segunda-feira, 28 de maio de 2012

Brincadeiras: Amarelinha em Caracol


Amarelinha em caracol. Foto: Danny Yin

A diversão já começa na hora de desenhar no chão a amarelinha em forma de caracol. Em seguida, as crianças se posicionam em fila. A primeira joga uma pedrinha no espaço marcado com o número um. Ela deve saltar essa casa, cair na seguinte com um pé só e percorrer todas as outras pulando com esse mesmo pé.
Quando chegar ao centro, pode colocar os dois pés no chão, dar meia-volta e voltar pulando em um pé só.

Em seguida, brinca o segundo da fila e assim por diante. Na próxima rodada, todos devem jogar a pedra no número dois. Quem pisa na linha ou na casinha em que está a pedra sai do jogo. Se jogar a pedra no número errado, também sai. A brincadeira termina quando só houver uma criança.

Variações Há no Brasil diversos tipos de amarelinha, desenhados com giz, tijolo, terra ou tinta. Os nomes variam dependendo do lugar. Amarelinha de caco, academia e macaca são alguns exemplos. Conheça algumas delas.



domingo, 27 de maio de 2012

Estímulo infantil na medida certa é desafio

Entender como funciona o desenvolvimento cognitivo das crianças é fundamental para garantir os estímulos certos para cada idade. Se elas forem exigidas em tarefas para as quais ainda não estão preparadas, podem desenvolver um quadro de ansiedade e depressão infantil. Por outro lado, caso sejam pouco estimuladas, podem apresentar um déficit de autonomia. O segredo para encontrar a medida certa está no conhecimento e no bom senso, defende Fabio Barbirato, chefe da psiquiatria infantil da Santa Casa da Misericórdia e autor do livro "A mente do seu filho: como estimular crianças e identificar distúrbios psicológicos na infância" (Editora Agir).

— Cada criança se desenvolve de forma diferente, influenciada pelo ambiente em que ela cresce. É importante conhecer o seu limite e ter bom senso. O ideal é não hiperexplorar, mas dar à criança espaço para fazer o que é necessário para se desenvolver.

Uma criança com déficit de autonomia tende a se tornar um adolescente com pouca capacidade de planejamento e de execução de metas. O conhecimento a que Barbirato se refere é sobre o desenvolvimento neurobiológico do ser humano e como ele se reflete no nosso processo de aprendizagem e nas interações sociais. Um bebê recém-nascido, por exemplo, tem a capacidade de desenvolver empatia e comunicação visual, o que se manifesta por sorrisos.

— Isso deve ser estimulado desde cedo. Por isso, a amamentação é importante, não apenas pela saúde, mas pela empatia e o afeto entre mãe e filho — explica Barbirato.

O ser humano começa a se desenvolver cognitivamente no primeiro dia de vida e só encerra esse processo quando morre. A convivência com outras crianças é importante, inclusive as mais velhas, para garantir os estímulos sociais. Mas os pais precisam se lembrar de não sobrecarregar seus filhos ou exigir que eles se comportem como adultos em miniatura.

A capacidade da criança de prestar atenção também evolui com o tempo. Até os 2 anos, a atenção é controlada por estímulos do mundo externo. Entre 2 e 5 anos, ela passa a ser voluntária, mas ainda muito voltada para o que está a seu redor. Só a partir dos 6 anos é que a criança passa a ter total controle para decidir no que vai focar sua atenção.

Fundamental para as relações sociais, a forma como percebemos a existência das outras pessoas também muda conforme amadurecemos. Nas primeiras idades, os bebês se dão conta da existência de outras pessoas e estabelecem relações de empatia. Até os 4 anos, sabem que os outros também têm consciência de sua presença. E, a partir dos 5 anos, se tornam capazes de entender o que as pessoas dizem a seu respeito — nesta idade as crianças reagem à implicância dos colegas, por exemplo. Por isso, não adianta querer que seu filho de 2 anos controle o impulso de morder o amiguinho que o machuca: ele só será capaz de conter o comportamento agressivo a partir dos 4 anos.



