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terça-feira, 15 de abril de 2014

Tema: atenção; integração.

Duração:
10 minutos.

Público:
crianças, mínimo 10 pessoas.

Material: nenhum.

Dividir as crianças em grupos de 3: duas ficam de mãos dadas, formando a toca e a terceira fica no meio representando o coelho. As "tocas" devem estar espalhadas pelo local da brincadeira.

Devem ficar duas ou mais crianças sem toca, no centro da área.

Quando tudo está pronto, alguém diz: "Coelhinho, sai da Toca!". E todos tem que mudar de toca.

As crianças que estão no centro têm que tentar ocupar as tocas que ficam vazias enquanto as demais procuram uma nova toca.

Quem ficar sem toca, vai para o centro e a brincadeira recomeça.

Atividade: Coelhinho sai da toca

Tema: atenção; integração.

Duração:
10 minutos.

Público:
crianças, mínimo 10 pessoas.

Material: nenhum.

Dividir as crianças em grupos de 3: duas ficam de mãos dadas, formando a toca e a terceira fica no meio representando o coelho. As "tocas" devem estar espalhadas pelo local da brincadeira.

Devem ficar duas ou mais crianças sem toca, no centro da área.

Quando tudo está pronto, alguém diz: "Coelhinho, sai da Toca!". E todos tem que mudar de toca.

As crianças que estão no centro têm que tentar ocupar as tocas que ficam vazias enquanto as demais procuram uma nova toca.

Quem ficar sem toca, vai para o centro e a brincadeira recomeça.

Postado às 10:14 |  por Educação Físicaa
Veja quais atividades podem aumentar a coordenação motora


A Coordenação motora é a capacidade de coordenação de movimentos decorrente da integração entre comando central (cérebro) e unidades motoras dos músculos e articulações.

De acordo com Lopes et.al. (2003), o conceito de coordenação motora é abordado em diferentes âmbitos, contextos e áreas científicas (controle motor, aprendizagem motora, desenvolvimento motor, biomecânica, fisiologia). Assim, a coordenação motora pode ser analisada segundo três pontos de vista:

a) Biomecânico, dizendo respeito à ordenação dos impulsos de força numa ação motora e a ordenação de acontecimentos em relação a dois ou mais eixos perpendiculares;
b) Fisiológico, relacionando as leis que regulam os processos de contração muscular;
c) Pedagógico, relativo à ligação ordenada das fases de um movimento ou ações parciais e a aprendizagem de novas habilidades.

Coordenação motora ampla: é o trabalho que vai apurar os movimentos dos membros superiores (braços, ombros, pescoço e cabeça) e inferiores (pernas, pés, quadris). As atividades envolvidas nesta prática dizem respeito à organização geral do ritmo, ao desenvolvimento e às percepções gerais da criança.

Atividades:
1) Saltar a corda:
Coordenação motora ampla:
Formação: coluna.
Material: corda.
Desenvolvimento: a frente de cada coluna estarão três cordas esticadas na horizontal, o primeiro aluno deverá saltar as cordas de frente, de costa, de lado.

2) Cobrinha:
Coordenação motora ampla:
Formação: coluna.
Material: corda.
Desenvolvimento: o professor deverá fazer cobrinha com a corda, o deverá saltar sem tocar na corda.
Variação: dois segurando a corda fazendo um leve balanceio de um lado para o outro.

3) Lançar:
Coordenação motora ampla:
Formação: individual.
Material: bola.
Desenvolvimento: deslocando, lançar a bola para cima e segurar.

4) Deslocamento:
Coordenação motora ampla.
Formação: individua.
Material: bola.
Desenvolvimento: andando e passando a bola por entre as pernas em forma de 8.

5) Deslocamento:
Coordenação motora ampla:
Formação: individual.
Material: bola.
Desenvolvimento: andar com a bola entre as pernas.

6) Abraçados:
Coordenação motora ampla:
Formação: dois a dois.
Material: Bola.
Desenvolvimento: andar com bola entre o tórax dos colegas.

7) Corrida das bolinhas:
Coordenação motora ampla.
Formação: coluna.
Material: cartelas de ovos e bolinha de gude.
Desenvolvimento: Colocar cartelas de ovos vazias a cinco metros de distância para que as crianças possam enchê-las pegando bolinhas de gude ou grãos que estão distantes; (correm levando as bolinhas ou grãos).

8) O presente:
Coordenação motora ampla:
Material: caixas de papelão de tamanho variado.
Desenvolvimento: Entrar em caixas de papelão gigante, médias e pequenas.

9) Bola por cima:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: assentados em coluna.
Desenvolvimento: os alunos deverão estar assentados em fila, o organizador distribuirá uma bola para cada fila, ao sinal do organizador os alunos deverão passar a bola por cima da cabeça. Vence a equipe que conseguir transportar a bola primeiro.
Variação: quando a bola chegar ao último aluno este deverá deslocar-se e ocupar a primeira posição na fila, vence a equipe que chegar primeiro no aluno que começou a atividade.

10) Bola pela lateral:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: assentados em coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada lateralmente.

11) Bola por baixo:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: em pé – coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada por debaixo das pernas.
Variação: quando a bola chegar ao último este deverá passar por debaixo das pernas dos colegas, carregando consigo a bola. Continuando assim a atividade. Vence a atividade quando o primeiro aluno da equipe que começou ocupar a sua primeira posição.

12) Minhocão
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: em pé – coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada por debaixo das pernas do primeiro colega e por cima da cabeça do segundo colega e assim por diante, por baixo, por cima, por baixo, por cima...

13) Controlar o jornal no corpo:
Coordenação motora ampla:
Material: jornal.
Formação: fila.
Desenvolvimento: o organizador entrega um jornal para o primeiro aluno da equipe, este deverá correr controlando-o no corpo, indo e voltando, entregar o jornal para o próximo colega de sua equipe, que realizará o mesmo percurso. Vence a equipe que terminar primeiro. (Coloca-se o jornal no tórax, deve correr sem segurar o jornal).

14) Montar quebra-cabeça gigante no chão;
15) Correr com fitas coloridas sem deixá-las tocar o chão;
16) Jogar bolas de ar (bexiga, balão) para o alto e não deixá-las tocar o chão;
17) Rodar pneu de borracha.


Coordenação motora fina: diz respeito aos trabalhos mais finos, aqueles que podem ser executados com o auxílio das mãos e dedos, especificamente aqueles com grande importância entre mãos e olhos. O bom desenvolvimento da coordenação fina garantirá um bom traço de letra e será observado quando, por exemplo, a criança pega água em um copo plástico sem derramar ou equilibrando a força necessária para colorir desenhos nas mais diferentes texturas e superfícies.

Atividades:
1) Amassar e desamassar:
Coordenação motora fina:
Formação: círculo.
Material: jornal.
Desenvolvimento: os alunos em círculo receberão uma folha de jornal, deverão:
- amassar o jornal usando as mãos
- colocar o jornal amassado no chão e desamassá-lo com os pés.

2) Amarrado:
Coordenação motora fina:
Material: lenço.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: A frente de cada coluna estará um aluno de pé e com os braços em extensão. O professor entregará um lenço ao primeiro aluno de cada coluna que deverá deslocar até o colega que está em frente da coluna e amarrar a sua mão, voltar tocar na mão do colega que deverá deslocar até o colega amarrado e desamarrá-lo, entregando o lenço para o próximo colega de sua coluna e assim sucessivamente.3) Tampa e destampa:
Coordenação motora fina:
Material: garrafa pet.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: A frente da coluna estará uma garrafa pet tampada. Assim o primeiro da coluna destampa a garrafa pet volta para sua coluna e assenta no final da mesma, o segundo tampa a garrafa pet e assim sucessivamente.

4) Empilhar e desempilhar:
Coordenação motora fina:
Material: latas.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: o primeiro aluno de cada fila deverá correr até o local onde se encontram as latas e empilhá-las, voltar e tocar na mão de seu colega de equipe, este deverá desempilhá-las, voltando e tocando na mão do próximo colega de sua equipe e assim sucessivamente, vence a equipe que terminar primeiro.

5) Bola de gude;

6) Dominós.

Atividades Lúdicas que Auxiliam na Psicomotricidade

Veja quais atividades podem aumentar a coordenação motora


A Coordenação motora é a capacidade de coordenação de movimentos decorrente da integração entre comando central (cérebro) e unidades motoras dos músculos e articulações.

De acordo com Lopes et.al. (2003), o conceito de coordenação motora é abordado em diferentes âmbitos, contextos e áreas científicas (controle motor, aprendizagem motora, desenvolvimento motor, biomecânica, fisiologia). Assim, a coordenação motora pode ser analisada segundo três pontos de vista:

a) Biomecânico, dizendo respeito à ordenação dos impulsos de força numa ação motora e a ordenação de acontecimentos em relação a dois ou mais eixos perpendiculares;
b) Fisiológico, relacionando as leis que regulam os processos de contração muscular;
c) Pedagógico, relativo à ligação ordenada das fases de um movimento ou ações parciais e a aprendizagem de novas habilidades.

Coordenação motora ampla: é o trabalho que vai apurar os movimentos dos membros superiores (braços, ombros, pescoço e cabeça) e inferiores (pernas, pés, quadris). As atividades envolvidas nesta prática dizem respeito à organização geral do ritmo, ao desenvolvimento e às percepções gerais da criança.

Atividades:
1) Saltar a corda:
Coordenação motora ampla:
Formação: coluna.
Material: corda.
Desenvolvimento: a frente de cada coluna estarão três cordas esticadas na horizontal, o primeiro aluno deverá saltar as cordas de frente, de costa, de lado.

2) Cobrinha:
Coordenação motora ampla:
Formação: coluna.
Material: corda.
Desenvolvimento: o professor deverá fazer cobrinha com a corda, o deverá saltar sem tocar na corda.
Variação: dois segurando a corda fazendo um leve balanceio de um lado para o outro.

3) Lançar:
Coordenação motora ampla:
Formação: individual.
Material: bola.
Desenvolvimento: deslocando, lançar a bola para cima e segurar.

4) Deslocamento:
Coordenação motora ampla.
Formação: individua.
Material: bola.
Desenvolvimento: andando e passando a bola por entre as pernas em forma de 8.

5) Deslocamento:
Coordenação motora ampla:
Formação: individual.
Material: bola.
Desenvolvimento: andar com a bola entre as pernas.

6) Abraçados:
Coordenação motora ampla:
Formação: dois a dois.
Material: Bola.
Desenvolvimento: andar com bola entre o tórax dos colegas.

7) Corrida das bolinhas:
Coordenação motora ampla.
Formação: coluna.
Material: cartelas de ovos e bolinha de gude.
Desenvolvimento: Colocar cartelas de ovos vazias a cinco metros de distância para que as crianças possam enchê-las pegando bolinhas de gude ou grãos que estão distantes; (correm levando as bolinhas ou grãos).

8) O presente:
Coordenação motora ampla:
Material: caixas de papelão de tamanho variado.
Desenvolvimento: Entrar em caixas de papelão gigante, médias e pequenas.

9) Bola por cima:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: assentados em coluna.
Desenvolvimento: os alunos deverão estar assentados em fila, o organizador distribuirá uma bola para cada fila, ao sinal do organizador os alunos deverão passar a bola por cima da cabeça. Vence a equipe que conseguir transportar a bola primeiro.
Variação: quando a bola chegar ao último aluno este deverá deslocar-se e ocupar a primeira posição na fila, vence a equipe que chegar primeiro no aluno que começou a atividade.

10) Bola pela lateral:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: assentados em coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada lateralmente.

11) Bola por baixo:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: em pé – coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada por debaixo das pernas.
Variação: quando a bola chegar ao último este deverá passar por debaixo das pernas dos colegas, carregando consigo a bola. Continuando assim a atividade. Vence a atividade quando o primeiro aluno da equipe que começou ocupar a sua primeira posição.

12) Minhocão
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: em pé – coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada por debaixo das pernas do primeiro colega e por cima da cabeça do segundo colega e assim por diante, por baixo, por cima, por baixo, por cima...

13) Controlar o jornal no corpo:
Coordenação motora ampla:
Material: jornal.
Formação: fila.
Desenvolvimento: o organizador entrega um jornal para o primeiro aluno da equipe, este deverá correr controlando-o no corpo, indo e voltando, entregar o jornal para o próximo colega de sua equipe, que realizará o mesmo percurso. Vence a equipe que terminar primeiro. (Coloca-se o jornal no tórax, deve correr sem segurar o jornal).

14) Montar quebra-cabeça gigante no chão;
15) Correr com fitas coloridas sem deixá-las tocar o chão;
16) Jogar bolas de ar (bexiga, balão) para o alto e não deixá-las tocar o chão;
17) Rodar pneu de borracha.


Coordenação motora fina: diz respeito aos trabalhos mais finos, aqueles que podem ser executados com o auxílio das mãos e dedos, especificamente aqueles com grande importância entre mãos e olhos. O bom desenvolvimento da coordenação fina garantirá um bom traço de letra e será observado quando, por exemplo, a criança pega água em um copo plástico sem derramar ou equilibrando a força necessária para colorir desenhos nas mais diferentes texturas e superfícies.

Atividades:
1) Amassar e desamassar:
Coordenação motora fina:
Formação: círculo.
Material: jornal.
Desenvolvimento: os alunos em círculo receberão uma folha de jornal, deverão:
- amassar o jornal usando as mãos
- colocar o jornal amassado no chão e desamassá-lo com os pés.

2) Amarrado:
Coordenação motora fina:
Material: lenço.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: A frente de cada coluna estará um aluno de pé e com os braços em extensão. O professor entregará um lenço ao primeiro aluno de cada coluna que deverá deslocar até o colega que está em frente da coluna e amarrar a sua mão, voltar tocar na mão do colega que deverá deslocar até o colega amarrado e desamarrá-lo, entregando o lenço para o próximo colega de sua coluna e assim sucessivamente.3) Tampa e destampa:
Coordenação motora fina:
Material: garrafa pet.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: A frente da coluna estará uma garrafa pet tampada. Assim o primeiro da coluna destampa a garrafa pet volta para sua coluna e assenta no final da mesma, o segundo tampa a garrafa pet e assim sucessivamente.

4) Empilhar e desempilhar:
Coordenação motora fina:
Material: latas.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: o primeiro aluno de cada fila deverá correr até o local onde se encontram as latas e empilhá-las, voltar e tocar na mão de seu colega de equipe, este deverá desempilhá-las, voltando e tocando na mão do próximo colega de sua equipe e assim sucessivamente, vence a equipe que terminar primeiro.

5) Bola de gude;

6) Dominós.

Postado às 04:36 |  por Educação Físicaa

segunda-feira, 14 de abril de 2014



Manter o olhar fixo em um ponto, os braços erguidos e abertos e a postura ereta para não cair. Essa foi uma das aprendizagens da moçada do 7º ao 9º ano da EM Professora Lacy Luiza da Cruz Flores, em Joinville, a 176 quilômetros de Florianópolis, durante a exploração do slackline. Os alunos se dedicaram a descobrir a melhor forma de caminhar sobre a fita elástica. "Mais que apresentar uma nova modalidade esportiva, eu queria problematizar aspectos como equilíbrio, concentração e percepção corporal", explica o educador Alessandro Cohen.


A ideia de levar para a escola um esporte de aventura é bem-vinda. Segundo Dimitri Pereira, professor de Esportes Radicais na Universidade Nove de Julho (Uninove), além de proporcionar a vivência, é possível abordar temas como perigo e segurança e trabalhar pernas, abdome, articulações dos joelhos, tornozelos e quadris. Há kits no mercado de vários preços (a partir de 50 reais). Em geral, a diferença entre eles tem a ver somente com a maciez da fita - todos suportam, em média, a mesma carga.

Para começar, Cohen prendeu o equipamento em pilares e em árvores do pátio, a 25 centímetros do chão. Em seguida, perguntou o que os jovens sabiam a respeito desse esporte. Disseram que já tinham visto pessoas praticando, mas nunca experimentado, e não entendiam muito bem como funcionava. Essa foi a deixa para o professor fazer uma demonstração. A turma ficou interessada e foi desafiada a testar, inclusive Bruno Eduardo Bonikoski, 17 anos, que tem síndrome de Down e aparece em ação na foto que abre esta reportagem. "Ele não teve mais dificuldades que os outros", diz Cohen. Maria Cláudia Dantas, psicopedagoga clínica e escolar, explica que apesar de a hipotonia (diminuição do tônus muscular) ser uma característica comum da síndrome, interferindo no controle muscular e nos movimentos, é preciso analisar caso a caso, e ainda assim considerar que todos podem experimentar o slackline. "Basta organizar adequadamente o espaço, cuidar da segurança e planejar de que maneira os colegas podem contribuir para que aquele estudante vença as questões de equilíbrio, como qualquer um."

Fonte: Nova Escola

Equilíbrio e força para praticar slackline na escola



Manter o olhar fixo em um ponto, os braços erguidos e abertos e a postura ereta para não cair. Essa foi uma das aprendizagens da moçada do 7º ao 9º ano da EM Professora Lacy Luiza da Cruz Flores, em Joinville, a 176 quilômetros de Florianópolis, durante a exploração do slackline. Os alunos se dedicaram a descobrir a melhor forma de caminhar sobre a fita elástica. "Mais que apresentar uma nova modalidade esportiva, eu queria problematizar aspectos como equilíbrio, concentração e percepção corporal", explica o educador Alessandro Cohen.


A ideia de levar para a escola um esporte de aventura é bem-vinda. Segundo Dimitri Pereira, professor de Esportes Radicais na Universidade Nove de Julho (Uninove), além de proporcionar a vivência, é possível abordar temas como perigo e segurança e trabalhar pernas, abdome, articulações dos joelhos, tornozelos e quadris. Há kits no mercado de vários preços (a partir de 50 reais). Em geral, a diferença entre eles tem a ver somente com a maciez da fita - todos suportam, em média, a mesma carga.

Para começar, Cohen prendeu o equipamento em pilares e em árvores do pátio, a 25 centímetros do chão. Em seguida, perguntou o que os jovens sabiam a respeito desse esporte. Disseram que já tinham visto pessoas praticando, mas nunca experimentado, e não entendiam muito bem como funcionava. Essa foi a deixa para o professor fazer uma demonstração. A turma ficou interessada e foi desafiada a testar, inclusive Bruno Eduardo Bonikoski, 17 anos, que tem síndrome de Down e aparece em ação na foto que abre esta reportagem. "Ele não teve mais dificuldades que os outros", diz Cohen. Maria Cláudia Dantas, psicopedagoga clínica e escolar, explica que apesar de a hipotonia (diminuição do tônus muscular) ser uma característica comum da síndrome, interferindo no controle muscular e nos movimentos, é preciso analisar caso a caso, e ainda assim considerar que todos podem experimentar o slackline. "Basta organizar adequadamente o espaço, cuidar da segurança e planejar de que maneira os colegas podem contribuir para que aquele estudante vença as questões de equilíbrio, como qualquer um."

Fonte: Nova Escola

Postado às 11:10 |  por Educação Físicaa

http://educacaofisicafoz.no.comunidades.net/imagens/volei2.jpg


Conteúdo:
Voleibol – educativo de saque e manchete
Material: uma corda ou rede e bolas de voleibol

Converse com os estudantes sobre o jogo que será realizado e quais benefícios eles irão adquirir ao participar dele.

No decorrer da atividade, explique as regras oficiais e justifique que elas foram modificadas para esse jogo com a finalidade de facilitar a prática para essa faixa etária. Peça-lhes que deem sugestões de outras regras.

- Organização: divida o espaço ao meio, com corda ou rede, a uma altura de 1,60 cm, aproximadamente, e distribua a turma igualmente nos dois lados.

- Desenvolvimento: um estudante de posse da bola lança a mesma para o lado adversário com o braço acima da cabeça, imitando o saque por cima. Ao ultrapassar a corda ou a rede, a recepção deve ser feita somente de manchete, após a bola pingar uma vez no solo. E deverá dar três passes de manchetes pingadas antes de passar a bola para o outro lado, que realiza o mesmo procedimento. O grupo que errar propicia um ponto e a posse da bola para o outro grupo sacar.

- Variação: pode-se diminuir ou aumentar o número de manchetes, bem como trabalhar somente o toque-pingado ou os dois: toque e manchete pingados de acordo com a possibilidade e evolução dos participantes.

Aula educativa para saque e manchete no Voleibol

http://educacaofisicafoz.no.comunidades.net/imagens/volei2.jpg


Conteúdo:
Voleibol – educativo de saque e manchete
Material: uma corda ou rede e bolas de voleibol

Converse com os estudantes sobre o jogo que será realizado e quais benefícios eles irão adquirir ao participar dele.

No decorrer da atividade, explique as regras oficiais e justifique que elas foram modificadas para esse jogo com a finalidade de facilitar a prática para essa faixa etária. Peça-lhes que deem sugestões de outras regras.

- Organização: divida o espaço ao meio, com corda ou rede, a uma altura de 1,60 cm, aproximadamente, e distribua a turma igualmente nos dois lados.

- Desenvolvimento: um estudante de posse da bola lança a mesma para o lado adversário com o braço acima da cabeça, imitando o saque por cima. Ao ultrapassar a corda ou a rede, a recepção deve ser feita somente de manchete, após a bola pingar uma vez no solo. E deverá dar três passes de manchetes pingadas antes de passar a bola para o outro lado, que realiza o mesmo procedimento. O grupo que errar propicia um ponto e a posse da bola para o outro grupo sacar.

- Variação: pode-se diminuir ou aumentar o número de manchetes, bem como trabalhar somente o toque-pingado ou os dois: toque e manchete pingados de acordo com a possibilidade e evolução dos participantes.

Postado às 08:29 |  por Educação Físicaa

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

Vivenciar diversos tipos de saltos.

Desenvolver a noção espacial

Promover as capacidades de raciocínio e tempo de reação rápidos.

Promover o respeito as diferenças de habilidades.

Trabalhar em grupo

Duração das atividades
1 aula de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Não serão necessários conhecimentos anteriores.

