de amizade dos alunos na escola, minimizando assim a violência  entre eles.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://fiepbrasil.org/index.php/category/educacao-fisica-escolar-e-avaliacao-motora"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercon