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ludicidade: contribuições no processo de desenvolvimento e aprendizagem infantil



APRESENTAÇÃO

Ao desenvolver a docência na educação infantil, percebemos nitidamente a presença do lúdico no universo das crianças pequenas, pois não há nada que as crianças façam que não se tenha o ato de brincar presente, seja representado pelo corpo, imaginário ou no próprio objeto (brinquedo). A nitidez lúdica a qual nos referimos se dá em momentos variados como por exemplo: as crianças brincam as vezes em grupo, outras sozinhas, ora com objetos (brinquedos) outras sem ou substituídos por qualquer outro objeto que em seu imaginário se tornava o brinquedo desejado.

De modo geral percebemos que a aplicação do lúdico não pode ser tímida por parte dos educadores, pois não podemos pensar em desenvolver um trabalho na educação infantil sem temos em nosso planejamento uma proposta lúdica. Sentimos o desejo de aprofundarmos um pouco mais teoricamente em relação ao lúdico e suas contribuições no processo de aprendizagem infantil, ou seja, como o educador poderá se pautar nessa ferramenta enquanto recurso pedagógico, pois sabemos que o brincar pelo brincar dentro da instituição de ensino não há valor significativo, na perspectiva da aprendizagem educacional. Faremos aqui, um estudo bibliográfico acerca do lúdico, buscando fundamentos e contribuições para prática pedagógica.

1- ALGUMAS CONSIDERAÇÕES DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM

Educar ludicamente é uma proposta que se bem aplicada e compreendida, contribuirá concretamente para a melhoria do ensino. Entendendo que a importância do brinquedo no desenvolvimento da espécie humana já é reconhecida pela maioria daqueles que hoje pensam sobre educação e ousam registrar este pensamento, afirmamos que o resgate lúdico como opção por um modo mais feliz de ensinar e aprender é de responsabilidade do professor. A sala de aula deve ter um dinamismo próprio que facilite a criança o relacionamento social.

O aprender brincando apresenta características próprias de dinamismo que envolve fundamentalmente a linguagem oral, dando oportunidades a criança de questionar, ser questionada, se ajudar na procura de nomes de objetos, categorias as quais pertencem, os significados dos mesmos e a possibilidade de através das relações sociais, transformar suas esferas afetivo-motivacional em cognitiva, facilitando desta forma a aprendizagem. Vygotsky (1989), afirma que: é enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento de uma criança. É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não por incentivos fornecidos por objetos externos. (Vygotsky, 1989: 109)

As brincadeiras que são oferecidas à criança devem estar de acordo com a zona de desenvolvimento em que ela se encontra e estimular para o desenvolvimento do ir além; desta forma, pode-se perceber a importância do professor conhecer a teoria de Vygotsky.

2 - A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA E DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL 

A brincadeira e o jogo são processos que envolvem o individuo e a sua cultura, adquirindo especificidades de acordo com cada grupo. Eles têm um significado cultual marcante, pois é através do brincar que a criança vai conhecer, aprender e se construir como ser pertencente ao grupo, ou seja, o jogo e a brincadeira são meios para a construção de sua identidade cultural. Quando a criança brinca, muitas coisas sérias acontecem. Quando ela mergulha em sua atividade lúdica, organiza-se todo o seu ser em função da sua ação. O interesse provoca o fenômeno, reúnem-se potencialidades num exercício mágico e prazeroso. (Cunha, 1995:7)

Ao brincar a criança deixa fluir suas emoções, seus sentimentos, seus conflitos e permeando todas estas situações, está a aprendizagem como resultado de um processo natural, prazeroso, positivo e satisfatório. A criança ao brincar e jogar, fica tão envolta com o que está fazendo, que coloca em sua ação o seu sentimento e emoção. Ela entrega-se a um mundo particular que atende as suas necessidades mais prementes. Assim, através do brinquedo, ela busca resolver questões que lhes são importantes. Por isso, quanto mais a criança tiver a oportunidades de brincar, mais facilmente conseguirá resolver suas questões internas.