Estratégias e recursos da aula

Caro Professor, nas ilustrações abaixo apresentamos os tipos de saltos mais comuns. Essas posições serão trabalhadas e desenvolvidas na aula de uma forma forma lúdica.

 

FIg 1- SALTO CARPADO


 

 

Fig 2 - SALTO AFASTADO

Salto Afastado Salto Afastado

 

 

Fig. 3 - SALTO GRUPADO

 

 

O SALTO é conteúdo principal desta aula. Apresentamos algumas idéias de atividades de saltos encadeadas, com respaldo na Ginástica Artística (GA), no Salto em Distância (SD) e no Salto em Altura (SA).

 

ATIVIDADE 1 - Jogo das Posições

Este jogo tem como objetivo ensinar as 4 posições básicas dos saltos mais simples provenientes da GA. Ele funciona na mesma dinâmica da brincadeira “morto ou vivo”, porém mais difícil, pois nos valemos de 4 posições diferentes. Peça para os alunos sentarem-se no chão da quadra, espalhados, de modo a não encostarem um no outro. O professor chamará qualquer uma das 4 posições básicas da GA para que os alunos executem, a saber: posição esticada – deitado, com o corpo totalmente esticado ( use a figura do palito de picolé para ilustrar o movimento), posição grupada – sentado, segurando os joelhos com as pernas dobradas, posição afastada – sentado com as pernas estendidas e afastadas umas das outras ao máximo e mãos nos pés, posição carpada – pernas unidas e estendidas e mãos nos pés. A medida que o aluno erre, ele se tornará um ajudante para verificar se os outros colegas estão fazendo a posição certa.

Dica: diminua o tempo entre falar uma e outra posição para elevar o nível de dificuldade do jogo.

 

 

ATIVIDADE 2 - Trabalhando as Diferentes Posições

 

Usando as posições apresentadas e praticadas na atividade anterior, peça que todos os alunos se levantem e promova um jogo com a mesma dinâmica, porém, eles deverão começar em pé, saltar e executar a posição no ar e terminar em pé outra vez.

 

 

ATIVIDADE 3 - Pulando Corda

Peça aos alunos para se dividirem em trios. Cada trio receberá uma corda, onde 2 ‘baterão’ a corda para o terceiro aluno pular. Cada aluno deverá escolher a forma que pulará a corda antes de começar a fazê-lo. Peça para que cada aluno conte o máximo de vezes que conseguiu pular da forma escolhida. Estimule-os a realizarem o salto na corda utilizando algumas das posições apresentadas.

Dica: É importante ressaltar que TODOS os alunos devem passar pelo momento de pular a corda em seu trio.

Pulando cordas em trio

 

ATIVIDADE 4 - Brincando com as cordas

Peça para que os trios se juntem de 2 em 2 formando SEXTETOS. Cada sexteto terá duas cordas, com as quais simularão as margens de um “rio” pelo qual terão que pular sobre, de um lado para o outro. O importante nesta brincadeira é que o “rio” de cada sexteto tem que ter o tamanho máximo possível de modo que TODOS do grupo têm que conseguir pular pelo “rio” sem pisar nas cordas e chegando ao outro lado.

Dica:

1 – Caso alguém caia no meio das cordas, o rio tem que ser diminuido, caso os integrantes do grupo caiam muito depois da corda, o rio tem que ser aumentado.

2 – Cabe ao professor ajudar os alunos a verificarem a distância máxima que o grupo pode ter.

 

FINALIZANDO A AULA

Caro Professor, reuna os alunos no centro da quadra e promova um debate sobre as atividades desenvolvidas. Questione-os em que atividade conseguiram desenvolver todas as posições e, quais as que tiveram maior dificuldade e porquê.

Plano de Aula: Saltos na Ginastica

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

Vivenciar diversos tipos de saltos.

Desenvolver a noção espacial

Promover as capacidades de raciocínio e tempo de reação rápidos.

Promover o respeito as diferenças de habilidades.

Trabalhar em grupo

Duração das atividades
1 aula de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Não serão necessários conhecimentos anteriores.

Estratégias e recursos da aula

Caro Professor, nas ilustrações abaixo apresentamos os tipos de saltos mais comuns. Essas posições serão trabalhadas e desenvolvidas na aula de uma forma forma lúdica.

 

FIg 1- SALTO CARPADO


 

 

Fig 2 - SALTO AFASTADO

Salto Afastado Salto Afastado

 

 

Fig. 3 - SALTO GRUPADO

 

 

O SALTO é conteúdo principal desta aula. Apresentamos algumas idéias de atividades de saltos encadeadas, com respaldo na Ginástica Artística (GA), no Salto em Distância (SD) e no Salto em Altura (SA).