O papel do jogo no ensino ou na aprendizagem é explorado por grandes teóricos como ROUSSEAU, FROEBEL, DEWEY E PIAGET, apesar das divergências teóricas entre alguns desses autores, o jogo é para todos eles uma atividade fundamental para o desenvolvimento humano e para educação infantil. (Rosa & Di Nisio, 1999). A idéia de aplicar o jogo na educação difundiu-se, principalmente a partir do movimento da Escola Nova e da adoção dos chamados "métodos ativos". No entanto, esta idéia não é tão nova nem tão recente quanto possa parecer. Froebel pregava uma pedagogia da ação, e mais particularmente do jogo. Ele dizia que a criança para se desenvolver, não devia apenas olhar e escutar, mas agir e produzir. Essa necessidade de criação, de movimento, de jogo produtivo deveria encontrar seu canal de expansão através da educação.

O pensador considerava que os jogos e os brinquedos infantis tinham uma função educativa básica: é através dos jogos e brincadeiras que a criança adquire a primeira representação do mundo e, por meio deles, ela também penetra no mundo das relações sociais, desenvolvendo um senso de iniciativa e auxilio mútuo.

 2.1- O uso de jogos requer conhecimento

De acordo com a fase de desenvolvimento da criança, existem certa características que lhe são peculiares, isto requer determinadas atitudes por parte do educador para que não haja constrangimento durante a ação pedagógica. A visão de que brincar é uma atividade infantil, normalmente vista para passar tempo, não atribuindo a esta atividade a importância que realmente tem para o desenvolvimento infantil, deve ser repensada seriamente por nós educadores, pois a criança vai conhecendo o mundo a partir da sua ação sobre ele. Brincadeiras e jogos são considerados fatos universais, pois sua linguagem pode ser compreendida por todas as crianças do mundo. Se quisermos conhecer bem as crianças, devemos conhecer seus brinquedos e brincadeiras.

Atividades significativas, prazerosas, integradas e lúdicas devem vir ao encontro da realidade em que a criança está inserida, e dentro de um contexto, gerar e ser fonte de prazer, provocando motivação e busca de enriquecimento constante. O brinquedo em diferentes situações aparentemente descompromissadas podem oportunizar o desenvolvimento em todas as áreas do conhecimento, principalmente para introduzir a construção de novos conceitos.

Fica para nós enquanto educadores, o desafio de resgatar o espaço das brincadeiras na vida das crianças, que vem progressivamente se perdendo e comprometimento de forma preocupante o desenvolvimento infantil como um todo. Precisamos oferecer as nossas crianças oportunidades de exercer o direito de brincar. Esses espaços devem incentivar a brincadeira de faz - de conta, a dramatização, a construção e a solução de problemas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Percebemos que através da ludicidade é possível que o ser humano desfaça todos os conflitos internos e frustrações, o qual reconstrói as energias, idéias e pensamentos, uma vez que a brincadeira, o lúdico desperta o conhecimento, e é brincando que a criança desenvolve as potencialidades, as habilidades motoras, as qualidades, o espírito de iniciativa e de equipe, a coragem, a sociabilidade, a capacidade criadora, a disciplina, a gentileza, enriquecendo-se assim de valores morais, afetivos e intelectuais na aparente descontração na hora do brincar.

Conclui-se que a aprendizagem se processa a partir do sujeito, que este aprende em contato físico, interpessoal, e psicossocial com o meio em que vive e em que está inserido. Pois como sabemos o sujeito não é algo acabado e pronto, mais se constrói no dia a dia e o seu conhecimento não é herdado geneticamente, mas se dá justamente no contato com o meio. Assim por ser o jogo/brincadeira essencial na formação da criança propõe-se que todas as pessoas que estão direta ou indiretamente ligadas á infância deve fazer o uso do mesmo, mas de uma maneira consciente, organizada e com objetivos, metas claramente definidas, pois de nada vale "saber fazer sem compreender seu real sentido". Ao pensarmos na prática pedagógica esta deve ser transformada no dia a dia de forma crítica e consciente, com o qual teremos condições de afirmar sempre que a criança é um ser integrado dentro de uma óptica universal.

 Assim através da confecção e aplicação de jogos e brincadeiras, conclui-se que os professores possam ensinar, fazer e brincar com seus alunos de maneira desejável, tornando assim o aluno um sujeito ativo no processo ensino-aprendizagem, onde estarão vindos ao encontro das necessidades do aluno. Portanto o que cada professor tido como educador deve buscar não é que a criança aprenda a brincar com este ou aquele brinquedo, mas que através dele ela possa se desenvolver plena e saudavelmente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CUNHA, N. H. S. Brincar, pensar e conhecer. Cidade: Maltese, 1997.
PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. Rio de janeiro: Forenze, 1969.
Rosa, A. P. & Di Nisio, J. Atividades lúdicas: sua importância na alfabetização. 1ª ed. Curitiba, Juruá, 1999.
VYGOTSKY, Lev.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

Autoras: Clarize Auxiliadora Miranda Prado - Graduada em Matemática e Pedagogia - Pós graduação em Psicopedagogia - Professora de Educação Infantil II (5 anos) no Centro Educacional Profº Oscar da Costa Ribeiro. Várzea Grande/MT.

Maria Rita de Barros Arruda -  Pedagogia - Pós graduação em Psicopedagogia - Professora de Educação Infantil II (5 anos) no Centro Educacional Profº Oscar da Costa Ribeiro. Várzea Grande/MT.
Autor: clarize prado



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Evitando problemas ortopédicos - Como deve ser uma boa mochila?

Evitando problemas ortopédicos - Como deve ser uma boa mochila?

 

O ortopedista pediátrico Weverley Valenza reuniu algumas indicações para que os pais escolham um bom modelo e orientem seus filhos quanto à maneira correta de usar uma mochila.

Tiras largas e acolchoadas

Tiras estreitas causam compressão nos ombros, podendo causar dor e restringir a circulação; as tiras devem estar tensionadas para que a mochila fique bem junto ao corpo e aproximadamente 5cm acima da linha da cintura.

Tiras para os dois ombros

Mochilas com tira única para o ombro não distribuem o peso uniformemente; as tiras devem ser utilizadas uma em cada ombro.

Acolchoamento posterior

Um forro acolchoado e resistente protege as costas contra objetos pontiagudos, evitando desconforto.

Tira lombar

Uma tira na região lombar (da cintura) ajuda a distribuir o peso de uma mochila pesada mais uniformemente.

Peso

A própria mochila deve ser o mais leve possível; o peso total da mochila carregada não deve exceder 10% do peso corporal.

Mochilas com rodinhas

Boa escolha para aqueles que necessitem carregar muito peso; lembrar que, ao subir escadas, ela terá de ser carregada.



Plano de Aula: Atividade Corporal



Conteúdos: movimento do corpo; equilíbrio; manipulação e locomoção.

Objetivos:
· Estruturar movimentos que requeiram coordenação geral;
· Equilibrar-se em diferentes situações, com ou sem deslocamento;
· Melhorar o desempenho na execução de atividades que requeiram agilidade, velocidade e flexibilidade.

Atividades:

Bola do túnel: divididas em igual número, os alunos formam duas colunas. Manter-se-ão com tronco flexionado para frente e com as pernas ligeiramente afastadas. Ao primeiro jogador de cada coluna entrega-se uma bola.
Dado o sinal de início, o primeiro jogador de cada grupo passará a bola por entre as pernas, entregando-a ao seu companheiro imediato ou fazendo-a rolar. Os demais ao receberem a bola irão passando-a do mesmo modo. Em chegando ao último jogador, este segura-a, sai correndo e vai ocupar o lugar à frente da coluna. Assim sucessivamente.