 

ATIVIDADE 1 - Jogo das Posições

Este jogo tem como objetivo ensinar as 4 posições básicas dos saltos mais simples provenientes da GA. Ele funciona na mesma dinâmica da brincadeira “morto ou vivo”, porém mais difícil, pois nos valemos de 4 posições diferentes. Peça para os alunos sentarem-se no chão da quadra, espalhados, de modo a não encostarem um no outro. O professor chamará qualquer uma das 4 posições básicas da GA para que os alunos executem, a saber: posição esticada – deitado, com o corpo totalmente esticado ( use a figura do palito de picolé para ilustrar o movimento), posição grupada – sentado, segurando os joelhos com as pernas dobradas, posição afastada – sentado com as pernas estendidas e afastadas umas das outras ao máximo e mãos nos pés, posição carpada – pernas unidas e estendidas e mãos nos pés. A medida que o aluno erre, ele se tornará um ajudante para verificar se os outros colegas estão fazendo a posição certa.

Dica: diminua o tempo entre falar uma e outra posição para elevar o nível de dificuldade do jogo.

 

 

ATIVIDADE 2 - Trabalhando as Diferentes Posições

 

Usando as posições apresentadas e praticadas na atividade anterior, peça que todos os alunos se levantem e promova um jogo com a mesma dinâmica, porém, eles deverão começar em pé, saltar e executar a posição no ar e terminar em pé outra vez.

 

 

ATIVIDADE 3 - Pulando Corda

Peça aos alunos para se dividirem em trios. Cada trio receberá uma corda, onde 2 ‘baterão’ a corda para o terceiro aluno pular. Cada aluno deverá escolher a forma que pulará a corda antes de começar a fazê-lo. Peça para que cada aluno conte o máximo de vezes que conseguiu pular da forma escolhida. Estimule-os a realizarem o salto na corda utilizando algumas das posições apresentadas.

Dica: É importante ressaltar que TODOS os alunos devem passar pelo momento de pular a corda em seu trio.

Pulando cordas em trio

 

ATIVIDADE 4 - Brincando com as cordas

Peça para que os trios se juntem de 2 em 2 formando SEXTETOS. Cada sexteto terá duas cordas, com as quais simularão as margens de um “rio” pelo qual terão que pular sobre, de um lado para o outro. O importante nesta brincadeira é que o “rio” de cada sexteto tem que ter o tamanho máximo possível de modo que TODOS do grupo têm que conseguir pular pelo “rio” sem pisar nas cordas e chegando ao outro lado.

Dica:

1 – Caso alguém caia no meio das cordas, o rio tem que ser diminuido, caso os integrantes do grupo caiam muito depois da corda, o rio tem que ser aumentado.

2 – Cabe ao professor ajudar os alunos a verificarem a distância máxima que o grupo pode ter.

 

FINALIZANDO A AULA

Caro Professor, reuna os alunos no centro da quadra e promova um debate sobre as atividades desenvolvidas. Questione-os em que atividade conseguiram desenvolver todas as posições e, quais as que tiveram maior dificuldade e porquê.

Postado às 10:22 |  por Educação Físicaa

segunda-feira, 17 de março de 2014


http://1.bp.blogspot.com/_Ptj5cpcgkBg/TJz-r8xNP6I/AAAAAAAAAHE/GJuN2Lim9cU/s1600/100_0573.jpg

No meu ponto de vista o tema “folclore” deve ser desenvolvido durante duas semanas ou mais dependendo da quantidade de subtemas envolvidos. (Envolver todos os Eixos Temáticos e Conteúdos).
Segue abaixo um modelo para o jardim III, o qual pode ser adaptado as outras turmas respeitando o nível de desenvolvimento da criança.

Tema: Parlenda

Objetivo Geral:
  • Reconhecer a parlenda nas brincadeiras.

Objetivo Específico:
  • Conhecer algumas parlendas.
  • Estimular a imaginação da criança.
  • Valorizar o folclore brasileiro.
  • Reconhecer que além de cantar pode-se escreve-lá.


Eixos Temáticos e Conteúdos

Linguagem oral e escrita: 
  • Falar sobre o que é parlenda (conversação, história, música e leitura);
  • Mostrar algumas parlendas; 
  • Construir um mural com as parlendas (usar ilustrações e escrita para uma melhor associação da leitura por parte da criança) - (fazer leituras diárias destes);

Matemática: (orientação temporal, sequência e quantidade)
  • Calendário (dia, mês, ano e tempo);
  • Contagem oral (concreto): quantidade de alunos a partir do mural construído com a parlenda (sistema de numeração);
  • Contagem oral (concreto – fazer uso de fantoches, dedoches etc...): por meio de parlendas que contenham números (galinha do vizinho, indiozinhos dentre outros
  • Noções matemáticas simples envolvendo a leitura de parlendas no mural);
  • Brincadeiras (com as parlendas): (expressão oral, coordenação motora ampla, orientação temporal rítmica, discriminação visual e auditivo, esquema corporal); 

Artes Visuais: Desenhar, recortar, montar, colar, pintar e modelar (coordenação motora fina, orientação espacial, coordenação visomotora, observação)
      
Dica:
  • Desenhar as parlendas cantadas livremente com materiais diversos;
  • Dobradura com o tema da parlenda;
  • Pintar desenho com as características da parlenda e montar o mural (leituras);
Movimento: Expressão corporal através de parlendas cantadas e em versões musicais (coordenação motora ampla, orientação espacial, observação, dramatização, orientação temporal rítmica);

Natureza e Sociedade: (atenção, observação, discriminação visual).
  • a galinha do vizinho (como é a galinha, habitat, alimentação etc...;
  • indiozinho (onde existem indígenas, existem indígenas na cidade atualmente, a parlenda condiz com a realidade da maioria dos indígenas etc...);
  • um dois, feijão com arroz (falar dos alimentos, onde é encontrado, cores, texturas etc...);     Exemplos de outros subtemas sobre o Folclore (danças, músicas, trava-língua, o que é o que é, lendas dentre outros).

Idéias de plano de aula para Folclore


http://1.bp.blogspot.com/_Ptj5cpcgkBg/TJz-r8xNP6I/AAAAAAAAAHE/GJuN2Lim9cU/s1600/100_0573.jpg

No meu ponto de vista o tema “folclore” deve ser desenvolvido durante duas semanas ou mais dependendo da quantidade de subtemas envolvidos. (Envolver todos os Eixos Temáticos e Conteúdos).
Segue abaixo um modelo para o jardim III, o qual pode ser adaptado as outras turmas respeitando o nível de desenvolvimento da criança.

Tema: Parlenda

Objetivo Geral:
  • Reconhecer a parlenda nas brincadeiras.

Objetivo Específico:
  • Conhecer algumas parlendas.
  • Estimular a imaginação da criança.
  • Valorizar o folclore brasileiro.
  • Reconhecer que além de cantar pode-se escreve-lá.


Eixos Temáticos e Conteúdos

Linguagem oral e escrita: 
  • Falar sobre o que é parlenda (conversação, história, música e leitura);
  • Mostrar algumas parlendas; 
  • Construir um mural com as parlendas (usar ilustrações e escrita para uma melhor associação da leitura por parte da criança) - (fazer leituras diárias destes);

Matemática: (orientação temporal, sequência e quantidade)
  • Calendário (dia, mês, ano e tempo);
  • Contagem oral (concreto): quantidade de alunos a partir do mural construído com a parlenda (sistema de numeração);
  • Contagem oral (concreto – fazer uso de fantoches, dedoches etc...): por meio de parlendas que contenham números (galinha do vizinho, indiozinhos dentre outros
  • Noções matemáticas simples envolvendo a leitura de parlendas no mural);
  • Brincadeiras (com as parlendas): (expressão oral, coordenação motora ampla, orientação temporal rítmica, discriminação visual e auditivo, esquema corporal); 

Artes Visuais: Desenhar, recortar, montar, colar, pintar e modelar (coordenação motora fina, orientação espacial, coordenação visomotora, observação)
      
Dica:
  • Desenhar as parlendas cantadas livremente com materiais diversos;
  • Dobradura com o tema da parlenda;
  • Pintar desenho com as características da parlenda e montar o mural (leituras);
Movimento: Expressão corporal através de parlendas cantadas e em versões musicais (coordenação motora ampla, orientação espacial, observação, dramatização, orientação temporal rítmica);

Natureza e Sociedade: (atenção, observação, discriminação visual).
  • a galinha do vizinho (como é a galinha, habitat, alimentação etc...;
  • indiozinho (onde existem indígenas, existem indígenas na cidade atualmente, a parlenda condiz com a realidade da maioria dos indígenas etc...);
  • um dois, feijão com arroz (falar dos alimentos, onde é encontrado, cores, texturas etc...);     Exemplos de outros subtemas sobre o Folclore (danças, músicas, trava-língua, o que é o que é, lendas dentre outros).

Postado às 05:43 |  por Educação Físicaa

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