Bola em posição: dispõem-se as crianças em círculo.
Dado o sinal de início, o professor no centro do círculo atira a bola ao alto, chamando o nome de um aluno presente no círculo. O aluno deverá agarrar a bola antes de cair no chão ou não. Este após pegar a bola terá que executar o mesmo que o professor fez, chamando um colega.

Lá vai a bola: os alunos a linha de partida com as mãos sobre o joelho. O professor coloca-se por trás dos alunos com uma bola. Inopidamente lança-a, rasteira, na frente da turma. O primeiro aluno que alcançá-la será o novo lançador e dará continuidade ao jogo.

Abrir a porta: os jogadores de mãos dadas formam um círculo, exceto um que ficará fora.
Dado o sinal, o jogador que está fora do círculo correrá e gritará: janelinha, janelinha, portinha campainha. Nesse momento ele bate nas costa de um dos colegas, este terá que sair e tentar pegá-lo enquanto ele tenta pegar o lugar deixado pelo colega.

O osso do cachorro: os alunos em círculo em silencio, menos um que ficará afastado escondido.
O professor escolherá um aluno para ser o cachorro, quando o aluno afastado retornar ele pegará um objeto dado pelo professor simbolizando um osso e passará mostrando um a um. Ao chegar ao aluno escolhido (cachorro) este terá que imitar um latido de cão bem alto, fazendo o colega se assustar. Logo o aluno toma o lugar e a brincadeira continua até todos participarem.

Brinquedo livre: liberar os alunos para brincar livremente no pátio.



segunda-feira, 21 de maio de 2012

Segurança na Escola

Tudo o que acontece dentro de uma unidade escolar, independente de qual é o nível de ensino oferecido, é de responsabilidade da direção da Escola, até mesmo pelo transporte dos alunos no itinerário entre casa/escola e vice e versa, onde a Lei 10.154/86 que regulamenta o transporte escolar e prevê punições inclusive para as instituições de educação que usam o serviço. No tocante a Segurança não é diferente, pois a essa instituição adiciona-se total responsabilidade sobre a integridade física e psíquica de todos seus alunos. Hoje por esse motivo, a Segurança Escolar, é tratada por instituições de ensino, com o mesmo peso das atividades pedagógicas.

Na efetivação de um evento contrário a normalidade do dia a dia escolar, como uma ocorrência de crime dentro da Escola, os prejuízos ao psíquico do aluno e aos cofres da instituição de ensino são imensuráveis, principalmente se a instituição for privada.

O Agente de Segurança que presta seus serviços em uma instituição de ensino deve sempre privar pela boa aparência, ser agradável com o público interno e externo, pois esse profissional acaba sendo uma referência no local. Em situações que exijam desse profissional uma atitude enérgica, deve fazê-la com operacionalidade e, se possível, discrição.

Cabe ainda ao Agente de Segurança entender, usando a seu beneficio, a posição social de cada usuário da instituição escolar, uma vez que cada classe de usuários pertence a um grupo dentro da instituição. Os professores, os funcionários e alunos,além de  pais e namorados de alunos e pessoas, em geral adolescentes, que sempre gostam de freqüentar portas de instituições escolares.

Além da Segurança Patrimonial das instalações é muito importante a adequação do prédio para com o tipo de público que irá freqüentá-lo, dando-lhes um local seguro e sem riscos de acidentes pessoais, como escadas com corrimão, piso antiderrapante, torneiras e descarga do vaso sanitário com acionamento mecânico por pedal para evitar a contaminação das mãos, entre outros tantos cuidados necessários estabelecidos pela Segurança do Trabalho.

"Segurança Escolar é a unificação de procedimentos e normas voltados à prevenção de delitos internos e externos além de prevenção de acidente e incidentes, integrando profissionais de Segurança, corpo docente e dicente e em uma cultura de Segurança."